terça-feira, 29 de novembro de 2011

VEREADOR ENFORCADO

Vereador do PT de Santa Catarina é encontrado morto

Vereador  pré-candidato
a prefeito estava acusando  
outro parlamentar por
prática de corrupção

FONTE – REDE BRASIL ATUAL / POR: FELIPE PRESTES
    
O vereador de Chapecó Marcelino Chiarello (PT) foi encontrado morto por volta do 12h da segunda-feira (28) em sua residência no município de quase 200 mil habitantes, no oeste de Santa Catarina. Ele foi encontrado enforcado, mas a polícia aguarda a conclusão da perícia para se pronunciar e adianta que todas as hipóteses, inclusive assassinato, serão analisadas.

Colegas de partido levantam suspeitas contra um vereador do PSD que estava sendo denunciado pelo petista. "Ele não estava deprimido. Não era psicótico, não tomava medicamento. Estava feliz, falava em se candidatar a prefeito", afirma a vereadora Angela Moreira Vitória, também do PT.

Angela diz que Chiarello fazia muitas denúncias de corrupção. A denúncia mais atual era contra o vereador Dalmir Pelicioli (PSD). Como subprefeito de Chapecó, Pelicioli estaria desviando pequenas subvenções sociais destinadas a entidades associativas. Com a denúncia de Chiarello, Pelicioli foi afastado do cargo e voltou para a Câmara dos Vereadores. O PT pedia sua cassação, enquanto ele pedia cassação dos petistas por calúnia.

Angela ressalta que Chiarello fez outras denúncias. Outra recente foi de irregularidades na aquisição de lombadas eletrônicas pela Prefeitura. "Outra pessoa pode ter se aproveitado desta briga com o Pelicioli", cogita a vereadora. "Está todo mundo apavorado. Ninguém podia imaginar algo desta natureza", completa.

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, que é do PT catarinense, entrou em contato com o governador Raimundo Colombo (PSD) e com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), para pedir rigor na apuração do caso.

domingo, 27 de novembro de 2011

O MENINO DERRUBA O ATEU

O professor ateu

Há momentos que
observações simples
podem derrubar a mais
contundente  conclusão

FONTE – MUNDO VIRTUAL

Um dia, na sala de aula, o professor perguntou a um dos estudantes:
- Tomás, vês a árvore lá fora?
- Sim, respondeu o menino.
O Professor voltou a perguntar:
- Vês a grama do jardim?

E o menino respondeu prontamente:
- Sim.
Então o professor mandou Tomás sair da sala e lhe disse para olhar pra cima e ver se ele enxergava o céu.
Tomás entrou e disse:
- Sim, professor, eu vi o céu.
- Viste a Deus? Perguntou o professor.
O menino respondeu que não. O professor, olhando para os demais alunos disse:
- É disso que eu estou falando! Tomás não pode ver a Deus, porque Deus não está ali! Podemos concluir então que Deus não existe!

Nesse momento, outro aluno se levantou e pediu permissão ao professor para fazer mais algumas perguntas a Tomás.
- Tomás, vês a grama do jardim lá fora?
- Sim.
- Vês as árvores?
- Sim.
- Vês o céu?
- Sim.
- Vês o professor?
- Sim.
- Vês o cérebro dele?
- Não, disse Tomás.
Pedrinho então, dirigindo-se aos seus companheiros, disse:
- Colegas, de acordo com o que aprendemos hoje, concluímos que o professor não tem cérebro.

PLEBISCITO. INTENÇÕES DE VOTO

Pesquisa de opinião confirma. Ainda prevalece o não

Continua a todo vapor a
campanha do plebiscito
para a criação de dois
novos estados dividindo o Pará

FONTE – FOLHA DE SÃO PAULO

Duas semanas após o início da propaganda do plebiscito em TV e rádio, a maioria dos eleitores do Pará continua rejeitando a divisão do Estado.

De acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 62% dos eleitores paraenses são contra a divisão do Pará para a criação do Estado do Carajás e 61% são contra a criação do Estado do Tapajós.

A pesquisa foi encomendada em uma parceria entre Folha, TV Liberal e TV Tapajós (afiliadas da Rede Globo no Pará).

Em relação à pesquisa anterior, divulgada no último dia 11, houve um pequeno aumento da rejeição aos novos Estados.

A oscilação, porém, está dentro da margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Foram entrevistados 1.015 eleitores entre os dias 21 e 24 de novembro. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 50.287/2011.

A propaganda do plebiscito na TV e no rádio ainda não foi capaz de causar alterações significativas nas intenções de voto dos eleitores paraenses.

Em 11 de dezembro, eles irão às urnas decidir se querem que o Pará se separe e dê origem a mais outros dois Estados: Carajás (sudeste) e Tapajós (oeste).

Na região do chamado Pará remanescente, que ficaria inalterado com a divisão, está a maior resistência aos novos Estados. 85% são contra o Carajás e 84% são contra o Tapajós.

Entre os eleitores do Carajás, 16% são contra o novo Estado. No Tapajós, 24% são contrários.

O POVO DO PARÁ VAI AO PLEBISCITO

Não estão bem claras as razões para a criação de Carajás

O discurso demagógico de
melhorar a saúde e educação
não é justificativa apropriada
para a tentativa de separação

WALQUER CARNEIRO

No dia 11 de dezembro o povo paraense participará de uma atividade cidadã e democrática inédita no Brasil com a realização do plebiscito para a criação dos estados de Tapajós e Carajás. A campanha é, de certa forma, curiosa, pois tem como candidatos duas figuras abstratas, o Sim e o Não, e além de tudo existe uma grande desinformação quantos os propósitos e intenções para a criação de mais dois estados na federação, e aqui eu vou tratar sobre o plebiscito na região de Carajás.

O plebiscito é uma conquista da democracia, todavia essa ferramenta para ser bem utilizada tem que estar acompanhada da capacidade do povo se concentrar  em  análises dos motivos postos para a emancipação, já que a mobilização de ambas as posições está se dando mais no campo subjetivo do que no objetivo. E, neste momento,  a população da região de Carajás não está preparada para utilizar com eficiência a ferramenta do plebiscito.

A população da região não está sendo mobilizado pelos fatos e sim pelo sentimento.  Nesta situação (do plebiscito), se a emoção toma o lugar da razão é uma demonstração que mais uma vez a massa está sendo manipulada em beneficio de uma minoria, e por isso vou tentar colocar aqui algumas informações concretas e objetivas.

A região sul e sudeste do Pará, como um todo,  tem menos de 50 anos de colonização, grande parte dos municípios desta região surgiram após o início da construção das Rodovias Transamazônica e Belém-Brasília, no início da década de 70,  sendo que os municípios mais antigos estão às margens do Rio Tocantins e Rio Araguaia, como Marabá e Conceição do Araguaia,  ambos com colonização centenária. Os rios facilitaram, em épocas anteriores,   o acesso às  localidades em suas margens.

Antes da construção das duas citadas rodovias seria impossível chegar onde está localizada, hoje, a cidade de Água Azul do Norte, que foi povoada a partir de 1978, em função da Transamazônica,  ou para ficar em um exemplo caseiro, falemos de Dom Eliseu, município onde este Blog é editado, cujo núcleo urbano veio a existência a partir de 1969, quando se iniciou a abertura da PA -70 (hoje BR-222), que também permitiu o aparecimento de Rondon do Pará. Antes de 1970 a região sul e sudeste do Pará era totalmente descolonizada, e tomada pela floresta, apenas os indígenas habitavam a região. Com a abertura de outras estradas importantes, como a PA – 150,  a região de Carajás foi sendo colonizada,  e no  inicio da década de 80 iniciou a exploração mineral com a descoberta da mina de ouro de Serra Pelada e retirada do minério de ferro de Serra dos Carajás.

Foi a  partir deste momento  que começou o movimento para a Criação do estado de Carajás, em uma região que ainda não tem consolidado nenhum setor de suas atividades. Sua base econômica e produtiva, precária,  está sendo montada, bem como a sua representatividade política, cultural e intelectual. Em suma,  a região de Carajás ainda não tem uma identidade formada, e por isso a criação do estado agora não é benéfico para o povo que aqui está. Pois pelo principio da lógica só se concede autonomia ao ente que apresenta condições de  conduzir suas ações, e esse não é o caso da região de Carajás.

Conceder autonomia para a região seria como uma família que  optasse atender aos apelos por  emancipação de  um filho de 14 anos, dando a ele a sua parte na herança,  deixando que  ele fosse viver sua vida por conta própria. 


A principal justificativa dos separatistas é que o governo estadual não reparte por igual os recurso e riquezas geradas no estado, e que a prioridade de investimentos é toda para a região norte e nordeste do Pará, porém creio que esse raciocínio é um equívoco, pois,  como foi dito a acima,  a região de Carajás tem menos de 50 anos de colonização, e consequentemente os investimentos em infra estrutura começaram a ser feitos a partir da década de oitenta, bem como a bancada política também começou a ser montada por essa época, e sabemos que o desenvolvimento de uma região depende, e muito da qualidade e compromisso de sua classe política.

A diferença do grau de desenvolvimento entre uma região paraense  e outra se dá não por motivos econômicos, mas sim por motivos antropológicos, referente a intervenção humana no meio ambiente, e aí temos que lembrar que a colonização da região norte e parte da nordeste do Pará teve inicio  a centenas de anos, e grande parte dos municípios tem sua fundação registrada  à época  do Brasil colônia, a exemplo de Capanema localizado na região nordeste paraense cuja  fundação remonta ao século XVIII.

Em fim, não é por falta de investimentos que o  sul e sudeste do Pará apresentam um  o baixo grau de desenvolvimento, o atraso regional é uma questão de gestão do governo e falta de compromisso da classe política regional, começando pelos deputados federais, passando pelos estaduais, chegando aos prefeitos e vereadores e desembocando no povo da região de Carajás  que, em sua maioria, está alheio às verdades dos fatos e são mobilizados por uma necessidade criada pelos mesmos grupos que pedem a criação do estado de Carajás. Estes que, nos últimos 30 anos,  não deram conta de atuarem de forma organizada direcionando  recursos para a região, e agora querem um estado para governar, sem,  no  entanto,  apresentarem o devido preparo para tal missão. 

sábado, 26 de novembro de 2011

CARIMBÓ A DANÇA POPULAR

A dança é o reflexo da cultura de um lugar

Um povo que não dança é
uma nação triste  que não vive
em contato com a natureza
que é a criação de Deus

WALQUER CARNEIRO 


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

SANDES ENCONTRADO

Empresário de Imperatriz encontrado morto em Dom Eliseu

Há quatro dias a
família e amigos o
procuravam
desesperadamente

REDAÇÃO DO BLOGGER 

O Jovem empresário imperatrizense Sandes Emanoel Queiroz que estava  desaparecido desde o dia 18 foi encontrado morto.

O corpo foi encontrado em uma estrada vicinal que se inicia no quilômetro 25 da Br-222.

Sandes atuava no ramo de vendas de automóveis importado em uma empresa de sua família em Imperatriz.

Uma equipe da polícia civil daquela cidade maranhense foi deslocada até Dom Eliseu para os procedimentos de identificação do corpo.

O desaparecimento e a localização do cadáver de Sandes chocou tanto a população de Imperatriz quanto causou espanto na população de Dom Eliseu.

A hipótese da polícia é que Sandes foi morto porque havia muitas pessoas que lhe deviam dinheiro.

Uma pessoa foi detida como suspeita e de ter planejado ou colaborado para a morte do rapaz.

Mais detalhes acesse o link a seguir  CLICK-VIP.COM

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ÓRFÃOS DE SERRA PELADA

Serra pelada ainda vive na esperança de velhos garimpeiros

O Sonho de prosperidade de Serra Pelada
dos anos oitenta ainda vive na mente de
muitos que esperam o garimpo ser reativado,
todavia poucos serão os beneficiados

WALQUER CARNEIRO

Recentemente comecei uma amizade com o repórter José Salém, de Eldorado de Carajás, e ele me enviou um artigo muito bonito sobre a esperança e a falta de perspectivas dos velhos garimpeiros que ainda esperam ser lembrados, mas, no entanto poderosos  interesses corporativos patrocinam a miséria  matando  a alegria daqueles que foram os primeiros a desbravar o Eldorado perdido, a montanha de ouro.

Muitos desses desbravadores  ainda estão na região de Serra Pelada a espera de um retorno através da exploração mecanizada, porém esse retorno está dia a dia sendo adiado, e por isso eles são chamados de...

Os deixados para trás  

Por: Costa Parrião

Sem ocupação, sem lenço, sem documento. Perdidos, tuberculosos, hansênicos, exilados de si mesmos. Vítimas das  suas  atitudes, e só delas dependentes. Fazendo história real, no extremo da dramaturgia sem brilho, sem poesia. E se ao menos houvesse um pálido afago de quem acaricia.

E se tivesse um casebre, com uma cama de colchão barato pra descansar o dorso, más quah!... Mulheres belas a transitar, cortesãs a desfilar para um império onde  quem melhor enxergar é o rei míope, de um olho só. 


Logradouro onde a pobreza é artigo de luxo, visto que o predominante é a miséria absoluta, e que bate a todo instante à porta dos menos desfavorecidos, pronto a fazer um novo afiliado.

Velhos decrépitos, vivendo a prorrogação do avançado estágio vegetativo da vida, guardiões de um tesouro inacessível, desgastados com a ilusão de um passado áureo que sonham reviver.  

Sobreviventes do descaso, da indiferença, tratados como escória. Incômodo para os interesses do capital, que tiveram seus trajetos de vidas alterados por um corpo de magistrado desconhecedores da realidade.  Abastados, que provavelmente, nunca passaram privações de ordem  física ou ideológica. 

Logo, num futuro próximo, levantarão sedentos de poder pelo voto, vozes latentes, em defeza  póstuma de que um investimento  da SUDAN ou PAC  poderia ter financiado a obra  para os autênticos detentores dos  direitos por uso capiao, ou...  sei  lá.  Parece que é mais cômodo abandonar do que ser patriota. E quando a história for COLOSSALMENTE reescrita terão, por mérito, a condecoração do analfabetismo, e seus feitos épicos, sequer serão mencionados no mural.  

Na capital do ouro; há um COLOSSO, que os miseráveis jamais alcançarão!

domingo, 20 de novembro de 2011

DIPLOMACIA NO AGRONEGÓCIO

Programa capacita diplomatas sobre o agronegócio nacional

O agronegócio brasileiro é responsável
por mais de 40% do PIB,
poderia ser mais se nossa diplomacia
fosse mais preparada na área

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Dezoito diplomatas brasileiros lotados em embaixadas da Europa, Ásia, do Oriente Médio e de países da América participarão, a partir de segunda-feira até 30 de novembro, do Programa de Imersão no Agronegócio Brasileiro, dos ministérios da Agricultura (Mapa) e de Relações Exteriores (MRE).

Os diplomatas visitarão municípios de São Paulo, Mato Grosso do Sul, do Paraná e Rio Grande do Sul. A ideia do governo é que eles aprofundem seus conhecimentos sobre as peculiaridades do agronegócio nacional e estejam preparados para as negociações internacionais que envolvem o setor.

Segundo a assessoria de imprensa do Mapa, os diplomatas terão contato com representantes de entidades dos setores exportadores e visitarão fazendas e unidades de processamento de carnes bovina, suína e de frango e de produção de etanol e vinho.

Técnicos do Mapa alegam que, em várias negociações internacionais, são feitas exigências e impostas barreiras aos produtos brasileiros que desconsideram as diferenças de produção entre os países. Este mês, o governo confirmou que entrará com uma ação na Organização Mundial do Comércio (OMC) envolvendo a União Europeia.

O bloco econômico exige um credenciamento individual das fazendas brasileiras que exportam carne bovina, o que não é feito com outros países, e leva em conta ações de controle da doença da vaca louca, que não existe no Brasil.