terça-feira, 7 de abril de 2015

# COMBATE A CORRUPÇÃO NÃO INTERESSA A ARISTOCRACIA #



A aristocracia não aceita perder o poder por querer manter a corrupção

O principal compromisso do atual governo
é o profundo combate a corrupção,
mas a aristocracia brasileira  
não quer o fim da corrupção.

WALQUER CARNEIRO

Desde 1920, a corrupção se agiganta  e só agora os falsos moralista burgueses  estão indignados? Os comunistas se indignaram com a corrupção lá em 1920, conseguiram eleger um grandiosa bancada de progressistas e começaram a atuar para criar condições para desmontar a rede de corrupção brasileira. Sabe o que fizeram os aristocratas? Mataram todos os comunistas, só não morreu quem  fugiu. Sabe por que os aristocratas mataram os comunistas, por que  são os aristocratas que criaram, mantém e fomentam a corrupção no Brasil. Hoje está acontecendo a mesma coisa.

Os progressistas estão governando o Brasil e cumprindo o principal compromisso assumido que é o combate à corrupção, e a  aristocracia, mais uma vez se levanta com toda a sua estrutura midiática e judiciária para inverter a situação dos valores, desmoralizar os progressistas jogando nas costas de Lula, Dilma e do PT a responsabilidade pela existência da corrupção no Brasil.
Só que hoje os progressista estão preparados para resistir e a aristocracia não têm coragem de matar os progressistas porque temos aliados poderosos, pois os movimentos sociais estão em um grau elevadíssimo de organização e conscientização ideológica.

“A burguesia aristocrática brasileira á sinceramente liberal, mas seu liberalismo e contraditório, pois desejam uma democracia cada vez mais aperfeiçoada mas nunca se conformavam com o resultado das urnas. Tem  a plena consciência que formam a elite brasileira e veem  que essa elite nunca consegue chegar e se manter  ao poder pelo voto. Então chegam  a conclusão: alguma coisa está errada. O eleitor está votando errado. E, para corrigir, precisamos de uma ação drástica; então vem  a pregação dos golpes, para depor aqueles que tinham sido eleitos e não pertenciam a elite, e, assim no golpe,  pôr a elite no lugar deles. E ver se, colocando a elite no lugar daqueles que haviam sido eleitos, esta elite preparava, de fato, o povo para votar ‘certo’. Ou seja, o golpe para corrigir aquilo que o povo havia feito errado”.

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