# DOM ELISEU FAZ A MODA E VESTE BEM #

A cidade conta com ótima produção de roupas 

É surpreendente a capacidade do 
setor produtivo de Dom Eliseu 
que o poder público não 
tem competência para enxergar 

WALQUER CARNEIRO

Um grupo de mulheres do ramo de confecções resolveu tomar iniciativa e lutar contra a crise financeira que se abateu sobre o município de Dom Eliseu nos últimos anos provocada pela desativação do setor produtivo madeireiro causando desemprego em todos os setores. Diante da incapacidade do setor público municipal em desenvolver programa indutor para geração de novas fontes de emprego e renda a população está tomando a dianteira. A ação foi proposta por Francisca Oliveira Ferreira, moradora do Bairro Planalto, que começou a pensar um modo de contribuir, e então ela fez uma pesquisa no bairro e percebeu uma considerável quantidade de mulheres desenvolvendo atividades na confecção de roupas. “A minha intenção era ir embora de Dom Eliseu, mas entendi que era possível fazer alguma coisa, então comecei visitar os locais de costura”, contou Francisca que surpresa contabilizou 40 empresas do ramo de confecções somente no Bairro Planalto. “Visitei cada uma delas e fiz a proposta para a gente iniciar um movimento para organizar o setor, e consegui o apoio de cinco empresárias”, disse ela.



Francisca notou que as roupas feitas pelas costureiras do bairro não são valorizada, levando em conta que o grupo organizado por ela produz uma variedade de modelos que vão desde roupas intimas, esporte e social, então ela resolveu promover, no sábado, dia 12, um desfile para apresentar os produtos para o público, e que foi muito agradável para Edinéia dos Santos , dona da marca Tri-E que ficou emocionada em participar do evento pela primeira vez. “Esse desfile foi bastante importante pra gente divulgar nossas marcas e modelos, mostrando que Dom Eliseu produz tudo o que as pessoas precisam no ramo de roupas”, exultou Edinéia. 

Para todas as microempresária o evento foi algo inédito e na avaliação de Francisca a partir deste evento haverá um desdobramento com o objetivo de organizar a categoria. “Agora eu vou sentar com elas e fazer uma escala de trabalho para montar uma pequena empresa para gerar emprego no bairro”, revelou ela afirmando que já recebeu um comunicado do Sebrae que disponibilizou apoio para o empreendimento. 

De acordo com o levantamento realizado pela promotora do evento, apesar do volume considerável de roupas, somente no Bairro Planalto as empresárias sentem a ausência de uma divulgação mais efetiva para garantir negócios mais expressivos, e essa é a mesma preocupação da Evileuza dos Santos, proprietária da marca Siuara. “Não tinha como a gente divulgar, eu estou com três anos que iniciei e agora que surgiu essa oportunidade,” relatou ela que sentia a necessidade de divulgar a sua marca mas não sabia como fazer. “A iniciativa da Francisca foi muito legal e espero que apareçam outros eventos para que agente possa divulgar mais, para que as pessoas conheçam nosso produto”, considerou Evileuza.




Além de motivar as micros empresárias da confecção a iniciativa serviu também para iniciar a organização de jovens e adolescentes do bairro que foram reunidos para vestirem as roupas com as quais eles desfilaram para um público com cerca de 100 pessoas.

Francisca Oliveira,
promotora do evento
 Os anseios e o empenho destas senhoras são um claro exemplo da capacidade criativa e produtiva do setor de confecções de Dom Eliseu, e um exemplo do descaso do setor público com essa categoria que deveria contar com a atenção da prefeitura municipal como motor de motivação, já que o município carece de projetos de geração de emprego e renda, e o papel do poder público é conceder o amparo para fomentar iniciativas desta natureza.

# ESTUDANTE DE DOM ELISEU NO CURSO DE ENGENHARIA #

Rafael conseguiu superar principal obstáculo 

A partir de agora a o estudante de 
família humilde começa os 
preparativos para ser 
inserido no mundo acadêmico 

WALQUER CARNEIRO 

Ainda hoje no Brasil o sistema educacional é muito desestimulante, e se para ultrapassar as barreiras impostas pelo sistema já é muito difícil para quem nasce em berço de ouro, imagina então para aquele que é oriundo de uma família humilde, é neste contexto que está inserido um estudante de Dom Eliseu, e o mais novo selecionado para um curso da Universidade Federal do Pará. 

Mas quando o objetivo é o que move o indivíduo, e as metas são alcançadas aproveitando-se as oportunidades, e foi assim que o estudante Rafael Silva do Nascimento conseguiu atingir seu alvo ao ser selecionado para o curso de engenharia civil na UFPA – Universidade Federal do Pará - . Com 18 anos Rafael é estudante do terceiro ano do ensino médio na Escola Luiz Gualberto Pimentel, e no dia 9 de dezembro ele fez as provas para o vestibular, na UFPA. 

A disciplina e a aplicação nos estudos são características que permitiram a Rafael chegar ao ponto que chegou, é o que atesta a diretora da escola Luiz Gualberto Pimentel, Emília Megumi Ueoca revelando que Rafael sempre foi um estudante com um comportamento diferenciado. “Enquanto nos intervalos das aulas os outros alunos ficavam circulando pelo pátio, Rafael estava na sala de aulas fazendo exercícios”, contou a diretora.

A cima o cartaz no muro externo da escola homenageando Rafael
e a baixo Rafael junto com a diretora  Emília .

Rafael já havia tentado uma vaga na Universidade Federal do Tocantins e não logrou êxito, mas de acordo com ele serviu como experiência. “Eu sempre contei com o estimulo da família, dos amigos e professores, e isso foi importante para que eu me inscrevesse no vestibular da Ufpa”, relatou Rafael para quem a aprovação foi uma surpresa. “Eu não esperava ser aprovado, assim de primeira, pelo fato de não ter estudado muito, e fiz a prova apenas como experiência”, afirmou ele. 

A partir de agora Rafael começa a se preparar para uma nova fase de sua vida, pois ao concluir o último ano do ensino médio novas expectativas serão abertas ao estudante que tem verdadeira fascinação pelas disciplinas de física e matemática, e o curso de engenharia civil trabalha muito essas matérias. “Eu estou muito feliz por ter conseguido essa conquista, e agora vou ter novas perspectivas de aprender mais sobre física e matemática”, declarou ele levando em conta também a importância da UFPA como uma uma instituição de ensino de renome nacional. 

A vitória de Rafael contagiou a todos, a para a diretora Emília a conquista foi um trabalho de envolvimento de escola como um todo. “Porque queira ou não os professores têm um vinculo muito grande com o aluno, e eu acredito que se o professor não incentivar o aluno não vai”, avaliou a diretora satisfeita por fazer parte deste momento de transição de Rafael. 

EXEMPLO

A diretoria da escola também pretende usar o exemplo de Rafael para iniciar uma campanha de motivação, dentro e fora da escola, para incentivar outros estudantes da instituição, mostrando a eles que com seriedade e compromisso é possível levar adiante os estudos. “A gente vai aproveitar esse momento e mostrar para a cidade, através de faixas e outdoor, que qualquer pessoa pode conseguir, basta querer e ter uma meta, arregaçando as mangas e sentar para estudar mesmo, pois o Rafael está mostrando para os outros é que se eu quero eu consigo”, falou a diretora. 

APOIO FINANCEIRO 

A preocupação da diretora agora é com a manutenção de Rafael enquanto ele estiver na faculdade, pois a sua família é pobre e as despesas com estudos a nível universitário são muito altas. “A partir de agora Rafael precisa de todo o apoio possível, tanto financeiro como social, e nós, na escola, vamos lutar para garantir esse apoio, pois o que a gente não quer, neste momento, é que ele desista”, disse Emilia. 

Diante da situação de Rafael, sendo ele um estudante com alto potencial, a diretora Emília pretende iniciar uma campanha para que ele seja adotado, como estudante, por empresários de Dom Eliseu, com o objetivo de custear, ao menos, parte dos estudos de Rafael na universidade.

PODE ACREDITAR, O MUNDO ACABOU

O velho mundo já não existe mais

A partir de agora, se você prestar atenção, 
irá perceber reais transformações
nas coisas da natureza. Na ciência e 
tecnologia já estamos presenciando 

FONTE - laurabotelho.blogspot.com.br


DNA é uma antena fractal em campos eletromagnéticos



Somos banhados em uma ampla faixa de frequências a cada dia.
Energia, frequências, sons e vibrações estão por toda nossa volta, apesar de você não senti-la, acredite ou não, têm um impacto profundo em sua existência.

Em poucas palavras, o corpo humano é construído com uma antena fractal dentro de cada célula, que responde a toda a gama de frequências no espectro EMF. O que isto significa é que seria tolice se concentrar em apenas uma frequência, porque somos bombardeados portodas frequências!

Todas estas frequências estão dentro da gama de radiação não ionizante, o que significa que eles não têm efeito de aquecimento suficiente, ou poder, para separar elétrons de átomos. Acima disso, você entra na faixa de frequência de ionização, que incluem raios ultravioleta (UV), raios gama e raios-x que afetam as estruturas atômicas. 

Albinismo – a prova que a mudança está em curso
A Terra está evoluindo bem como as formas de vida que nela vivem e dentro dela, este é um processo natural que ocorre a cada 25 mil anos ou mais. 

O aumento exponencial de terremotos, atividade sísmica, erupções vulcânicas e fenômenos relacionados com o tempo, estão ligados ao aquecimento do interior do nosso planetaTerra. À medida que o manto da Terra muda devido ao movimento da placa tectônica, permite o aumento da radiação do núcleo de se mover livremente para a superfície.

Praticamente, do fundo do mar ao centro da nossa Galáxia, não sabemos nada. Vivemos numa bolha ilusória chamada “mundo”, na qual só vemos aquilo que nos for “permitido ver” ou... se por iniciativa própria, começarmos a fuçar e a pesquisar “as coisas”.

O fato é que: a percepção sobre o velho “mundo” mudou, ele faleceu. Um novo “mundo” nasceu e como todo “recém-nascido” temos que aprender a lidar com ele, saber ouvi-lo, conhecer sua “manha”.

Se você não percebeu isso ainda é porque te falta muita sensibilidade e atitude para enterrar o passado ou para admitir um futuro. Acorda, o mundo mudou!

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A QUEM PERTENCE A FLORESTA ?

Os ricos querem destruir e os pobres querem preservar 

Sob ameaça de madeireiros e
pecuaristas, agricultores tentam
criar novo modelo de
desenvolvimento na Amazônia

FONTE - www.ecodebate.com.br




Famílias que viviam só da agricultura agora 
fazem a extração de óleo de andiroba
Na Amazônia brasileira, um grupo de agricultores tenta estabelecer a viabilidade econômica da extração sustentável de óleos naturais de plantas locais. 


O projeto Sementes da Floresta foi formado por agricultores levados originalmente para a Amazônia num programa do governo que pretendia colonizar a região ao longo da Transamazônica. 

Na década de 1990, eles criavam gado e praticavam uma cultura de subsistência. Mas, aos poucos, começaram a perceber que a agricultura que praticavam acabaria esgotando o solo e destruindo a floresta. 

Derisvaldo Moreira, o Dedel, um dos integrantes do Sementes da Floresta, conta que a comunidade extrai diversos tipos de óleos naturais de plantas como andiroba, castanha-do-pará e cupuaçu. O óleo produzido é vendido principalmente para a indústria cosmética. 

Como muitos agricultores do Sementes da Floresta, Dedel migrou para a Amazônia do árido Nordeste brasileiro em busca de terra e recebeu um pequeno lote do governo para a lavoura e o cultivo da terra. 

Com o tempo, porém, esses pequenos agricultores começaram a pensar em um novo tipo de atividade econômica – a extração sustentável de óleos naturais de plantas amazônicas. 

PROJETO

Em um primeiro momento, sua ideia não era parar de praticar a agricultura da noite para o dia, mas combinar o plantio com a extração sustentável de óleo de andiroba. 

Foi dessa maneira que, com apoio da irmã franciscana Ângela Sauzen, nasceu o projeto Sementes da Floresta. 

Desde então, o projeto vem se expandido para incluir mais produtos naturais e mais comunidades. 

A transição da agricultura para o extrativismo sustentável, porém, não foi fácil. Os colonos, sem prática na extração de óleos, tiveram que convidar pessoas de comunidades tradicionais, que vivem há muito tempo na floresta, para ensiná-los como tirar tais substâncias das sementes das plantas. 

Também tiveram de passar pelo processo burocrático de criar uma empresa comunitária para adequar o processo extrativista a exigências legais e contábeis. Os problemas são muitos, a começar pelo fato de que os assentados não têm sequer o documento de suas terras, devido à inação do Instituto de Reforma Agrária (Incra). 

Eles também tiveram de trabalhar duro para alcançar os altos padrões técnicos exigidos por fabricantes de produtos de beleza. 

Algumas famílias desistiram quando se deram conta de que levaria tempo até que pudessem ter um bom retorno econômico, mas outras continuam entusiasmadas. 

CONFLITO 

Mas o problema mais grave dos colonos tem sido a oposição implacável de latifundiários, grileiros e madeireiros, que afirmam que a terra é deles, apesar de o governo ter decidido, em 1971, criar o Polígono de Altamira, destinando as terras daquela porção da rodovia Transamazônica para serem ocupadas exclusivamente por pequenos agricultores do programa de reforma agrária. 

Os madeireiros da região admitem, sob condição de anonimato, que de certa forma todos operam ilegalmente. 

Eles justificam dizendo que é difícil cumprir todas as exigências da legislação brasileira, em especial a necessidade de ser dono da terra (que os proíbe de tirar madeira de terras públicas e reservas indígenas). 

“Hoje eles (os madeireiros) estão derrubando até árvores cuja madeira não é tão valiosa, como maçaranduba e angelim vermelho. Dedel, do Sementes da Floresta” 

A ocupação da região se deu em paralelo à operação clandestina de madeireiras, que atuavam aproveitando a ausência do Estado. “O Incra não fez o que prometeu. Ele deu as terras para as famílias, mas não construiu as estradas que seriam necessárias para acessá-las. E fomos nós, madeireiros, que construímos todas as estradas”, diz Adair Abel Vargas, um dos maiores madeireiros locais. 

Os madeireiros adquiriram um grande poder político na região – e acreditam que esse poder está sendo desafiado pelas famílias que propõem uma nova forma sustentável de viver da floresta. 

A hostilidade entre madeireiros e integrantes do Sementes da Floresta vem crescendo há alguns meses, porque os últimos querem ampliar sua área de extração para uma região em que os madeireiros são bastante ativos

AMEAÇAS 

Segundo Dedel, os madeireiros teriam feito ameaças aos colonos, dizendo que eles estariam “arriscando suas vidas” se tentassem levar adiante seu projeto. 

“Nós não nos intimidamos”, garante Dedel. 

“Mas nos incomoda o número de árvores que estão sendo cortadas. Há alguns anos havia uma árvore aqui, outra a 200 metros de distância. Hoje eles estão derrubando até árvores cuja madeira não é tão valiosa, como maçaranduba e angelim vermelho. E quando vão para a floresta, estragam um monte de árvores de que precisamos.” 

O pecuarista Domingos Nicolodi reivindica mais de 6.000 hectares de terra na área em que os assentados hoje fazem coleta de produtos florestais, apesar de tais dimensões extrapolarem mais de duas vezes a área máxima de terras públicas que uma pessoa pode adquirir de acordo com a Constituição brasileira. 

Nicolodi diz que ele faria bom uso da terra, criando gado e contribuindo para a riqueza que o agronegócio gera para o Brasil. 

Questionado sobre o projeto Sementes da Floresta ele diz: “Isso é tudo coisa daquela freira maluca. Não sei por que ela tem de se envolver nessas questões de terra. Ela devia ficar na igreja, rezando.” 

Irmã Ângela ignora as críticas. Para a franciscana, o importante é que o Incra legalize a situação dos colonos, que ainda é irregular. 

“Temos pedido medidas urgentes sobre o caso”, ela diz. “E, enquanto nada acontece, a floresta está sendo esvaziada pelos caminhões dos madeireiros.” 

A disputa revela duas visões irreconciliáveis sobre o futuro da Floresta Amazônica. 

Alguns, como a comunidade do rio Trairão, estão tentando viver da Amazônia, preservando a sua biodiversidade para o futuro. 

Outros defendem que já há áreas protegidas demais e que as porções fora das terras indígenas e unidades de conservação devem ser exploradas comercialmente.

# A ORAÇÃO ANULA A INCREDULIDADE #

A  fé e a oração torna real o que parece incrível 

A incredulidade é uma mentira
introduzida na mente do
indivíduo através dos conceitos
de manifestações humanas

WALQUER CARNEIRO



Hoje, mais do que antes, vemos claramente que, através das ações humanas, somos influenciados pela dualidade entre o bem e o mal. Essa dualidade é observada de duas formas: com a visão espiritual e com a visão humanista. A visão espiritual dual entre o bem e o mal é a menos explorada hoje porque o avanço da ciência permitiu a criação de tecnologias que levam os seres humanos para longe das abstrações metafísicas, e é por isso que o Apostolo Paulo exorta vezes após vezes a termos cuidados com as coisas do mundo, pois, mesmo naquele tempo em que não havia tecnologia,  as práticas e costumes humanos afastavam as pessoas de Deus. 

Todavia  tanto nas relações puramente humana quanto nas experiências metafísicas a incredulidade permeia,  e para dirimir as dúvidas se faz necessário exercer a fé, e há que se permitir o colóquio, o que podemos denominar de oração. Os cientistas não chegam a uma conclusão sem antes acreditarem verdadeiramente naquilo que conceberam em suas mentes e se envolverem,  na individualidade e mesmo com outros cientista, muitas vezes, em longos períodos de avaliação e ponderação daquilo que eles se propõe a mostrar como viável, e que em dado momento se torna crível para as outras pessoas. 

No mundo espiritual o processo é semelhante, mas com uma variante fundamental, pois para obtermos respostas aos nossos questionamentos existenciais, ou mesmo soluções para problemas que parecem incompreensíveis, o indivíduo recorre diretamente à Aquele que é o Princípio de Todas as Causas, mas para que o resultado seja positivo há que se crer, pois a incredulidade é a ferramenta mais perfeita para nos afastar dos princípios de Deus. 

A dualidade entre o humano e divino não é muito visível hoje em decorrência do avanço descomunal da tecnologia que está levando o ser humano a se distanciar da divindade. A incredulidade é uma mentira introduzida na mente do indivíduo através dos conceitos de manifestações humanos difundidos pelos meios de comunicação e manifestações seculares que emitem considerações meramente do ponto de vista humano. 

Da mesma forma que os cientistas, de forma meramente humana, buscam suas conclusões crendo, ponderando na possibilidade, e sopesando os resultados, no exercício da fé metafísica também podemos buscar respostas e soluções conversando com Aquele que é controlador de tudo o que existe, pois quem tem uma mente extraordinária não se deixa influenciar por conceitos que levam a incredulidade, e a oração é a chave para anular a semente de incredulidade que possa querer geminar na sua mente. A oração é o combustível que mantém acesa a chama da fé, fé é o alimento da alma. 

Faça uma experiência, comece agora a exercitar a sua fé, utilize o princípio divino que existe dentro de si e inicie um diálogo com Aquele que lhe dá força de sustentação permitindo a existência humana e nossa racionalidade.

# O PERIGO DA FILOSOFIA DE NIETZSCHE #

O pensamento de Nietzsche mata a espiritualidade 

Buscando a suprema racionalidade o
pensador abriu espaço para quebrar o
conceito da divindade, perigo que pode
levar ao extermínio da humanidade

WALQUER CARNEIRO


O filósofo alemão Friedrich Nietzsche depois de muito pensar sobre o comportamento humano chegou a conclusão de que a civilização humana, apesar das conquistas cientificas e de conhecimento, não conseguia se libertar de seu comportamento caótico e instável, tanto que Nietzsche chegou a conclusão que os habitantes destes planeta são “humano demasiados humanos”, essa frase é a síntese do pensamento europeu contemporâneo ao filósofo e que moldou o comportamento da população daquela região a partir de então. O filósofo chegou a esse conceito influenciado pelo comportamento de indivíduos que foram personalidades de comando da história imediatamente anterior ao seu nascimento e maturidade intelectual.. 

No momento em que Nietzsche nega a capacidade dos ser humano de se resolver como indivíduo ele também nega a capacidade de relação do ser com a divindade, todavia o filósofo não deixa de ter razão quanto a sermos humanos demasiados humanos. Se ele tivesse chegado a essa conclusão exercitando também o seu lado espiritual e metafísico talvez tivesse percebido que o relacionamento humano direto com a divindade é a forma de compreender a nós mesmo e também a divindade. 

Apesar de sua importância enquanto tratado existencial de uma coletividade, o pensamento de Nietzsche é muito perigoso, pois leva o indivíduo a incredulidade e consequentemente ao enfraquecimento do espírito que sustenta a forma humana, e é esse pensamento que vem sendo colocado nas escolas em todo planeta, e o Brasil não escapa de estar envolvido neste sentimento de pessimismo deflagrado pelo pensamento de Nietzsche cuja pior consequência foi ter permitido criar argumentos para a deflagração de duas guerras mundiais que deixaram um legado muito sombrio para a humanidade, pois, principalmente na Europa, depois da segunda guerra, muitos seres humanos daquela região perderam definitivamente a fé na raça humana e na divindade como possível de interferir, para o bem, nos acontecimentos. 

Para Nietzsche não haveria forma de entender a condição humana se não fosse através do método de experimentação, erros e acertos, como preconiza a ciência, todavia esse pensamento foi elaborado de acordo com o que ele via no comportamento de sacerdotes e líderes espirituais da época, indivíduos que tinham como responsabilidade levar a possibilidade das pessoas a entender a divindade mas não cumpriam com obrigação e ainda se utilizavam de suas autoridades para explorar, controlar e escravizar as massas, e foi dentro deste contexto que o pensador formulou a sua filosofia.


Na concepção de Nietzsche a religião, enquanto constituição humana, não pode se dar ao luxo de abrir mão do erro, mas essa verdade para bem aí, pois ele baseou-se no que via na religião e não em sua experiência de relacionamento com a divindade, pois se Nietzsche tivesse experimentado as manifestações transcendentais de ordem metafísica a sua filosofia seria de grande valia, mesmo com a intensidade materialista que emana de suas ideias. Mesmo assim as ideias de Nietzsche quando postas em paralelo com o exercício da fé na divindade transcendental pode muito bem ser um parâmetro para entendermos a condição dos seres humanos, já que o pensamento do filósofo alemão é fundamentalmente e meramente humano, como ele mesmo deixa claro.

O pensamento de Nietzsche apontava para que a raça humana passasse de um comportamento meramente humano para um plano além haveria a necessidade de abrir mão do condicionamento metafísico ao qual a raça humana estava inserida, mas passados mais de 150 anos da exposição destas ideias vemos que os conceitos de Nietzsche criaram foi uma intensificação da dicotomia  entre o bem e o mal que o filósofo negava, que de certa forma foi, também, uma colaboração do filósofo, cujos pensamentos encerram uma era de formação de ideias pela observação dos fenômenos ao redor do indivíduo humano, cuja experiência acumulada serviu tanto para a evolução tecnológica quanto para a evolução espiritual, pois, por mais paradoxal que possa parecer, Nietzsche inaugurou também a era dos livres pensadores permitindo que os seres humanos se livrassem das amarras dos conceitos religiosos que tinha como princípio esconder verdades fundamentais, que ao serem descobertas começaram a libertar o espírito dos indivíduos. Vemos, hoje, que ao tempo e velocidade que se moderniza a tecnologia há também um crescente movimento de evolução das atividades de pensamento metafísico através do entendimento das informações emitidas pelos primitivos cristão, que foi, de certa forma, escondido dos seres humanos por mais de 1.700 anos, e que só agora começa a tomar a forma que Cristo demonstrou a sua época. 

Todavia, atualmente, diante da ganância e da falta de consideração demonstrada por aqueles que detêm o poder, as ideias de Nietzsche encontram adeptos nos meios acadêmicos e universitários onde os professores, que sem o devido questionamento, a disseminam aos estudantes, que consequentemente ecoam essas ideias levando-as muitas vezes como educadores do ensino médio que formam professores que inserem o conceito, de forma inconsciente, aos estudantes do ensino fundamental, é aí que mora o perigo, pois, hoje, a escola tem muito mais penetração na formação do individuo do que as igrejas com os conceitos metafísicos, e assim corremos o risco intenso de nos mantermos humanos demasiadamente humanos, e isso é tão perigoso quanto a condição de fanáticos religioso e fundamentalistas.

E LULA, QUE O PT FAZ COM ELE?

Lula para governador de São Paulo em 2014 

Quem não quer Lula em São Paulo
em 2014, e no Brasil
nunca mais, tem que
conseguir apenas uma coisa: votos

POR PAULO NOGUEIRA



Algumas pessoas parecem surpresas, mas seria uma candidatura óbvia. Do ponto de vista lógico, faz sentido para o PT ter em São Paulo outro candidato que não seja Lula? 

Considere. 

Dilma não enfrenta concorrência ameaçadora para as eleições presidenciais. Aécio? Hahaha. A única razão para abreviar a administração de Dilma para um só mandato – pela ótica do PT – seria o risco de ela perder. Aí então provavelmente Lula seria convidado, ou convocado, a disputar as eleições, dada sua popularidade. 

Mas não é o caso. 

Hoje, a oposição é um deserto de homens e ideias. É só dentro desse quadro que se pode encarar a menção a Luciano Huck como candidato a jovem estrela do PSDB. Quando você enxerga em Huck seu futuro político é porque as coisas estão realmente complicadas. 

Em suma: Dilma provavelmente ganhe no primeiro turno. 

E Lula, que o PT faz com ele? 

São Paulo é a resposta. 

O PSDB – partido em que tantas vezes votei – acabou se tornando uma espécie de neomalufismo. Está hoje completamente deslocado dos 99% e atrelado ao 1%, numa formidável guinada à direita que lhe rendeu e rende boa mídia mas que custou milhões de votos, várias eleições relevantes e, talvez, o futuro. 

Lula provavelmente se elegesse com facilidade governador de São Paulo em 2014. Ou alguém imagina que Alckmin pode oferecer resistência séria? 

Imagine debates entre os dois. 

De resto, que obra Alckmin tem a mostrar? Que ele fez por São Paulo, estado e capital? Seu cartão de visitas é a destruição de Pinheirinho. Mais recentemente, a polícia de Alckmin tão valente no confronto com os favelados indefesos de Pinheirinho — velhos, mulheres e crianças incluídos — ficou de joelhos no embate com bandidos armados. 

Alckmin tem que cair fora. 

Leio duas coisas curiosas sobre a eventual candidatura de Lula, ambas condenatórias. A primeira é que Lula em 2014 em São Paulo representaria uma tentativa de acabar com o PSDB. 

Licença para rir. Hahaha. Pronto, voltei. 

Se o PSDB acabar, não será por culpa de Lula, mas por méritos próprios e intransferíveis. Raras vezes na história política moderna do Brasil, se é que alguma, se viu um partido de ponta ir tão freneticamente contra o zeitgeist, o espírito do tempo, na palavra alemã. 

Numa era em que o combate à desigualdade está no topo das prioridades dos homens públicos em todo o mundo, o PSDB cultiva suicidamente um tipo de eleitor que despreza a expressão justiça social e faz tudo pela manutenção dos próprios privilégios. Os tucanos se converteram no último reduto do reacionarismo nacional. 

A segunda coisa curiosa que leio é que a candidatura de Lula a governador de São Paulo evidenciaria o projeto de permanência no poder do PT. 

Pausa, mais uma vez, para risadas. 

Nunca ouvi falar de nenhum partido que não almejasse ficar no poder. Numa democracia, isto só é possível se as urnas ajudarem. 

Quem não quer Lula em São Paulo em 2014, e no Brasil nunca mais, tem que conseguir apenas uma coisa: votos. 

Esta é a beleza de uma democracia – o pior regime que existe exceto todos os outros, para usar a grande frase de Churchill.

Alma Comunicações