domingo, 10 de janeiro de 2016

# A LIBERDADE AO PONTO DE AFAGAR A ALMA #

Ser humano é um ser desejante que enseja a liberdade

A liberdade como meta
enclausura o objetivo
na gaiola do querer
que é emanante da alma 

WALQUER CARNEIRO


Até que ponto o ser humano,  enquanto individuo,  pode se considerar verdadeiramente livre dentro do espaço vital e temporal que lhe foi designado nessa passagem pelo planeta terra? Como dividir esse exercício de ser livre com mais 8 bilhões de pessoas no planeta, 200 milhões no Brasil, 8 milhões no estado do Pará e 60 mil pessoas em Dom Eliseu?  
Desejar a liberdade é um instinto básico dos seres vivos, nem mesmo um vegetal se sente bem tendo algo que o limita em si, e assim, mesmo não tendo consciência aparente, o vegetal busca uma forma de se libertar.

Somos um corpo biológico sustentado por uma energia primal que emana de algum lugar obscuro, esse corpo biológico é tangido por vontades que é produzida pela memória aonde está o centro captador e irradiador da energia primal que é metabolizada pelo espírito que é aprisionado ao corpo no momento da concepção; então essa liberdade ansiada pelo eu biológico entra em contradição com a alma que é de onde flui o pensamento que gera a vontade.

Estar aprisionado, verdadeiramente,  não produz  uma sensação agradável; e nem sempre estar aprisionado quer dizer necessariamente estar dentro de um cubículo, ou amarrado a uma corrente. A liberdade é um conceito muito mais amplo do que se imagina apenas de passagem; pois vamos a um exemplo da modernidade: O apego excessivo das pessoas às tecnologias de audiovisuais das redes sociais. Vejam só como o conceito de liberdade é traiçoeiro, pois esses ferramentas apareceram com o propósito de libertar o indivíduo dando a ele acesso rápido e fácil à comunicação,  ao mesmo tempo que leva o sujeito ao apego desmesurado do recurso para a satisfação de sua vontade. De modo que para ser livre temos que nos pôr como escravos de nossas vontades que são as tentativas da alma em se libertar do invólucro humano.

Na busca  de nossa liberdade nos tornamos seres desejantes, e esse querer em um determinado  momento estará em conflito com o  querer do outro, desse modo além do individuo ser escravo de seus próprios desejos também é tolhido,  em parte,  pela vontade do outro. Primeiro você quer e depois passa a agir  de acordo com o interesse primal, e só depois você vai perceber o outro. Assim  a vontade escraviza a prática pura da liberdade. A liberdade é ser escravo de nossas vontades. Pois liberdade não é ser, liberdade é agir, esse agir está subordinada ao querer de cada um dos seres viventes desse planeta.

A busca pela liberdade leva o ser humano a querer, então, dessa forma,  quando 8 bilhões de pessoas vivem em seus determinados espaços geográficos, temporais e vitais querendo e buscando liberdade gera-se  a necessidade de administrar essas vontades e dividir de forma equânime esses direitos entre todos os seres humanos, trabalhado sempre para que não haja  conflitos.
Vejam que além de levar em conta o outro temos que administrar também as vontades de nossa alma, que prisioneira no corpo enseja por liberdade, mas limitada pelo involucro corporal a alma reage ativando a nossa energia vital biológica fazendo as moléculas vibrarem em alta intensidade, e isso que causa os mal-estares, e por isso a necessidade, também encontrar um forma de afagar a alma, e isso é feito promovendo uma aproximação equilibrada  entre o eu a alma.

Equanimidade requer seguir princípios éticos e morais, pois quando se rompe as paredes da ética e da moral se fere de morte a possibilidade de uma liberdade igualitária, já que os seres humanos são grupos individualizados, todavia racionais, essa racionalidade que nos leva, por obrigação, às responsabilidade também coletivas, assim enquanto os seres humanos insistirem em buscar liberdade apenas pra si não teremos uma sociedade harmônica e tranquila, que é aquilo que todos nós ensejamos mas encontramos muita dificuldade em compreender a  o jeito correto de   alcançar o  objetivo liberdade.   

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

# A BREVIDADE DA VIDA E BONS AMIGOS #

Na velocidade do tempo a vida é tão breve que passa sem perceber

Bons amigos compensam
a brevidade da vida
na crosta desse planeta

WALQUER CARNEIRO


Eu me pus a meditar, outro dia, sobre a minha percepção do passar do tempo levando em conta a minha posição no espaço enquanto ser vivente junto como outros seres viventes que seguem suas vidas escravas de cada momento, pois o tempo é carrasco e não é patrão. Diante dessa comprovação vejo que,    além de verdugo,  o tempo também é incessante não tem medida de início, não tem medida de fim; digo o tempo abstrato, mas no entanto real, sendo que para os seres humanos, por causa de seus desejos, o tempo é tão escasso.   

 Diante de tudo isso medito com meus dedões; será que vale a pena passar um tempo nessa condição de ser  humano  sabido, percebedor do real na brevidade  da vida?  Quem sabe não seria mais doído se só eu estivesse na vida;  Ao redor de cada um tem sempre mais de um, a solidão é invenção de uma mente vazia, ingrata consigo mesmo. Vi então que mesmo escasso, que mesmo breve, se vivo estou o   meu tempo tem quer ser abraçado  pra ser vivido, não só,  mais juntos, sempre como bons amigos.

A vida é tão pequenina, o tempo passa ligeiro mas ele nunca acaba, nós, os viventes é que acabamos rápido na velocidade da vida,  no alongamento do tempo; por isso é que seres humanos buscam companhia, para aproveitar o tempo, verbalizar o ego, inebriar a cronologia com o momento de um outro ser, um amparo, isso é a amizade que se revela no fluir de cada segundo e se firma no ir a diante.

Não sei quem foi que ajustou, contou e chegou ao total  de que cada um não tem mais que cinco amigos no andar de suas vidas. Vejamos, cada vida é muito breve, todo o tempo é muito amplo, são  tão poucos os amigos, e pouco tempo para poder encontra-los. Então se percebe que o tempo urge e a cada dia o passado fica bem maior do que o futuro, e os bons amigos não são fáceis de serem revelados, não por que inexistem, mas por necessidade de serem cultivados.  

A brevidade da vida humana levou como vingança a tentativa de encarcerar o tempo numa caixa de  pinos, engrenagens e ponteiros, acho que na vontade  de domar o tempo e assim ter mais tempo para encontrar os amigos.  De toda forma o tempo não faz bem e nem mau, o tempo é indiferente se dele não tomarmos tento, por isso é que é muito bom antes de qualquer coisa ser amigo do tempo, e enquanto ele passa vamos fazendo os amigos. Pois apenas os bons amigos compensam a brevidade do tempo. 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

# ENTENDENDO O PROPÓSITO DAS MANIFESTAÇÕES #


Levante da aristocracia, fúria da burguesia e os interesses da classe alta


A aristocracia quer interromper
o ciclo de governo popular e democrático
desestabilizando o andamento do processo de
evolução que benefício dos trabalhadores


 WALQUER CARNEIRO


Nas duas  manifestações realizadas nos últimos meses não se viu sequer uma pauta que levasse a uma discussão séria  para problemas seculares que afligem a maioria dos trabalhadores assalariados do Brasil. A totalidade das pessoas que participaram das recentes manifestações fazem parte das classes mais abastadas do Brasil que nunca sentiram falta das  necessidades básicas que a maioria do povo brasileiro é carente.   

A pauta principal dos manifestantes foi o pedido da retirada a força de Dilma da presidência,  a prisão de Lula, sendo que a pauta da corrupção foi apresentada de forma difusa alegando que os responsáveis pela corrupção no Brasil são Lula e Dilma.
Não existe sequer um único crime cometido  para que a burguesia peça a retirada da Presidente Dilma do exercício da sua função ou que justifique a prisão de Lula. As únicas razões  para que a burguesia continue saindo às rua em manifestações é o direito de   exercerem a democracia manifestando-se a respeito do que quiserem, e a outra razão para que a burguesia continue com as manifestações de rua   é a quarta derrota eleitoral imposta pelas forças democráticas e populares e socialistas que reelegeram Dilma e recusaram mais uma vez a eleição de um representante da aristocracia.

Essa derrota política da aristocracia é algo inédito na história do Brasil, pois a aristocracia junto com a burguesia nacional sempre manobraram  para que os trabalhadores não tivessem um representante na administração central, em todos os tempos da história republicana brasileira a nação sempre foi administrada por indivíduos da aristocracia ou burgueses,  amparados pelo sistema aristocrático,  que vinham ignorando o povo trabalhador e a classe proletária como força fundamental na construção da nossa pátria.

Sem medo de estar sendo injusto ou equivocado, mas essas duas últimas mobilizações eram compostas por mais de 80% de gente da classe média alta para cima que foram mobilizadas pela força do poder da  aristocracia nacional, que  é quem sustenta, há séculos,  todo o sistema da rede de corrupção que permeia toda a nossa sociedade, sendo que essa rede de corrupção foi montada justamente para manter os privilégios   da aristocracia subtraindo para eles,  de forma fraudulenta,  as riquezas nacionais que é de direito de todos os brasileiros.

A aristocracia nacional só conseguiu sustentar em funcionamento essa rede de corrupção porque o sistema aristocrático vinha suprimindo o livre exercício da democracia para a totalidade dos brasileiros impedindo que setores populares e comprometidos com a soberania nacional chegassem à administração central do Brasil, pois a aristocracia nacional tem a plena consciência de que um governo popular jamais permitirá a continuação e a manutenção da rede secular de corrupção brasileira.

Com a eleição e reeleição de Lula e Dilma os trabalhadores assalariados e os informais de todo o Brasil foram postos na pauta das políticas públicas do governo federal, isso nunca havia sido feito antes e para fazer isso  foi  necessário montar um plano de combate a corrupção, e é isso que o PT com Lula e Dilma vem fazendo. E assim mais de 30 milhões de brasileiros que nunca tiveram acesso a moradia digna, a vagas nas universidades, vagas na educação infantil para os filhos, valorização real do salário mínimo acima da inflação, controle efetivo da inflação que hoje é a média  mais baixa em comparação com o governo FHC e Lula, além de que os juros são a metade do que nos tempos da administração dos Tucanos nos anos 90. Tudo isso e muito mais coroado com a criação de ferramentas e mecanismos de combate essencial da corrupção que está sendo posto em prática hoje, cujas medidas não foram tomadas no passado por omissão e cumplicidade dos governos com a corrupção.

É certo que, por uma série de motivos existem dificuldades na condução das políticas públicas do atual governo. Uma dessas dificuldades é justamente imposta pelo embate político a partir do congresso nacional com ações de setores oposicionistas inflados pela adesão de setores aliados que se rebelam em decorrência de interesses oportunistas e de cunho obscuros. Além de que há a interferência da crise global que afeta a economia nacional, mas essas questões,  podem, e,  estão sendo equacionadas a medida que o governo avança no diálogo e nos ajustes econômicos. Essas seriam pautas justas e legitimas para serem levadas nas manifestações aonde as liderança politicas poderiam usar os trios elétricos para apresentar alternativas para reforma política e aplicação de um outro modelo econômico, e a partir daí continuar a mobilizar sua militância para garantir a eleição do candidato a presidente em 2018, mas o que a aristocracia quer e interromper o ciclo de governo popular e democrático desestabilizando o andamento do processo de evolução  em benefício dos trabalhadores.

As manifestações, sejam elas dos setores mais abastados como vimos dia 16, ou mesmo de setores populares e classistas,  são totalmente legitimas. O que não é legitimo é a forma agressiva, desrespeitosa e violenta  que estão sendo conduzidas essas manifestações que pedem a interrupção do mandato de Dilma apenas por que a aristocracia e a burguesia não aceitam a quarta derrota consecutiva nas urnas numa disputa totalmente legal e democrática. 

# A ACORDAR PARA A VERDADE ENCOBERTA #

Temos  que acordar. A aristocracia brasileira, que controla todo o sistema de mídia, está difundindo a desinformação, distorcendo fatos com objetivos eminentemente politico. Respeito o  posicionamento de todos, mas  temos que   procurar analisar a avaliar a atual situação mais a fundo e não levar apenas em consideração o que diz o cartel midiático que representa apenas a ideia e vontade das elites e não dos trabalhadores como eu e você.

Eu não afirmei que está tudo bem, o que disse é que há, por parte do povo,  uma percepção exagerada da situação que é  amplificada pelo cartel midiático. Pessoas ao nossa redor, na escola e no trabalho  difundem opiniões a partir do que escuta e lê nos meios de comunicação do cartel midiático que representam apenas os interesses da aristocracia contra os trabalhadores.

# RASGANDO A ATA DA LEGALIDADE #

A nossa juventude não conhece a história...Desconhece que, em média, de trinta em trinta anos, a aristocracia provoca uma quebra de institucionalidade por não ter a moral de ganhar a simpatia da classe proletária nas disputas eleitorais. Os velhos conservadores sabem disso, mas a desonestidade intelectual desses permite que seja rasgada a ata da legalidade democrática por interesse da aristocracia contra os direitos dos trabalhadores proletários.


quinta-feira, 9 de julho de 2015

# OUTRO GOLPE DONA VANA #

Do banco da universidade contra o golpe à presidência do Brasil

Dilma Vana Russef é especialista em lutar
contra golpes de estado; quando jovem, estudante
foi as ruas enfrentou e venceu; hoje como presidente
está vencendo de novo, agora com o povo


WALQUER CARNEIRO


Do meio da década de 50 ao início da década de 60 Dilma Vana Russeff era uma estudante idealista que sonhava com um Brasil mais moderno e mais justo.  O  Brasil vivia uma época de prosperidade com o governo de JK, crescimento econômico, fortalecimento da indústria, aumento das garantias aos trabalhadores e a estabilidade de empregos com salários dignos,  com JK erguendo grandes e modernas obras estruturantes para o país que iria garantir um futuro glorioso. A democracia plena, o congresso livre com as forças politicas se estabelecendo e os partidos progressistas com suas lideranças atuando para garantir os direitos dos trabalhadores.

Nesse interim Dilma Vana Rulsseff era uma estudante aplicada que percebia,  naquele contexto,  uma  era de avanços e transformações de um Brasil que até a pouco vivia sob um regime semelhante ao feudal,  em relação  ao progresso das demais nações democráticas do planeta.

De repente, não mais do que de repente,  as forças conservadoras e retrógradas se levantam  vendo que os operários, estudantes  e lavradores estavam se emancipando e tomando consciência de seus papéis na formação social do país. Essas forças retrógradas tinham o apoio irrestrito dos banqueiros, industriais, religiosos tradicionais e de políticos de direita que estavam perdendo terreno para as forças políticas progressistas que professavam ideais socialistas de emancipação da classe trabalhadora e dos estudantes.

E Dilma Vana Rulsseff estava quieta no seu banco da universidade observando as movimentações e acreditando que tudo seguia seu curso normal de acomodação das novas forças socialistas que se elevavam. Os embates aconteciam no congresso nacional entre os parlamentares, até que em determinado momento, depois da eleição de Janio Quadros, que tinha como vice João Gullart, as forças conservadores e retrógradas de direita passaram a não aceitar o resultado do jogo de acordo com as regras da democracia e então começaram a se mobilizar usando o poder econômico, religioso e midiático para desenvolver uma estratégia de terrorismo tendo como mote o termo “comunismo”, que era o grande motivo que gerava debates políticos, econômicos e sociológicos,  na época,  em todas as nações do planeta.

Essas forças retrógradas  foram para as ruas, protestar e pedir a ruptura institucional e a eliminação das forças progressistas democráticas, e isso levou a uma reação dos estudantes, das forças politicas progressista e sindicatos de trabalhadores. Foi nesse momento que Dilma Vana Russeff resolveu agir, levantando do banco da sala de aulas,  saindo de dentro da universidade e indo pra ruas protestar e pedir a manutenção do estado democrático e de direito, até ai de forma pacífica.  

A forças retrógradas e conservadores vendo que perdiam terreno nos embates das ideias e disputas territoriais nas passeatas e mobilizações resolveram apelar radicalizando e chamando o exército para interferir, tendo ai, neste momento e ingerência diplomática dos Estados Unidos começou-se então uma caçada sem dó e nem piedade contra todas as lideranças progressista que apoiavam o governo de João Gullar que foi deposto e em seu lugar os militares tomaram conta, e nesse contexto Dilma Vana Russeff via com tristeza e contrariedade as liberdades democráticas sendo suprimidas pela força dos canhões e dos fuzis que feriam e matavam todos aqueles que ousavam se pôr contra o levante conservador, e foi bem nesse momento que Dilma Vana Russef resolveu que, junto com outros idealistas, iria resistir com a força e de todas as formas aos ataques que os progressistas sofriam do sistema.   

Agora, hoje, os conservadores retrógrados, usando como massa de manobra os micros burgueses estão preparando um novo golpe, porque não são capazes de vencer os progressistas no voto. Mesmo sendo os conservadores retrógrados aqueles que comandam toda a rede de corrupção brasileira e controlam todas os dutos por onde são desviados recursos públicos que estufam os cofres da aristocracia, essa não tem capacidade de vencer no voto livre e democrático as forças progressistas e democráticas, e por isso agora, hoje, essas forças aristocráticas, conservadoras e retrógradas estão tentando um golpe judicial e midiático querendo imputar a Dilma Vana Rulsseff  toda a sorte de corrupção praticada pela aristocracia.

Mas agora, hoje, as forças progressistas e democráticas estão preparadas para resistir e ir mais além; demolir toda a rede de corrupção montada e sustentado pelas forças conservadoras e retrógradas do Brasil, por que Dilma Vana Russeff tem a força do povo.

domingo, 5 de julho de 2015

# O OVO DO FASCISMO E O FANATISMO TUCANO #

O fanatismo contra o PT gera uma legião de fascista contra o Brasil 

Quando a disputa política mostra que
um grupo tido como elite econômica é
incapaz de retornar ao poder,  esse grupo
fomenta o fanatismo gerando o fascismo.

WALQUER CARNEIRO  

Nesta semana militantes fascistas da turma dos tucanalhas  e demos, anti Dilma e anti PT inventaram de criar um adesivo com   a imagem  de Dilma com as pernas abertas, esse adesivo está sendo colocado nas bocas de tanques de combustíveis de automóveis por diversas cidades do Brasil.

A entrada do tanque de combustivel é localizado bem entre as pernas da imagem da presidente. Esse adesivo está sendo vendido no Site Mercado Livre que tem como sócia e principal acionista a filha de José Serra( Tucano do PSDB).
Há mais de três anos que a tucanalha em todo Brasil estão se mobilizando com ações de intolerância contra o PT, Dilma , Lula e petistas em geral. Aqui mesmo em Dom Eliseu existem pessoas que formam grupos  anti Dilma e anti PT e anti petistas que  vivem postando textos e imagens que agridem, de certa forma.

Ações como essa é típica de estratégia fascista para intimidar adversários, essa estratégia de amedrontamento e intimidação são feitas quando grupos políticos perdem toda e qualquer capacidade de disputa eleitoral  de acordo com  as leis e regras democráticas.
Hoje a principal preocupação dos Tucanos e Demos é tentar amedrontar os simpatizantes e militantes pró governo com o objetivo de impedir que essas pessoas possam ter a tranquilidade de sair as ruas em campanha pró Lula. E sei que o PSDB joga sujo, já presenciei, no tempo do Tonhão, aqui em Dom Eliseu,  ações de alta truculência por parte da militância tucana e pró Tonhão com a tentativa de intimidar os eleitores e simpatizantes  de Deprá, foram dois dias antes da eleição de terror, pois uma gang pró Tonhão percorriam a cidade ofendendo verbalmente e agredindo fisicamente quem reagisse.

Os Anti Dilma e anti PT adoram viver no mundo da fantasia...Acordem..! Dilma ganhou a eleição de acordo com as regras usadas e utilizadas por todos os demais candidatos...Dilma vai governar e vai eleger o Lula. Entendam de uma vez, vocês perderam a eleição. Agora se aquietem e esperem até 2018 para ver Lula eleito de novo.

Dilma é respeitada por pessoas ilustres em todos os países do planeta, que  reconhecem também a importância do Brasil e dos brasileiros. Apenas aquelas pessoas frustradas com a derrota de Aécio se negam a reconhecer a importância do governo do PT, Lula e Dilma para a melhoria da vida do povo como um todo. Nações e personalidades veem o Brasil como referência de superação e êxito. Quando a pessoa nega essa verdade demonstra que não há, por parte dos antis,  o  compromisso com a transformação e com o futuro.

Mas como, infelizmente,  os anti Dilma e anti Pete recebe apenas a opinião formada pela Globo no Jornal Nacional, eles jamais vão ficar sabendo da verdade pois os anti Dilma e anti Pete adoram ser alimentados pelas mentiras das notícias da Globo.
Como todo bom  fanático, os  anti Dilma  acaba por negar seu próprio país enquanto o mundo todo reconhece a importância do Brasil e do governo PT. Mas fanáticos,  felizmente, não tem relevância nenhuma, pois o seu posicionamento destrutivo abala apenas a ele mesmo envolvido nas fantasias do cartel midiático que gera mentiras noite e dia para alimentar os fanáticos anti Dilma e anti PT que formam o exército inconsciente para fazer o trabalho sujo para  aristocracia.


quarta-feira, 29 de abril de 2015

# DEPRÁ NA CORDA BAMBA #


Ex-prefeito tentou pela aprovação das contas mas TCM negou

As contas reprovadas estão sendo
apreciadas pelos vereadores de Dom Eliseu
que receberam a recomendação
do tribunal pela não aprovação

WALQUER CARNEIRO


O Tribunal de Contas dos Municípios do Pará remeteu para a câmara de vereadores de Dom Eliseu, via Correios, as contas não aprovadas do Município de Dom Eliseu referente ao exercício financeiro de 2004, período em que Jefferson Deprá foi prefeito.

De acordo com o parecer do Tribunal as contas não foram aprovadas por uma série de irregularidades cometidas na administração de Jefferson Deprá naquele período, as quais o ex-prefeito não foi capaz de justificar.

A documentação com as contas reprovadas chegaram à casa de leis de Dom Eliseu no dia de 16 de abril, num primeiro momento a mesa diretora de câmara fez a leitura do documento informando aos vereadores sobre o recebimento da documentação com a decisão do TCM, e neste dia 28, terça-feira, os vereadores foram informados que Jefferson Deprá foi notificado, através de um ofício, a comparecer à câmara de vereadores, perante às comissões, para fazer a sua defesa em relação a desaprovação de suas contas.

A desaprovação das contas municipais, pelo TCM, do período de 2004, põe em risco uma possível candidatura de Jefferson Deprá a prefeito em 2016, e a única saída para evitar a cassação dos direitos políticos do Deprá é a aprovação das contas pela câmara de vereadores de Dom Eliseu, e para isso é necessário que nove, dos treze vereadores, votem favorável a aprovação das contas, mas levando em consideração que o TCM anexou aos documentos uma recomendação para que as contas não sejam aprovadas pela câmara de vereadores de Dom Eliseu os vereadores poderão ficar temerosos de se comprometerem em ir contra a decisão do TCM às vésperas de um ano eleitoral.

Jefferson tem até o dia 4 de maio para apresentar a sua defesa perante as comissões e a câmara de vereadores tem sessenta dias para deliberar e concluir todos os trâmites necessários para uma decisão local, e se esse prazo não for descumprido fica valendo a decisão do TCM pela desaprovação das contas do ano de 2004.

terça-feira, 7 de abril de 2015

# COMBATE A CORRUPÇÃO NÃO INTERESSA A ARISTOCRACIA #



A aristocracia não aceita perder o poder por querer manter a corrupção

O principal compromisso do atual governo
é o profundo combate a corrupção,
mas a aristocracia brasileira  
não quer o fim da corrupção.

WALQUER CARNEIRO

Desde 1920, a corrupção se agiganta  e só agora os falsos moralista burgueses  estão indignados? Os comunistas se indignaram com a corrupção lá em 1920, conseguiram eleger um grandiosa bancada de progressistas e começaram a atuar para criar condições para desmontar a rede de corrupção brasileira. Sabe o que fizeram os aristocratas? Mataram todos os comunistas, só não morreu quem  fugiu. Sabe por que os aristocratas mataram os comunistas, por que  são os aristocratas que criaram, mantém e fomentam a corrupção no Brasil. Hoje está acontecendo a mesma coisa.

Os progressistas estão governando o Brasil e cumprindo o principal compromisso assumido que é o combate à corrupção, e a  aristocracia, mais uma vez se levanta com toda a sua estrutura midiática e judiciária para inverter a situação dos valores, desmoralizar os progressistas jogando nas costas de Lula, Dilma e do PT a responsabilidade pela existência da corrupção no Brasil.
Só que hoje os progressista estão preparados para resistir e a aristocracia não têm coragem de matar os progressistas porque temos aliados poderosos, pois os movimentos sociais estão em um grau elevadíssimo de organização e conscientização ideológica.

“A burguesia aristocrática brasileira á sinceramente liberal, mas seu liberalismo e contraditório, pois desejam uma democracia cada vez mais aperfeiçoada mas nunca se conformavam com o resultado das urnas. Tem  a plena consciência que formam a elite brasileira e veem  que essa elite nunca consegue chegar e se manter  ao poder pelo voto. Então chegam  a conclusão: alguma coisa está errada. O eleitor está votando errado. E, para corrigir, precisamos de uma ação drástica; então vem  a pregação dos golpes, para depor aqueles que tinham sido eleitos e não pertenciam a elite, e, assim no golpe,  pôr a elite no lugar deles. E ver se, colocando a elite no lugar daqueles que haviam sido eleitos, esta elite preparava, de fato, o povo para votar ‘certo’. Ou seja, o golpe para corrigir aquilo que o povo havia feito errado”.

Alma Comunicações