PREVIDÊNCIA MUNICIPAL É SEGURA?

Em Belém constatado desvio de recursos da previdência municipal 

Instituto de previdência municipal 
é uma mina de dinheiro e 
pode atrair a cobiça de 
pessoas mal intencionadas 

WALQUER CARNEIRO


Instituto de previdência próprio do município de Dom Eliseu, muitos dos leitores deste blog acompanharam a implantação desta instituição que substituiu o INSS para os servidores públicos municipais, e para a implantação desta previdência social em Dom um projeto de lei foi enviado à câmara municipal para a apreciação dos vereadores. O projeto tramitou na casa de leis por quase 30 dias e recebeu críticas tanto de vereadores de oposição, como Daniel Andrade (PT) e Genilson Cavalcante (DEM), como também de vereador da situação como a vereadora Claudia Machevesk (PDT), além de que o Partido dos Trabalhadores (PT), capitaneado por Gaston Seviero, sob os auspícios de Eduardo da Luz, presidente do diretório do PT local, empreenderam uma cruzada na mídia local e nas comunidades e categorias de trabalhadores contra a instituição do IPSENDE . 

Os principais argumentos contrários a implantação do IPSEMDE - Instituto de Previdência Social dos Servidores Municipais de Dom Eliseu foi que não haveria garantia de que recursos arrecadados com a contribuição dos servidores municipais seriam realmente direcionados para os fins designados, que é a aposentadoria e tratamento de saúde, além de que os críticos argumentavam também que esses recursos poderiam ser usados indevidamente pelo gestor municipal. Todavia, mesmo com todas as críticas o implantação do IPESENDE foi aprovado em 2010 e conta com uma equipe de fiscalização que acompanha todo o processo de arrecadação e aplicação dos recursos captados através da contribuição dos servidores. 


Até agora não registro de uso indevido do dinheiro do contribuinte municipal, mas isso não quer dizer que algum ilícito não possa ser prático, há sim essa possibilidade, e um exemplo da criatividade humana para cometer mal feitos aconteceu recentemente envolvendo servidores do instituto de previdência social do município de Belém. As informações estão contidas na página do Diário do Pará ( para mais informações clique AQUI ) na internet relatando que a polícia civil de Belém deflagrou uma operação para esclarecer desvio de dinheiro da previdência municipal de Belém, supostamente efetivado por funcionário daquele instituto. Os dois funcionários são marido e mulher e trabalhavam no setor de informática de onde supõem-se que originou-se a fraude. ( Com informações de DOL)

FIM DO VOTO SECRETO NO CONGRESSO

Deputados entregarão abaixo-assinado em defesa do voto aberto

O voto secreto nas casas 
legislativas federais é obscurantista indo 
contra o caráter de transparência 
que é inerente à democracia moderna

FONTE - AGÊNCIA CÂMARA

O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Voto Aberto, deputado Ivan Valente (Psol-SP), afirmou que será entregue na próxima semana ao presidente da Câmara, Marco Maia, um abaixo-assinado em favor da votação imediata da proposta que acaba com o voto secreto no Legislativo (PEC 349/01).

O texto foi aprovado em primeiro turno em 2006 e aguarda inclusão na pauta do Plenário para votação em segundo turno.

Pelas regras atuais, deputados votam secretamente em casos como processos de cassação de parlamentares, eleição da Mesa, análise de veto presidencial e escolha de ministros do Tribunal de Contas da União (TCU).

Segundo Ivan Valente, é preciso que a Câmara vote a PEC com rapidez e deixe que o Senado posteriormente discuta questões polêmicas do texto, como os vetos presidenciais ou a eleição da Mesa. Para o deputado, o voto aberto precisa começar a valer já nos processos contra parlamentares envolvidos no caso Cachoeira.

Na última terça-feira (26), integrantes da Frente Parlamentar em Defesa do Voto Aberto fizeram manifestação em Plenário pela inclusão da PEC 349/01 na pauta de votações.

DEMÓSTENES PEDE ARREGO

Demóstenes oferece a renúncia em troca da absolvição

Diante do julgamento inevitável o senador
tenta manobra para se safar da cassação e
acalenta a esperança de se dar bem no
julgamento do senado já que o voto lá é secreto

FONTE - CORREIO DO BRASIL


Prestes a enfrentar o Plenário do Senado, que poderá cassar seu mandato, o senadorDemóstenes Torres (ex-DEM-GO) tentou, nesta terça-feira, uma última cartada para assegurar seus direitos políticos e, assim, ter a chance de se candidatar nas próximas eleições. Desde a noite passada, quando a Comissão de Ética definiu, por unânimes 15 votos a zero, o destino do aliado ao bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, ele e emissários contactados têm disparado uma série de telefonemas para os principais articuladores da Casa, entre eles o presidente da Senado, José Sarney (PMDB-AP); o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), e o ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG), para oferecer sua renúncia, caso seja absolvido.

Demóstenes preferiu não assistir, pessoalmente, à sua derrocada no plenário do Conselho de Ética, noite passada, quando o senador Humberto Costa (PT-PE), em seu relatório de 79 páginas, pediu a cassação de seu mandato por quebra de decoro parlamentar. Costa disse que há provas “robustas” e manifestas” do envolvimento de Demóstenes com Cachoeira. Nos bastidores, Demóstenes tenta que a fórmula funcione junto aos seus interlocutores: ele tiraria licença do cargo por 120 dias – o que pode ser feito sem que o suplente venha a assumir o posto – e depois renunciaria ao mandato, desde que os senadores que têm lideranças sobre os colegas não trabalhassem pela cassação. Demóstenes, assim, garantiria a cada um deles que não tem mais condição de permanecer no Senado, desde que absolvido no Plenário, onde a votação é secreta. Desta forma, seus direitos políticos estariam assegurados e ele poderia renunciar.

PARA SABER MAIS CLIQUE AQUI.

JORNALISTA CAI NA ONDA DE CACHOEIRA

Jornalista reafirma que Cachoeira pagou campanha de Perillo

Jornalista afirma que foi ludibriado,
pois fez trabalho honesto e limpo
e recebeu como pagamento
dinheiro de procedência ilícita

FONTE - PORTAL VERMELHO C/ AGÊNCIA CÂMARA


De Brasília - O jornalista Luiz Carlos Bordoni reafirmou em sua exposição inicial na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, nesta quarta-feira (27), que uma parte do pagamento pelo seu trabalho na campanha de Marconi Perillo ao governo de Goiás em 2010, no valor de R$ 90 mil, foi paga por duas empresas de fachada do contraventor Carlos Cachoeira – Alberto & Pantoja Construções e Adécio & Rafael Construção e Terraplanagem. Os outros dois depoentes do dia não falaram à CPMI.


“O pagador de contas de Marconi Perillo (Lúcio Fiúza Gouthier) passou o número da conta da minha filha para uma quadrilha e envolveu o nosso nome nessa investigação”, disse. Ele disse que fez um trabalho limpo e recebeu dinheiro “sujo”.

Bordoni também apontou a existência de um governo paralelo em Goiás comandado por Cachoeira. Segundo ele, “todos sabiam” que a ex-chefe de gabinete de Perillo, Eliane Gonçalves, “representava Cachoeira no governo, com radinho na mão” (uma referência ao aparelho Nextel cedido pelo contraventor).

O jornalista disse que havia passado o número da conta da filha dele, Bruna, para Gouthier, para receber quantias atrasadas relativas à campanha eleitoral de 2010 e depois foi informado de que o depósito havia sido feito, mas não checou quem havia depositado.

Em abril, no dia do depoimento do senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) na CPMI, foi surpreendido pela “terrível notícia” de que um depósito na conta de sua filha tinha sido feito por uma empresa de fachada de Carlinhos Cachoeira.

E disse ter sentido “profunda indignação” pelo fato de a filha ter aparecido como laranja do senador Demóstenes. Bordoni afirmou que, de fato, a filha foi nomeada como assessora do senador, mas não chegou a tomar posse no cargo, por problemas de saúde.

O jornalista disse que recebeu em dia R$80 mil de R$120 mil combinados pelo seu trabalho. Além dos R$40 mil que ficaram faltando, teria deixado de receber R$ 0 mil relativos ao bônus pela vitória na eleição, que também teria sido previamente combinado. Ou seja, ficaram atrasados R$90 mil. “O recebimento dessas quantias atrasadas é que me trouxe a essa CPMI”, disse.

“Quem sou eu para achacar o rei do achaque?”, perguntou ele, contestando a versão de que os depósitos em sua conta são resultado de extorsão contra Cachoeira. Segundo ele, essa versão é “risível”. Ele questiona o fato de não existir prova sobre a suposta chantagem.

OUTROS SILENCIAM 

Eliane Gonçalves Pinheiro, ex-chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo, foi liberada pela CPMI do Cachoeira de depor após ter dito que obteve na Justiça o direito de permanecer em silêncio.

O presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, convocado para depor hoje, enviou o segundo atestado médico alegando que corre risco de hemorragia cerebral se for submetido a situação de estresse, pois sofre de aneurisma.

Eliane é acusada de repassar informações sobre operações policiais. Segundo a PF, ela avisou Geraldo Messias, prefeito de Águas Lindas (GO), que agentes fariam uma operação de busca na casa dele numa operação de combate a fraudes contra a Receita Federal em Goiás. Logo que as denúncias vieram à tona, ela pediu exoneração. 

O presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) disse que convocou Rincón para uma perícia médica no Senado, mas o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) sugeriu que fosse cancelada a perícia, pois a comissão poderia esperar até agosto pelo depoimento. A deputada Íris de Araújo (PMDB-GO) disse que Rincón continua trabalhando normalmente desde que apresentou o primeiro atestado, em 30 de maio, quando foi convocado pela primeira vez.

Jayme Rincón, que foi tesoureiro da campanha de Perillo ao governo do estado em 2010, foi citado em ligações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal (PF). Segundo as investigações, foram depositados R$600 mil pelo grupo de Cachoeira na conta da empresa Rental Frota Ltda., que tem Jayme como um dos sócios, com 33% de participação. A Rental confirma o pagamento, mas diz que se refere à venda de 28 veículos usados. 

SILON CONTRA GASTON

Empate técnico entre Gaston e Silon 

Numa eleição para prefeito em que 
Silon e Gaston fossem adversários 
concorrendo a prefeitura a disputa 
seria páreo duro para os dois 

WALQUER CARNEIRO 

A pesquisa de opinião do eleitorado de Dom Eliseu para as eleições 2012 observou também o cenário de uma provável disputa entre Silon e Gaston e constatou-se que a disputa será disputada voto a voto, onde Silon leva vantagem de votos na classe de eleitores menos escolarizados (44%) e Gaston leva vantagem na classe dos eleitores com maior grau de estudo ( 53%). Todavia na avaliação geral da intenção de votos Gaston leva 41% e Silon 41% apresentando um empate técnico. 

VEJA E CONFIRA O GRÁFICO A BAIXO


PORQUE FOI FEITA A PESQUISA

Silon não aceita resultado da pesquisa

A liderança do PSDB em
Dom Eliseu descarta qualquer
possibilidade de aliança  
política com o PT local

WALQUER CARNEIRO 

A pesquisa da Vitu Análise e Estratégia sobre o comportamento e tendência e intenção de voto do eleitor de Dom Eliseu foi realizada por uma decisão de lideranças políticas do  PT, que tem como liderança principal o empresário Gaston Seviero,   e o PSDB, que tem como liderança principal o empresário Silon da Gama, e que desde março estavam conversando sobre a possibilidade de união dos dois grupos para disputar a eleição 2012 contra o prefeito Joaquim Nogueira, porém os grupos (PT e PSDB)  divergiam quanto ao nome que viria como candidato e prefeito e a vice em 2012, e por isso  foi decidido que seria feita uma pesquisa de opinião pública por uma empresa conceituada nacionalmente.  Essa pesquisa mostraria qual dos dois pré-candidatos seria o   mais bem cotado,  e aquele com a maior porcentagem de intenção de votos seria o candidato  a prefeito.


Tanto o grupo do PT quanto  o grupo do PSDB têm como adversário políticos histórico o grupo do PMDB, do qual faz parte o atual prefeito  Joaquim Nogueira, que vem se fortalecendo, apesar da tentativa de cassação de mandato que o prefeito sofreu da parte do PSDB de Dom Eliseu,  (Silon da Gama), além de que Joaquim vem recebendo pesada oposição por parte do PT local (Gaston Seviero), ambos têm como adversário comum o atual prefeito e por isso se cogitava a união dos dois partido (PT e PSDB).


Todos os trâmites para a contratação da empresa que efetuou a pesquisa foram aprovados e acompanhados por membros dos dois partidos escolhidos em uma reunião conjunta. O grupo também aprovou o nome do Pastor Elias Martins para a contratação da empresa da pesquisa. A primeira empresa a ser cogitada foi o tradicional IBOP, no entanto foi  descartada  por haver denúncias de que a empresa tenha cometidos fraudes  em pesquisas,  e aqui no Pará a empresa não é confiável.


Outras empresas foram procuradas, todavia as mais conhecidas estavam com a agenda completa até o final do mês, e já que a data limite escolhida pelo grupo para que o resultado da pesquisa fosse revelado era no máximo até o dia 15 de junho decidiu-se, de comum acordo entre as lideranças dos dois partidos,  por procurar uma empresa menos conhecida, porém confiável, no caso a Vitu Análise e Estratégia a única que garantiu entregar o resultado no dia 15 de junho.


A pesquisa onde o eleitor responde de forma espontânea em quem ele vai votar apresentou um resultado positivo para o Gaston que está quatro pontos percentuais a frente do Silon, e dois a frente do Joaquim, sendo que o percentual de indecisos é de 24%. O resultado da pesquisa não foi aceito por Silon, pois de acordo com ele não havia a menor possibilidade do Gaston estar a frente na pesquisa, além de que as lideranças do  PSDB não aceitam o Silon  como candidato a vice na chapa do Gaston.

CANDIDATOS E A PERCEPÇÃO DOS ELEITORES

Pesquisa avalia a porcentagem de  lembrança dos eleitores

Um dado muito importante
em uma eleição é a
quantidade de eleitores afirmam
 lembrar de determinado candidato

WALQUER CARNEIRO

O levantamento   realizado recentemente pela empresa de pesquisa de opinião pública Virtu Análise e Estratégia  fez uma radiografia da atual situação do panorama eleitoral em Dom Eliseu, e para tal foram ouvidas 400 pessoas das mais diversas faixas etária, de ambos os sexos e escolaridade variada em todos os bairros de Dom Eliseu bem como Vila Bela Vista e Vila Ligação. Todo o território pesquisado foi dividido em nove regiões e em cada região foram entrevistadas determinadas porcentagem de pessoas que ao todo perfizeram 100% de 400, sendo que as regiões foram agrupadas da forma descrita a baixo seguida das porcentagem :

Região 1 – Centro e  Esplanada onde foram entrevistadas  21%
Região 2 – PDS / Vitória / Bom Jardim............................... 15%
Região 3 – Jardim América / Tropical   ...............................15%
Região 4 – Planalto / Vila São Paulo....................................24%
Região 5 -  Bom Jesus / Flor do Ipê .......................................6%
Região 6 – Vila Ligação........................ .................................3%
Região 7 – Vila Bela Vista .....................................................9%
Região 8 – Liberdade / Bartolomeu........................................4%
Região 9 – Chinesa.............................. ...................................3%

Nas regiões com menos habitante diminui a porcentagem de entrevistados, enquanto nas regiões com mais habitantes a porcentagem de entrevistados é maior.

LEMBRANÇA DO CANDIDATO NA MENTE DO ELEITOR

CONHECE E CONHECE BEM EM %

Silon...................54%
Joaquim..............44%
Gaston................42

CONNHECE POUCO E NÃO CONHECE

Silon....................43%
Joaquim...............53%
Gaston.................55%

O Silon é o mais conhecido e o Gaston o menos lembrado, sendo que o Joaquim fica entre os dois,  mas devido o cargo de prefeito Joaquim devia ser o mais conhecido, todavia o eleitor entende como conhecer quando há contato visual próximo por pelo menos uma vez, no entanto essa situação tende a se equalizar durante a campanha, mas como realidade atual dá uma noção do comportamento do eleitor, pois fica mais fácil conquistar o voto de um eleitor que conhece o pré candidato, já que lembrar do nome do pré-candidato não é garantia de voto.



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