sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

PREVISÃO PARA O FIM DO MUNDO !



Evangélica  afirma que Jesus voltará entre 2017 e 2018

Uma religiosa pentecostal
dá como certeza que há
uma conspiração diabólica para
enfraquecer o Cristianismo

FONTE: PORTAL ORAR E VIGIAR


Neuza Itioka, nascida em 13 de abril de 1942, é uma apóstola brasileira. Fundadora e presidente do Ministério Ágape Reconciliação. Neuza foi consagrada ao ministério apostólico em Agosto de 2002.

Neuza é Bacharel em Teologia (Faculdade Metodista Livre), formada em Pedagogia pela USP e doutora em Missiologia pelo Seminário Teológico Fuller. Desde 1988 vem atuando na área de Libertação, Cura Interior e Batalha Espiritual.

Em carta enviada de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, aos Cristãos, a Apostola afirma que após assistir a um filme vendido na internet, se preocupou a cerca do que seria uma Nova Ordem Mundial supostamente criada pelas 13 famílias mais ricas do mundo, estes seriam os Iluminates que junto com a ONU estariam trabalhando para acelerar a vinda do anti-cristo. Segundo ela, nos próximo 6 anos teremos tempos difíceis para os Cristãos, até a volta de Jesus em 2017 ou 2018, quando Cristo inauguraria “seu reinado do milênio”. Neusa Itioka também previu para os próximos anos a eliminação de 90% da população mundial.

A teoria de Neuza a cerca da volta de Jesus se baseia na profecia do Rabino Ben Samuel, morto em 1217, que teria dito que 2017 seria um ano especial para Israel.

A fundadora do Ministério Ágape também pediu muitas orações e jejuns, recomendou ler 20 vezes os dois livros de Tessalonicenses e alertou que muitos evangélicos não irão ter com o Pai devido a suas condutas, mudanças de opinião ou pouca dedicação a Deus.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

PARÁ -  Academia de Polícia tem novo diretor 

O novo diretor disse que  tem um
grande desafio pela frente pois
o propósito será dinamizar a
formação e capacitação de policiais  

FONTE: PORTAL DA POLÍCIA CIVIL DO PARÁ

A Academia da Polícia Civil (Acadepol) já está sob nova direção. A posse do delegado Adonai Matias Mota aconteceu nesta terça-feira, 4, em solenidade no auditório do Instituto de Ensino de Segurança do Pará (IESP), em Marituba, na Grande Belém.

Ele assumiu o cargo em substituição à delegada Márcia Contente Barbosa. A transmissão de cargo teve as presenças do delegado-geral da Polícia Civil, Nilton Atayde; do delegado-geral adjunto, Rilmar Firmino; da corregedora-geral, delegada Nilma Lima; dos diretores de Polícia Especializada, delegado João Bosco Rodrigues; de Polícia Metropolitana, delegada Ione Coelho, e de Polícia do Interior, delegado Sílvio Maués.
Para a delegada Márcia Contente, que deixa a direção da Academia, a responsabilidade de atuar à frente da instituição é grande. “O cargo tem de ser desenvolvido com amor”, declarou ela, ao salientar o trabalho desenvolvido em sua gestão, nos últimos meses do ano passado, quando foi responsável em formar cerca de 300 novos policiais civis, em pouco mais de dois meses.
Em discurso, o delegado Adonai Mota salientou que assumir a direção da Academia da Polícia Civil, unidade responsável pela formação, capacitação e aperfeiçoamento dos policiais civis, é uma tarefa desafiadora.
“Pretendemos investir em nosso quadro funcional para preparar bem nossos policiais para oferecer um serviço cada vez melhor à sociedade”, ressaltou. Outro compromisso adotado pelo delegado à frente da Academia é a melhoria da qualidade dos procedimentos policiais, entre eles, o inquérito policial. Ao falar sobre o delegado Adonai Mota, o delegado-geral, Nilton Atayde, enfatizou a conduta profissional do novo diretor da Academia. Citou, ainda, a importância fundamental da Acadepol na formação dos novos policiais civis. Para ele, a unidade deve atuar sempre na busca do dinamismo para o pleno funcionamento da Polícia Civil.

DE FHC PARA LULA. DE LULA PARA DILMA

Quem é vivo ainda se lembra muito bem da situação do Brasil na era FHC, e a herança maldita que aquele governo entregou para Luis Inácio Lula da Silva, e agora,  oito anos depois,  Lula entrega a presidência para Dilma com todos os setores encaminhados e em franco desenvolvimento. O Brasil hoje é uma máquina com todas as peças novas e devidamente lubrificadas.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

NOTÍCIAS DE BRASÍLIA


Reformas política e tributária é prioridade para a nova legislatura

 

As reformas política e tributária

precisam ser democráticas e

não podem privilegiar partidos

pequenos e sem representatividade

 

FONTE: AGÊNCIA CÂMARA – FOTO LUIZ ALVE


As reformas política e tributária são os principais assuntos pendentes de análise que ficarão para a próxima legislatura. Espaço de tempo durante o qual os legisladores exercem seu poder. No Brasil, a duração da legislatura é de quatro anos. , conforme avaliação dos líderes partidários. O próximo Congresso (2011-2015), segundo eles, terá a tarefa de colocar esses temas em discussão já no início dos trabalhos. "Ainda não houve consenso para esses assuntos. Eles devem ser a pauta número um e número dois da próxima legislatura", afirma o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN).
De acordo com o líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), a reforma política pode ser a saída para uma série de problemas. O atual financiamento privado de campanhas, diz ele, é a raiz da corrupção. O líder do PV, deputado Edson Duarte (BA), também defende a revisão do sistema eleitoral, com o argumento de que hoje os políticos com maior poder econômico são beneficiados.
Na opinião dos líderes, no entanto, o caminho para a reforma política já foi pavimentado com a aprovação da Lei da Ficha Limpa (Lei complementar 135/10). O projeto, aliás, foi destacado como uma das votações mais importantes da atual legislatura. "A Ficha Limpa teve participação do povo brasileiro, de todos os setores, da Igreja, dos advogados. Foi uma colaboração da sociedade via Congresso", acredita Henrique Eduardo Alves. Na Câmara, a proposta foi aprovada em maio.


sábado, 1 de janeiro de 2011

UM SONETO

DINÂMICA DO PRAZER

Energia que sustenta minha vida,
Ar que invade meu interior,
Fonte das emoções que a mente abala
Na presença da qual se produz calor.

Respiração ofegante sorvendo o ar,
Dois corpos em atrito,  pura sensação,
Quanto mais quente a matéria fica
Flutuar é o mais  real ponto de fusão

Leviana força, puramente  instinto,
Ardente matéria nua de duas almas
Se encaixando em perfeita harmonia
No movimento vigoroso perde a calma.

Movimentos e membros entrelaçados,
Fluidos se misturam em odores,
Voragem de ruídos nasce do intimo
Declarando a expressão de amores.

Momento  único de extrema alegria,
Santo e profano em perfeita união,
Quando os corpos entram em contato
O real e o concreto perdem o chão.

Misturando tudo com a mais vil paixão
Uma canção o espírito saciado entoa,
No coração vai surgindo o amor,
Ao final o pensamento da loucura ecoa.

sábado, 25 de dezembro de 2010

UM CONTO



O duro natal da infante. Tudo por dez

Por Walquer Carneiro

Dezoito horas e quarenta e cinco minutos, vinte e quatro de dezembro, movimento intenso na cidade,  como é comum todo fim de ano e véspera de natal, com pessoas num vai e vem frenético pelas ruas, como formigas,  entrando e saindo das lojas num  clima daquele instinto natalino selvagem onde todos pensam somente em comprar sem saber ao certo para quê ou porque.

Em meio a confusão  de gente, automóveis e  equipamentos de som anunciando tudo aquilo que as pessoas menos precisam  a menina estava atenta como quem estivesse perdida e precisava achar. Suas roupas, uma blusinha de malha meio folgada e uma bermuda meio descosturada  do lado , ambas as peças já desbotada por muitas lavadas.  Nos pés uma sandália gasta no calcanhar,  os cabelos maltratados porém bem arrumados, tudo incrivelmente limpos, inclusive ela própria,  que exalava um leve aroma de leite de rosas. Olhando bem atentamente, apesar da simplicidade da personagem e das roupas ordinárias, havia uma certa harmonia no conjunto, todavia a menina apresentava uma palidez de quem não se alimentava muito bem, e no seu rosto não se notava o ar de inocência infantil, apesar dos seus doze anos.   

A pequena ia passo a passo, devagar pensando no presente que daria para sua mãe e o dinheiro ainda não tinha. Lembrou do olhar e  da figura maltratada da mãe no barraco em que moravam juntos com mais quatro irmãos e o pai que a cachaça já tinha tomado conta pelo desgosto ao descobrir que a sua companheira se deitava com outros homens em troca de dinheiro.  

Ela caminhou por mais alguns segundos,  parou em frente a vitrine iluminada de uma loja de cosméticos e perfumes finos, fitando os frascos e caixas reluzentes enquanto em devaneios infantil raciocinava – Hum ! Se pudesse eu comprava um desses para minha mãe... – ela empurrou a porta de vidro e entrou pensando em olhar mais de perto o que ela via do lado de fora.

Quando penetrou no recinto sentiu logo um aroma maravilhoso da mistura de fragrâncias misturado ao frescor do ar refrigerado,   uma leve embriaguês tomou conta do seu intimo e ela sentiu como quem flutuava saindo da realidade. Bruscamente ela despertou do seu sonho quando uma mão lhe tocava firme no ombro e uma mulher lhe perguntou asperamente: - Vai comprar alguma coisa ? –
- Não. Só tô olhando. – disse a garotinha.
- Bom. Então vai saindo porque aqui não é seu lugar. – retrucou a mulher, abrindo a porta e empurrando levemente a menina para fora.
Do lado de fora ela sente o ar quente fazendo-a sair do torpor, que tinha tomado conta dela momentos antes, trazendo-a para a realidade dura,  fazendo ela lembrar o motivo porque ela estava ali.

Dezenove horas, a noite já se faz presente, e o movimento barulhento prossegue no centro da cidade miserável, a menina esquece os perfumes e cosméticos e  caminha um pouco mais apresada até se encontrar com um grupinho de quatro mulheres num canto escuro da praça.

A menina se aproxima e uma das mulheres, aparentando ser a mais velha diz:
- He muié!  Onde é que tu tava ? – exclamou com impaciência.
- Tava ali olhando uns perfumes.-  disse a pequena sorrindo.
- Tá bom ! Perfume né? – replicou e mulher mais velha com cara de enfado e tom de ironia.
- Hum a rapariguinha qué andá perfumada ! Hém! – debochou outra mulher do grupo, essa mais jovem, uns vinte anos, vestindo uma blusa preta colada e com amplo decote, um minúsculo short e sandálias de salto extremamente alto.
- Eu num sô rapariga não! – disse zangada  a pequena.
- O que é então? É  santa é ? – rebateu a outra.
- Rapariga é nome muito feio.- balbuciou a menina.
- Mas é isso que tu é ! – disse a mulher mais velha. – E deixe de discussão, porque daqui a pouco os freguês  estão chegando. – ordenou ela.  
A menina resignada atende a ordem ponderando no seu intimo: - Amanhã é natal e eu tenho que dar um presente para minha mãe. Vou comprar aquele vestido na loja tudo por dez. – decidiu ela no instante que, rente a calçada onde ela estava,  encosta um caminhão.

A mulher mais velha pega a menina pelo braço e a leva em direção ao veículo dizendo: - Olha aí moça, é com esse que você vai hoje ! – falou levando a pequena em direção ao caminhão que já estava com a porta do lado do motorista aberta,  por onde aparecia a cara de um homem rústico que esbravejou em voz baixa: - Umbora, entra logo pra num dá na vista.-

A menina entra  já pensando na agonia que será enfrentar aquele ser malacafento.
Enquanto isso o homem dando partida no caminhão pensa: - Eita presente de natal porreta ! E vai me custar só dez reais!-   

UM POEMA


Pretensão do Poeta (Perfil)

Sou poeta cantador,
Ser humano que percebe
As minúcias ao redor,
Procurando ser vencedor
Busco não ver tristeza.
Porém em meio à graça
Percebo o que destoa
Talvez não com clareza.

Sou poeta do concreto
Pensando rimar a rima,
Fantasia permeia a mente
Quando esboço o projeto.
Romântico, sou realista
Vejo milhões de palavras
Que como nuvem aparece
No sonho surrealista.

Do sul sou brasileiro
De onde saí na infância
Percorri muitos lugares
Ganhei alma de guerreiro.
Aprendi lendo os mestres
Cervantes, Bandeira, Cabral
Tantos outros menestréis
Passantes na esfera terrestre.

Parei no estado do Pará
Onde afinei minha escrita
Rascunhando muitos papeis,
Montando meu patuá
Pretendo levar minha poesia
Como forma de congregar
Pensamentos e sentimentos
Sem cometer heresias.

Alma Comunicações