segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

# OS COXINHAS E A PETROBRAS #

Petrobras, símbolo de êxito  do governo progressista, é alvo de mentiras

Somente a mentira pode enfraquecer
um governo que procura governar com
equidade distribuindo riquezas,
promovendo o progresso de forma coletiva


WALQUER CARNEIRO


Há cerca de dez anos atrás apareceu, no Brasil, uma nova categoria de sujeito social denominado de coxinhas. Esse é um grupo que se intitula apolítico,  mas que no entanto entregam a sua vida para falar mal e espalhar mentiras sobre o governo democrático, socialista, popular e progressista do Brasil. 
Uma das mais novas distrações dos coxinhas é disseminar mentiras sobre as “dificuldades” econômicas da Petrobras. Os coxinhas, sem saber, fazem o serviço sujo para as lideranças Tucanas que querem retornar ao governo,  mas não logram êxito, pois o principal projeto dos Tucanos é vender o patrimônio público nacional.



Que o Brasil é um país de muitos problemas isso é evidente desde as mais priscas eras, e quem conhece um mínimo de história sabe que nos anos antes de 2000 nenhum governo brasileiro realmente havia se preocupado, realmente, com o Brasil como um todo. Todas as tentativas de crescimento foram planejadas sem levar em conta a massa de trabalhadores,  que até então era vista apenas como massa para executar atividade braçal, e nunca eram incluídas nas planilhas de planejamento do país. 


Mas a partir do momento em que o PT e aliados chegaram ao governo as questões sociais que afligiam o povo trabalhador começaram a ser amenizada com ações concretas de assistência social, implementação de projetos estruturantes, como investimentos na Petrobras,  proporcionando a geração de emprego e renda, projetos de inserção educacional  de jovens de famílias pobres através de escolas técnicas e  na universidade, além dos programas sociais inclusivos,  Programa Bolsa Família, o maior programa de distribuição de renda do planeta, elogiado pela maioria dos países de primeiro mundo, bem  como o ProUni, Brasil Sorridente, Farmácia Popular, Luz Para Todos, entre outros, que beneficiaram aos pobres e miseráveis e contribuíram para melhorar a distribuição de renda. 


Apesar das dificuldades que o Brasil apresenta,  por ser um país de terceiro mundo,  há registros de significativos avanços, e a criação de tecnologias é um desses avanços primordiais que garante a soberania nacional. Essas novas tecnologias estão permitindo, por exemplo,  o incremento das atividades da Petrobras com a fabricação de plataformas de exploração em águas profundas e fabricação de navios para transportar petróleo. 


Os coxinhas estão numa faixa social situado um pouco acima da classe média e um pouco abaixo da elite nacional. De modo que os coxinhas sentem-se ameaçados pelas ações do governo atual que estão inserindo toda a massa de trabalhadores como sujeitos economicamente e socialmente  ativos. Essas pessoas que antes se submetiam servilmente aos caprichos dos coxinhas como empregados e operários de suas empresas ou domésticos de suas residências agora têm mais consciência dos seus direitos e sabem que os patrões têm que tratá-los com igualdade.


Assim os coxinhas vêm  empenhando suas força a disseminar mentiras a respeito do governo Dilma e do PT como única forma de manifestação de contrariedade em relação ao espaço que o povo vem tomando como novos protagonista e sujeitos sociais, espaço esse que os coxinhas acreditam ser exclusivo deles e de suas famílias; e por isso os coxinhas  culpam o PT. 

O foco dos coxinhas na tentativa de desmoralizar a Petrobras,  como empresa estatal,  é porque a Petrobras é o maior símbolo do êxito da administração Petista neste dez anos, mas como o reflexo positivo do governo Petista bate direto no povo as ações dos coxinhas é próximo a zero em termo eleitorais, pois, em relação a Petrobras,  o lucro líquido da companhia cresceu 29% de janeiro a setembro de 2013 com relação ao mesmo período de 2012. Tanto que o valor de mercado da empresa passou  de US$15,4 bilhões para R$214,69 bilhões.

# MARX E A CATEGORIA TRABALHO #

A intervenção humana e a qualidade abstrata do produto

Se a ação da força de trabalho humana, 
física ou mental, é que determina o valor e a 
condição abstrata do produto, porque a 
mão de obra não tem o seu valor merecido?
VERMELHO A ESQUERDA 




Karl Marx (Marx; Engels, 1989, p. 202) dividiu os elementos do processo de trabalho em: 1) atividade adequada a um fim, 2) matéria a que se aplica o trabalho (objeto do trabalho), 3) meios de trabalho (instrumento). Independentemente de qual seja o trabalho, ele sempre possui tais elementos, vezenquando difusos.


A matéria-prima é sempre objeto de trabalho, embora nem todo objeto seja matéria-prima. O objeto, depois de sofrer modificações (pelo próprio trabalho), torna-se matéria-prima. É possível, também, ser matéria e objeto ao mesmo tempo, ao passo que os valores-de-uso o determinam ora como produto, ora meio de produção, dependendo de sua função no processo de trabalho.



O meio de trabalho é um conjunto de coisas que o trabalhador insere entre si e seu objeto, indicando as condições sociais onde se realiza, sendo “o trabalhador o apêndice da máquina”, o medidor da própria capacidade de produção. É importante destacar que, a medida que o trabalho é reduzido a seu caráter abstrato (perde-se a consciência da subjetividade nele implicada), desenvolve-se o que Marx determina como trabalho alienado: onde se implica os fenômenos do fetichismo e da reificação.



Por reificação, entende-se o processo de coisificação onde o próprio direito passa a ser mercadoria de consumo. As ações humanas e suas implicações deixam de ser consideradas propriamente “humanas”, para serem encaradas como “coisas” e, consequentemente, serem vistas como substituíveis e plurais. Já no fetichismo, a aparência mascara a essência do próprio fenômeno, mascarando as relações sociais que o envolvem, e a capacidade de envolvimento de que o próprio fenômeno necessita (sem o envolvimento do humano – subjetivo -, o fenômeno – abstrato - não ocorre).



- Por Lisiane Pohlmann -

domingo, 5 de janeiro de 2014

# AÉCIO E O FINANCIAMENTO PRIVADO DA ELEIÇÃO #


Financiamento privado de campanha atrapalha a democracia eleitoral

Enquanto empresas financiarem candidatos, 
não dá para falar em ética política, 
pois dinheiro privado patrocinando 
mandatos públicos eletivos não dá certo 

REDE BRASIL ATUAL

A declaração do tucano Aécio Neves, pré-candidato a presidente,  a favor do financiamento empresarial o coloca ao lado do malfadado patrimonialismo que põe o dinheiro e o patrimônio público a serviço do enriquecimento privado.



O Supremo Tribunal Federal (STF) vai dando passos largos para definir que o financiamento empresarial de campanhas eleitorais está em desacordo com a Constituição Federal. O julgamento iniciado esta semana de ação movida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) já tem quatro votos a favor do argumento de que empresas não são povo e, por isso, não podem dar dinheiro a políticos. Simples assim.



Porém, antes mesmo da decisão da Corte, que, aliás, tende a fortalecer a necessidade de financiamento público de campanhas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) já critica o STF pelo simples fato de ter colocado em pauta este julgamento.



"Não gosto muito desse ativismo político do Supremo. (....) Em relação ao financiamento de campanhas, o que temos de estabelecer é a transparência absoluta. É saber quem doou e para quem doou, para que não possamos, até a pretexto de estarmos criando limites, estar estimulando o caixa dois, que é o que me parece que pode acontecer", disse o potencial candidato do PSDB à Presidência da República.

Ora, o argumento de estimular o caixa dois para justificar o atual modelo de financiamento de campanhas é tão tosco como dizer que o teto salarial no funcionalismo estimulou o juiz Nicolau dos Santos Neto a procurar aumentar sua renda desviando dinheiro da obra do Tribunal Regional do Trabalho.



A declaração de Aécio mostra ser ele adepto da continuidade do malfadado patrimonialismo que coloca o dinheiro e o patrimônio público a serviço do enriquecimento privado e corrompe as instituições políticas brasileiras há séculos.

Se os partidos tiverem de fazer campanha com um limite de verba, a lei será igual para todos, e cada legenda que se adapte para fazer campanha de acordo com a realidade de seu orçamento. Quem tem base popular construída e representatividade de fato se elegerá, fazendo campanhas cívicas. Terão mais dificuldade em se eleger quem vê mandatos apenas como um empreendimento dependente de marketing maciço e de "investidores".



O maior problema da corrupção na política nos mais de 500 anos da história do Brasil é o patrimonialismo. Daí surgiram fenômenos nefastos como o coronelismo, o nepotismo, as oligarquias políticas e, mais recentemente, o lobismo empresarial. E não há maior lobismo do que o financiamento empresarial privado de campanhas eleitorais.

É aí que reside o patrimonialismo "moderno". Bancos, empreiteiras, planos de saúde, indústria do petróleo estrangeira e outros segmentos econômicos financiam eleições e depois cobram "favores" de "seus" eleitos, seja para direcionar o orçamento da União para seus negócios, seja para conseguir leis regulatórias que as beneficiem, seja para obter tarifas e pedágios às vezes abusivos, seja para se apropriarem de patrimônio público a preço de banana como ocorreu na era das privatizações tucanas.
Não há como falar a sério em ética e moralização política, enquanto bancos financiarem bancadas de parlamentares que deveriam defender os clientes e correntistas dos juros e tarifas altas. Não há ética política possível com empresas de planos de saúde financiando parlamentares que farão corpo mole pelo SUS, mantendo-o precário, para não atrapalhar as vendas dos planos de saúde privados.



E não há moralização política possível com empreiteiras financiando candidatos que irão direcionar o orçamento público para obras do interesse lucrativo da empresa, em detrimento de outras mais importantes para o interesse público. Isso quando não acontece o pior, com as empresas financiadoras de campanha controlando as nomeações em postos chaves para superfaturar contratos, como ocorreu nos trens metropolitanos paulistas.



Recentemente vimos também com um didatismo impressionante o escândalo do bicheiro Cachoeira atuando para financiar campanhas e depois operando na nomeação de pessoas dóceis a seus interesses no governo de Goiás.

Foi por tudo isso que OAB moveu a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4650, contra a doações por empresas privadas a candidatos e a partidos políticos, já que PSDB, PMDB e outros partidos conservadores, acostumados a se elegerem com as regras atuais, obstruem a reforma política no Congresso.