# OS COXINHAS E A PETROBRAS #

Petrobras, símbolo de êxito  do governo progressista, é alvo de mentiras

Somente a mentira pode enfraquecer
um governo que procura governar com
equidade distribuindo riquezas,
promovendo o progresso de forma coletiva


WALQUER CARNEIRO


Há cerca de dez anos atrás apareceu, no Brasil, uma nova categoria de sujeito social denominado de coxinhas. Esse é um grupo que se intitula apolítico,  mas que no entanto entregam a sua vida para falar mal e espalhar mentiras sobre o governo democrático, socialista, popular e progressista do Brasil. 
Uma das mais novas distrações dos coxinhas é disseminar mentiras sobre as “dificuldades” econômicas da Petrobras. Os coxinhas, sem saber, fazem o serviço sujo para as lideranças Tucanas que querem retornar ao governo,  mas não logram êxito, pois o principal projeto dos Tucanos é vender o patrimônio público nacional.



Que o Brasil é um país de muitos problemas isso é evidente desde as mais priscas eras, e quem conhece um mínimo de história sabe que nos anos antes de 2000 nenhum governo brasileiro realmente havia se preocupado, realmente, com o Brasil como um todo. Todas as tentativas de crescimento foram planejadas sem levar em conta a massa de trabalhadores,  que até então era vista apenas como massa para executar atividade braçal, e nunca eram incluídas nas planilhas de planejamento do país. 


Mas a partir do momento em que o PT e aliados chegaram ao governo as questões sociais que afligiam o povo trabalhador começaram a ser amenizada com ações concretas de assistência social, implementação de projetos estruturantes, como investimentos na Petrobras,  proporcionando a geração de emprego e renda, projetos de inserção educacional  de jovens de famílias pobres através de escolas técnicas e  na universidade, além dos programas sociais inclusivos,  Programa Bolsa Família, o maior programa de distribuição de renda do planeta, elogiado pela maioria dos países de primeiro mundo, bem  como o ProUni, Brasil Sorridente, Farmácia Popular, Luz Para Todos, entre outros, que beneficiaram aos pobres e miseráveis e contribuíram para melhorar a distribuição de renda. 


Apesar das dificuldades que o Brasil apresenta,  por ser um país de terceiro mundo,  há registros de significativos avanços, e a criação de tecnologias é um desses avanços primordiais que garante a soberania nacional. Essas novas tecnologias estão permitindo, por exemplo,  o incremento das atividades da Petrobras com a fabricação de plataformas de exploração em águas profundas e fabricação de navios para transportar petróleo. 


Os coxinhas estão numa faixa social situado um pouco acima da classe média e um pouco abaixo da elite nacional. De modo que os coxinhas sentem-se ameaçados pelas ações do governo atual que estão inserindo toda a massa de trabalhadores como sujeitos economicamente e socialmente  ativos. Essas pessoas que antes se submetiam servilmente aos caprichos dos coxinhas como empregados e operários de suas empresas ou domésticos de suas residências agora têm mais consciência dos seus direitos e sabem que os patrões têm que tratá-los com igualdade.


Assim os coxinhas vêm  empenhando suas força a disseminar mentiras a respeito do governo Dilma e do PT como única forma de manifestação de contrariedade em relação ao espaço que o povo vem tomando como novos protagonista e sujeitos sociais, espaço esse que os coxinhas acreditam ser exclusivo deles e de suas famílias; e por isso os coxinhas  culpam o PT. 

O foco dos coxinhas na tentativa de desmoralizar a Petrobras,  como empresa estatal,  é porque a Petrobras é o maior símbolo do êxito da administração Petista neste dez anos, mas como o reflexo positivo do governo Petista bate direto no povo as ações dos coxinhas é próximo a zero em termo eleitorais, pois, em relação a Petrobras,  o lucro líquido da companhia cresceu 29% de janeiro a setembro de 2013 com relação ao mesmo período de 2012. Tanto que o valor de mercado da empresa passou  de US$15,4 bilhões para R$214,69 bilhões.

# MARX E A CATEGORIA TRABALHO #

A intervenção humana e a qualidade abstrata do produto

Se a ação da força de trabalho humana, 
física ou mental, é que determina o valor e a 
condição abstrata do produto, porque a 
mão de obra não tem o seu valor merecido?
VERMELHO A ESQUERDA 




Karl Marx (Marx; Engels, 1989, p. 202) dividiu os elementos do processo de trabalho em: 1) atividade adequada a um fim, 2) matéria a que se aplica o trabalho (objeto do trabalho), 3) meios de trabalho (instrumento). Independentemente de qual seja o trabalho, ele sempre possui tais elementos, vezenquando difusos.


A matéria-prima é sempre objeto de trabalho, embora nem todo objeto seja matéria-prima. O objeto, depois de sofrer modificações (pelo próprio trabalho), torna-se matéria-prima. É possível, também, ser matéria e objeto ao mesmo tempo, ao passo que os valores-de-uso o determinam ora como produto, ora meio de produção, dependendo de sua função no processo de trabalho.



O meio de trabalho é um conjunto de coisas que o trabalhador insere entre si e seu objeto, indicando as condições sociais onde se realiza, sendo “o trabalhador o apêndice da máquina”, o medidor da própria capacidade de produção. É importante destacar que, a medida que o trabalho é reduzido a seu caráter abstrato (perde-se a consciência da subjetividade nele implicada), desenvolve-se o que Marx determina como trabalho alienado: onde se implica os fenômenos do fetichismo e da reificação.



Por reificação, entende-se o processo de coisificação onde o próprio direito passa a ser mercadoria de consumo. As ações humanas e suas implicações deixam de ser consideradas propriamente “humanas”, para serem encaradas como “coisas” e, consequentemente, serem vistas como substituíveis e plurais. Já no fetichismo, a aparência mascara a essência do próprio fenômeno, mascarando as relações sociais que o envolvem, e a capacidade de envolvimento de que o próprio fenômeno necessita (sem o envolvimento do humano – subjetivo -, o fenômeno – abstrato - não ocorre).



- Por Lisiane Pohlmann -

# AÉCIO E O FINANCIAMENTO PRIVADO DA ELEIÇÃO #


Financiamento privado de campanha atrapalha a democracia eleitoral

Enquanto empresas financiarem candidatos, 
não dá para falar em ética política, 
pois dinheiro privado patrocinando 
mandatos públicos eletivos não dá certo 

REDE BRASIL ATUAL

A declaração do tucano Aécio Neves, pré-candidato a presidente,  a favor do financiamento empresarial o coloca ao lado do malfadado patrimonialismo que põe o dinheiro e o patrimônio público a serviço do enriquecimento privado.



O Supremo Tribunal Federal (STF) vai dando passos largos para definir que o financiamento empresarial de campanhas eleitorais está em desacordo com a Constituição Federal. O julgamento iniciado esta semana de ação movida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) já tem quatro votos a favor do argumento de que empresas não são povo e, por isso, não podem dar dinheiro a políticos. Simples assim.



Porém, antes mesmo da decisão da Corte, que, aliás, tende a fortalecer a necessidade de financiamento público de campanhas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) já critica o STF pelo simples fato de ter colocado em pauta este julgamento.



"Não gosto muito desse ativismo político do Supremo. (....) Em relação ao financiamento de campanhas, o que temos de estabelecer é a transparência absoluta. É saber quem doou e para quem doou, para que não possamos, até a pretexto de estarmos criando limites, estar estimulando o caixa dois, que é o que me parece que pode acontecer", disse o potencial candidato do PSDB à Presidência da República.

Ora, o argumento de estimular o caixa dois para justificar o atual modelo de financiamento de campanhas é tão tosco como dizer que o teto salarial no funcionalismo estimulou o juiz Nicolau dos Santos Neto a procurar aumentar sua renda desviando dinheiro da obra do Tribunal Regional do Trabalho.



A declaração de Aécio mostra ser ele adepto da continuidade do malfadado patrimonialismo que coloca o dinheiro e o patrimônio público a serviço do enriquecimento privado e corrompe as instituições políticas brasileiras há séculos.

Se os partidos tiverem de fazer campanha com um limite de verba, a lei será igual para todos, e cada legenda que se adapte para fazer campanha de acordo com a realidade de seu orçamento. Quem tem base popular construída e representatividade de fato se elegerá, fazendo campanhas cívicas. Terão mais dificuldade em se eleger quem vê mandatos apenas como um empreendimento dependente de marketing maciço e de "investidores".



O maior problema da corrupção na política nos mais de 500 anos da história do Brasil é o patrimonialismo. Daí surgiram fenômenos nefastos como o coronelismo, o nepotismo, as oligarquias políticas e, mais recentemente, o lobismo empresarial. E não há maior lobismo do que o financiamento empresarial privado de campanhas eleitorais.

É aí que reside o patrimonialismo "moderno". Bancos, empreiteiras, planos de saúde, indústria do petróleo estrangeira e outros segmentos econômicos financiam eleições e depois cobram "favores" de "seus" eleitos, seja para direcionar o orçamento da União para seus negócios, seja para conseguir leis regulatórias que as beneficiem, seja para obter tarifas e pedágios às vezes abusivos, seja para se apropriarem de patrimônio público a preço de banana como ocorreu na era das privatizações tucanas.
Não há como falar a sério em ética e moralização política, enquanto bancos financiarem bancadas de parlamentares que deveriam defender os clientes e correntistas dos juros e tarifas altas. Não há ética política possível com empresas de planos de saúde financiando parlamentares que farão corpo mole pelo SUS, mantendo-o precário, para não atrapalhar as vendas dos planos de saúde privados.



E não há moralização política possível com empreiteiras financiando candidatos que irão direcionar o orçamento público para obras do interesse lucrativo da empresa, em detrimento de outras mais importantes para o interesse público. Isso quando não acontece o pior, com as empresas financiadoras de campanha controlando as nomeações em postos chaves para superfaturar contratos, como ocorreu nos trens metropolitanos paulistas.



Recentemente vimos também com um didatismo impressionante o escândalo do bicheiro Cachoeira atuando para financiar campanhas e depois operando na nomeação de pessoas dóceis a seus interesses no governo de Goiás.

Foi por tudo isso que OAB moveu a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4650, contra a doações por empresas privadas a candidatos e a partidos políticos, já que PSDB, PMDB e outros partidos conservadores, acostumados a se elegerem com as regras atuais, obstruem a reforma política no Congresso.

# POR QUE PROFESSORES EM GREVE? #

A greve dos professores tem uma causa justa

A meta do governo do Quinze,  que
representa o atraso conservador,  é a
desmoralização do professor para o
retrocesso da educação em Dom Eliseu


WALQUER CARNEIRO

Professores em assembleia  decidindo pela greve

O juiz de direito da comarca de Dom Eliseu, Manoel Antônio Silva Macedo, julgou improcedente ações do prefeito Joaquim contra os professores,  onde o juiz decreta a nulidade do decreto do prefeito que exonera professores, anula diploma e suspende o desconto da contribuição sindical dos professores direto no contracheque.

Mas estranhamente o prefeito, até agora, não cumpriu com a determinação judicial, além de que o juiz de Dom Eliseu saiu de férias e ainda não se pronunciou sobre a atitude do prefeito referente ao descumprimento do decreto judicial.  

 Contra fatos não há argumentos, e na verdade o administrador municipal vem se empenhando em promover a desvalorização dos trabalhadores da educação pública municipal de Dom Eliseu, e  temos que lembrar, pois é importante dizer,   que está devidamente comprovado que o prefeito municipal atropela garantias constitucionais ao arrepio da lei. 

Cópia da decisão judicial que anula decreto do prefeito

Primeiro o gestor municipal efetivou mudanças no plano de cargos, carreira e remuneração dos professores sem que os mesmos fossem chamados para participarem da reformulação da lei. Essa reformulação causou perdas que chegam até 50% do salário do servidor da educação; depois, através de um decreto o prefeito anulou 300 diplomas sem uma explicação lógica, já que própria secretaria municipal de educação aceitou tais diplomas; além disso, sem explicação lógica, 12 professores foram sumariamente exonerados.

Diante de tudo isso o Sintepp – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública -, coordenação de Dom Eliseu, vem mobilizando a categoria na reivindicação pela garantia de seus direito. Hoje são mais de 500 professores e trabalhadores em educação filiados ao sindicato e contribuintes com a mensalidade sindical que, por lei, pode ser descontada direto no contracheque do servidor, o que garante autonomia financeira ao Sintepp, todavia esse desconto foi suspenso por uma ordem do prefeito Joaquim.

O protagonismo do Sintepp na mobilização e conscientização dos professores na garantia dos seus direitos vem incomodando a turma do Qunze, é justamente por isso que o prefeito mandou  suspender  da contribuição descontada direto na folha de pagamento. Essa  foi a forma que o secretário de educação encontrou para  tentar enfraquecer o Sintepp, diminuindo as finanças do sindicato que vem atuando de forma enérgica mobilizando os professores contra as atitudes autoritárias do prefeito e secretário de educação.  

A meta do governo do Quinze,  que representa o atraso conservador,  é a desmoralização do professor para o retrocesso da educação em Dom Eliseu. Essa atitude faz parte de um plano a nível federal das forças conservadoras e arcaicas nacional, que em Dom Eliseu são  representadas pelo PMDB, PSDB e DEM,  com o objetivo de manter a população no analfabetismo para que assim essas forças conservadoras possam se apropriar com mais facilidade dos recursos e da riqueza da nação que são enviadas para Dom Eliseu pelo governo de Dilma e do PT.  

# PENSAR NÃO É APENAS PENSAR #

Raciocinar tem que ser seguido do agir

É importante ter consciência 
da evolução do sujeito enquanto 
indivíduo para alcançarmos 
amadurecimento humano pleno

WALQUER CARNEIRO


O ato de pensar é fundamental para o ser humano, e como somos dotados da capacidade do raciocínio lógico,  esse pensar humano tem que provocar transformações que leve o indivíduo a evoluir em harmonia com a coletividade.

No atual momento de minha vida me considero no auge de minha madureza psicológica, social e espiritual, e esse estágio tem me levado a refletir sobre pontos importantes para eu erguer mais uma coluna na construção do meu ser como indivíduo dentro de um conjunto social.

Diante desta proposta as minhas reflexões apontam para a necessidade de pensar, focar naquilo que acredito ser mais importantes de acordo com valores que seleciono como sendo aproveitáveis. É isso que estou fazendo.

Todavia, agora,  entendo que esse pensar tem que ser efetuado de forma organizada para que eu possa desenvolver uma evolução pessoal consciente com objetivos definidos, sendo esse o motor indutor da fé, que é a firme convicção de uma  verdade que não se poder ver  de coisas que ainda não aconteceram mas poderão se tornar realidade.

Quando resolvo organizar a minha  vida o primeiro passo é me harmonizar ao criador, assim agindo  para obter resultados satisfatórios de forma consciente, buscando a sintonia entre os membros da família, pois é a partir da família que conduzimos nossas ações como ser gregário, se expandindo para os amigos e daí para além fortalecendo a coletividade.

O pensar é a chave para o bom êxito de todas as etapas de nossa evolução consciente  como indivíduo no interior de uma sociedade, e essa forma de conduzir a minha existência está me levando a perceber formas mais adequadas para me relacionar com o criador. Pois a  escritura, no primeiro livro de João  revela que: “Se eu não amo a quem vejo, como poderei amar o Criador  ao qual não vejo”. 

A VOZ DE DEUS E A PROSPERIDADE

O criador se manifesta aos que creem 

Quando cremos o criador escuta
a nossa voz e retorna através de
revelações que percebemos de acordo
com a convicção da nossa fé

WALQUER CARNEIRO


- Romanos 10:18 -
Por toda a terra se fez ouvir a sua voz, e as suas palavras até os confins do mundo.

Eu creio em um Deus, único e Eterno que age de acordo com a Sua vontade plena e perfeita. Eu exerço a minha fé de forma consciente, e por isso percebo a presença de Deus à minha volta, e essa fé consciente me proporciona liberdade, todavia me leva também a consciência da minha responsabilidade diante do Criador a quem eu devo obediência e adoração, mesmo diante da minha incapacidade de compreendê-lo plenamente por sua condição de perfeição, e a minha de imperfeição, o objetivo daqueles que creem é buscar o Reino de Deus que nos dá a garantia da prosperidade. 

Quando cremos e, com sinceridade, obedecemos somos dotados da capacidade de ouvir a voz de Deus recebendo as bênçãos por Ele garantida, e esta certeza está registrada no livro de Deuteronômio Capitulo 28, do versículo 1 ao 3. – Se atentamente ouvires a voz do Senhor, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje te ordeno, o Senhor, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra. Se ouvires a voz do Senhor, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas as sortes de bênçãos: 
Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo.- 

Sendo Deus perfeito e nós, o seres humanos, imperfeitos, há a possibilidade de não conseguirmos guardar todos os mandamentos, mas na sua onisciência o Criador previu tal possibilidade e por isso mesmo Ele dotou os seres humanos da capacidade de escutar a Sua voz que se fará ouvir todas as vezes que formos tentados a nos desviar do caminho que nos leva a presença de Deus. 

Quando cremos com sinceridade, e procuramos levar em conta a vontade de Deus, ele nos concede a certeza da concretização de sua promessa em Jesus, o Messias Salvador da humanidade. Jesus nos dá solução da equação no Evangelho de Mateus Capítulo 6 do versículo 25 ao 34. 

Ali o Messias chama a atenção dos discípulos para a importância da fé racional e genuína, diante da ansiedade proporcionada pela influência secular, fazendo uma comparação da importância entre os animais irracionais e vegetais frente aos seres humanos. Do versículo 28 até o 30 Jesus diz: “ Vejam os lírios dos campos, eles não crescem e nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória se vestiu como qualquer um deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós outros, homens de pequena fé ? 

Além de nos orientar através do Espírito Santo Jesus também nos dá a certeza de que poderemos ter tudo o que for necessário para nossa sobrevivência, sem que para isso precisemos fazer muito esforço quando ele diz que são os gentios que fazem esforço para conseguir sobreviver. “ Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas esses coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu Reino e sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas.” 

Esse é o princípio da prosperidade do ponto de vista do criador, e foi isso que Jesus, o Messias, veio consolidar para os seres humanos que foi perfeitamente interpretado pelo apóstolo Paulo aos Romanos no Capitulo 12 do versículo 1 ao 2, quando exorta que nos entreguemos como sacrifício vivo, todavia racional, não nos deixando influenciar por tudo o que nos rodeia, mas transformando em nossa mente e assim praticarmos a renovação adquirindo a condição de experimentar tudo o que Deus tem guardado para nós. Não devemos esquecer que a prosperidade material depende, primeiramente da prosperidade espiritual, como Pedro aconselha em sua segunda carta, Capitulo 3 versículo 18, - ...antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno-. 

Ouvindo a voz de Deus, pela presença do Espírito Santo, foi que a igreja primitiva cresceu e seus membros prosperaram de forma sobrenatural, como se constata no relato dos Atos dos Apóstolos Capitulo 4 do versículo 32 ao 35. Um exemplo da prosperidade material proporcionada pelo cuidado dos primeiros cristãos com a vontade de Deus.

EDUCAÇÃO, ONDE ESTÁ A FALHA ?

Educação é o oxigênio da sociedade 

Professores atuais cujas origens sociais
contém a gêneses das distorções
hereditárias são problemas a serem
solucionados para boa educação futura

WALQUER CARNEIRO


Hoje é unanimidade nacional a deficiência profunda que grassa no sistema educacional brasileiro, e por isso é que a reformulação e investimentos na educação é uma das principais bandeiras levantadas nas manifestações que estão acontecendo no Brasil. 

Em 90% dos municípios a gestão da educação pública é preocupantemente precária, pois secretários de educação sofrem de profunda deficiência que levam a dificuldade de entendimento dos reais problemas a serem solucionados para a melhoria da educação. Essa precariedade de gestão é causada por fatores cujas raízes estão no passado, como veremos a seguir. 

Sendo a educação, a nível nacional, a mãe de todos os males consequentemente Dom Eliseu é afetado por essa situação atingindo, evidentemente, os estudantes a partir dos professores, esses que são produtos deste sistema inepto. 

A mais de quarenta anos que o Brasil tenta um avanço substancial na educação, mas a cada dia que passa a situação piora mais, e isso é preocupante, pois os professores de hoje são frutos de decisões tomadas no passado refletindo no que se vê atualmente, a exemplo da condição atual dos estudantes das escolas públicas municipais que chegam ao primeiro ano do ensino médio de Dom Eliseu em condições educacionalmente lastimáveis. 

A partir da metade dos anos quarenta a elite brasileira resolveu que seria necessário universalizar a educação pública para se livrar da dependência do proletário, mas o aumento repentino da demanda por professores, a partir daí, fez com que pessoas sem o devido preparo e qualificação passassem a instruir a nova geração, que, recebendo instrução inadequada formaram grupos que depois foram as salas de aulas e formaram novas turmas desaguando no que vemos hoje no sistema educacional municipal que envia estudantes totalmente despreparados para o ensino médio. 

Um exemplo de distorção que forma gargalos na educação em Dom Eliseu é uma deficiência no desenvolvimento de tarefas entre educadores com reflexo negativo direto no interior da sala de aulas atingindo os estudantes. 

Hoje a dinâmica das atividades docentes dentro da escola divide-se em dois setores: os professores efetivos em sala de aulas e os coordenadores pedagógicos. Os dois têm que trabalhar em sintonia para que haja um ganho substancial no ensino aprendizado, mas, infelizmente existe conflito entre as duas funções que levam dificuldades para o avanço educacional no município. 

O coordenador pedagógico assume uma função mais técnica, pois quando o professor, dentro da sala de aula detecta que determinados alunos apresentam dificuldades de aprendizado o professor informa ao coordenador pedagógico que tem a obrigação de elaborar um projeto criando um forma de possibilitar que as dificuldades dos alunos sejam sanadas, mas em grande parte dos casos o coordenador pedagógico devolve os alunos ao professor da mesma forma que recebeu. 

O fruto da deficiência na gestão educacional em Dom Eliseu é visto em dois aspectos: dificuldade de comando, na pessoa do secretário de educação, para harmonizar as tarefas de professores e coordenadores pedagógicos e, a conseqüência disso, o baixíssimo rendimento dos alunos nas séries finais. Esse último aspecto foi constatado pela direção da escola de ensino médio de Dom Eliseu. 

A Escola de Ensino Médio Luiz Gualberto Pimentel de Dom Eliseu está preparando um projeto educacional para testar o nível dos estudantes secundaristas do município, e para isso realizou provas de avaliação com 800 estudantes do primeiro ano oriundo dos sistema educacional básico municipal, e para a surpresa da direção da escola 98% dos estudantes que fizeram as provas não conseguiram responde sequer uma questão de forma correta. Apenas dois estudantes conseguiram alcançar nota dois.

Alma Comunicações