sábado, 5 de janeiro de 2013

# O PERIGO DA FILOSOFIA DE NIETZSCHE #

O pensamento de Nietzsche mata a espiritualidade 

Buscando a suprema racionalidade o
pensador abriu espaço para quebrar o
conceito da divindade, perigo que pode
levar ao extermínio da humanidade

WALQUER CARNEIRO


O filósofo alemão Friedrich Nietzsche depois de muito pensar sobre o comportamento humano chegou a conclusão de que a civilização humana, apesar das conquistas cientificas e de conhecimento, não conseguia se libertar de seu comportamento caótico e instável, tanto que Nietzsche chegou a conclusão que os habitantes destes planeta são “humano demasiados humanos”, essa frase é a síntese do pensamento europeu contemporâneo ao filósofo e que moldou o comportamento da população daquela região a partir de então. O filósofo chegou a esse conceito influenciado pelo comportamento de indivíduos que foram personalidades de comando da história imediatamente anterior ao seu nascimento e maturidade intelectual.. 

No momento em que Nietzsche nega a capacidade dos ser humano de se resolver como indivíduo ele também nega a capacidade de relação do ser com a divindade, todavia o filósofo não deixa de ter razão quanto a sermos humanos demasiados humanos. Se ele tivesse chegado a essa conclusão exercitando também o seu lado espiritual e metafísico talvez tivesse percebido que o relacionamento humano direto com a divindade é a forma de compreender a nós mesmo e também a divindade. 

Apesar de sua importância enquanto tratado existencial de uma coletividade, o pensamento de Nietzsche é muito perigoso, pois leva o indivíduo a incredulidade e consequentemente ao enfraquecimento do espírito que sustenta a forma humana, e é esse pensamento que vem sendo colocado nas escolas em todo planeta, e o Brasil não escapa de estar envolvido neste sentimento de pessimismo deflagrado pelo pensamento de Nietzsche cuja pior consequência foi ter permitido criar argumentos para a deflagração de duas guerras mundiais que deixaram um legado muito sombrio para a humanidade, pois, principalmente na Europa, depois da segunda guerra, muitos seres humanos daquela região perderam definitivamente a fé na raça humana e na divindade como possível de interferir, para o bem, nos acontecimentos. 

Para Nietzsche não haveria forma de entender a condição humana se não fosse através do método de experimentação, erros e acertos, como preconiza a ciência, todavia esse pensamento foi elaborado de acordo com o que ele via no comportamento de sacerdotes e líderes espirituais da época, indivíduos que tinham como responsabilidade levar a possibilidade das pessoas a entender a divindade mas não cumpriam com obrigação e ainda se utilizavam de suas autoridades para explorar, controlar e escravizar as massas, e foi dentro deste contexto que o pensador formulou a sua filosofia.


Na concepção de Nietzsche a religião, enquanto constituição humana, não pode se dar ao luxo de abrir mão do erro, mas essa verdade para bem aí, pois ele baseou-se no que via na religião e não em sua experiência de relacionamento com a divindade, pois se Nietzsche tivesse experimentado as manifestações transcendentais de ordem metafísica a sua filosofia seria de grande valia, mesmo com a intensidade materialista que emana de suas ideias. Mesmo assim as ideias de Nietzsche quando postas em paralelo com o exercício da fé na divindade transcendental pode muito bem ser um parâmetro para entendermos a condição dos seres humanos, já que o pensamento do filósofo alemão é fundamentalmente e meramente humano, como ele mesmo deixa claro.

O pensamento de Nietzsche apontava para que a raça humana passasse de um comportamento meramente humano para um plano além haveria a necessidade de abrir mão do condicionamento metafísico ao qual a raça humana estava inserida, mas passados mais de 150 anos da exposição destas ideias vemos que os conceitos de Nietzsche criaram foi uma intensificação da dicotomia  entre o bem e o mal que o filósofo negava, que de certa forma foi, também, uma colaboração do filósofo, cujos pensamentos encerram uma era de formação de ideias pela observação dos fenômenos ao redor do indivíduo humano, cuja experiência acumulada serviu tanto para a evolução tecnológica quanto para a evolução espiritual, pois, por mais paradoxal que possa parecer, Nietzsche inaugurou também a era dos livres pensadores permitindo que os seres humanos se livrassem das amarras dos conceitos religiosos que tinha como princípio esconder verdades fundamentais, que ao serem descobertas começaram a libertar o espírito dos indivíduos. Vemos, hoje, que ao tempo e velocidade que se moderniza a tecnologia há também um crescente movimento de evolução das atividades de pensamento metafísico através do entendimento das informações emitidas pelos primitivos cristão, que foi, de certa forma, escondido dos seres humanos por mais de 1.700 anos, e que só agora começa a tomar a forma que Cristo demonstrou a sua época. 

Todavia, atualmente, diante da ganância e da falta de consideração demonstrada por aqueles que detêm o poder, as ideias de Nietzsche encontram adeptos nos meios acadêmicos e universitários onde os professores, que sem o devido questionamento, a disseminam aos estudantes, que consequentemente ecoam essas ideias levando-as muitas vezes como educadores do ensino médio que formam professores que inserem o conceito, de forma inconsciente, aos estudantes do ensino fundamental, é aí que mora o perigo, pois, hoje, a escola tem muito mais penetração na formação do individuo do que as igrejas com os conceitos metafísicos, e assim corremos o risco intenso de nos mantermos humanos demasiadamente humanos, e isso é tão perigoso quanto a condição de fanáticos religioso e fundamentalistas.

2 comentários:

  1. Vai estudar algo que preste, seu ignorante idiota, antes e sair vomitando sua fé fedida por cima do pensamento de um Filósofo sério.

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