domingo, 28 de agosto de 2011

REVISTA VEJA. COMO VOCÊ É BANDIDA!

Revista Veja não respeita os princípios democráticos

A revista que tinha tudo para
ser o informativo semanal mais
respeitado do Brasil agora
pratica o jornalismo mafioso

WALQUER CARNEIRO

A imprensa livre é um dos princípios para a manutenção da democracia, além de que a verdade e honestidade  junto com a imparcialidade  é o que faz um meio de comunicação ser emissor dos  reflexos de fatos que acontecem no cotidiano de uma sociedade, isso,  dito, em tese e na teoria, porque na prática diversos fatores contribuem para o desvirtuamento  de um jornalismo isento, contudo quando um meio de comunicação com abrangência nacional é usado para jogar lama em determinado indivíduo ou grupo político temos que tomar cuidado.


O Brasil ainda não conta com um grupo de comunicação que abranja todo o país praticando  uma   imprensa  republicana e que leia a nação sem o viés político,  econômico e ideológico, a exemplo da França, Inglaterra, Alemanha entre outros.


Alguém aí pode dizer: A TV Globo e a Revista Veja cumprem esse papel ! Todavia se fizermos uma leitura mais atenta desses dois meio de comunicação, nos últimos oito anos,  iremos constatar que tanto a Globo quanto o Veja estão a serviço de uma bandeira partidária e ideológica e  o jornalismo que praticam não tem o fito de informar, mas sim tentar desmoralizar o grupo partidário do qual ela não compactua e que está no poder a oito anos e dez meses.


Ilustrando bem o que eu quero dizer um episódio recente mostra o grau de imoralidade a que chegou a revista Veja. Pois no dia 24 um repórter da revista utilizou de estratégia de delinquentes para tentar bisbilhotar a vida do ex-deputado José Dirceu. O repórter tentou invadir o quarto que Dirceu tem reservado  em um hotel de Brasília. O caso foi registrado na delegacia. 


Para saber sobre o caso Dirceu clique AQUI e depois AQUI

Não podemos esquecer que os dois meios de comunicação citados têm muito poder e abrangência nacional, e por isso têm que tomar muito cuidado na forma que conduz seu perfil editorial e  na abordagem de suas matérias jornalísticas, e não podem se dar ao luxo de partidarizar sua editoria, pois assim corre o risco de perderem o pouco de credibilidade que ainda lhes resta. Eu por meu lado já não assisto mais a Globo e nem leio mais a  Veja, porque na realidade promovem um grande desserviço à nação.

Para descobrir mais sobre as falsidades da Veja e da Globo clique AQUI e mais AQUI


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

URNAS ELETRÔNICAS

Segurança das urnas eletrônicas sob suspeita

O Brasil é o único país que utiliza
urna eletrônica sem comprovante
de votação, e há fortes  suspeitas
de não serem seguras

WALQUER CARNEIRO


As urnas eletrônicas se tornaram um exemplo de modernidade e garantia da certeza de que o sufrágio do eleitor realmente seria validado para o candidato ao qual  o cidadão depositou o voto de sua confiança, porém desde quando foi implantada a nova modalidade de sufrágio do voto pairam fortes suspeitas sobre a segurança de tais máquinas.

Essas suspeitas de fragilidade na segurança das urnas eletrônicas aumentaram logo após as eleições para prefeito em 2006, quando no estado de Alagoas candidatos com alto potencial de votos  obtiveram resultados pífios em setores onde tradicionalmente eles contavam sempre com votações expressivas.

E o mais preocupante é que a empresa que fornecesse as urnas eletrônicas para o tribunal eleitoral não detém o processo completo da fabricação da urna eletrônica, já que muitas peças eletrônicas a tal empresa compra de outras empresas.

Além do mais o modelo de  urna eletrônica brasileira não é utilizado por nenhum pais do planeta, pois o sistema de sufrágio eletrônico só é considerado seguro se emitir um recibo em papel comprovando que o voto foi computado.


A situação é tão preocupante que em 2009 setores progressistas do governo federal e do congresso nacional pretendiam fazer uma auditoria para investigar as reais condições dos componentes e software da urna eletrônica, porém Nelson Jobim, então ministro da justiça conspirou para que isso não fosse feito.



Para saber mais sobre relatos de suspeitas de fraudes em urnas eletrônicas clique AQUI

domingo, 21 de agosto de 2011

RUAS DE DOM ELISEU

Apesar dos investimentos estruturais a cidade apresenta um aspecto de abandono

É necessário investir pesado
numa boa equipe de garis
para que haja uma limpeza
diária pelas ruas da cidade

WALQUER CARNEIRO

Com 43 anos de colonização e 23 anos de emancipação política/administrativa o povo desta localidade ainda não atentou para a importância que esse município representa, e até agora ainda não tivemos um grupo político administrativo que governasse nosso território com  o compromisso de planejar para o futuro, e isso está sendo muito ruim para a auto estima da população , que se enfraquece sem perspectivas.

A atual administração do PMDB em Dom Eliseu conseguiu, a muito custo, nos últimos três anos,  fechar convênios cujos valores giram em torno de 30 milhões de reais, e parte deste recurso  já estão sendo aplicados em obras importantes para a população, porém há um ponto muito importante que está sendo esquecido por essa administração, e que se não for executado com urgência pode anular totalmente as ações estruturantes que estão sendo feitas.

A cidade de Dom Eliseu conta, hoje,  com quase 30 quilômetros de ruas pavimentadas grande parte no centro da cidade, e essas ruas há muito tempo não recebem uma boa limpeza periódica, e agora quando andamos pelas ruas e olhamos atentamente verificamos o estado de abandono em que se encontram essas vias públicas que há três anos não recebem uma manutenção adequada, e por isso o mato, a terra e o lixo já estão tomando conta. E isso dá um aspecto feio, de abandono e de descuido da  cidade.

Hoje as ruas de Dom Eliseu encontram-se nesta situação porque em 2009 a administração desmobilizou a equipe de 90 garis que diariamente efetuava o trabalho de retirada da terra, do lixo e do mato que se acumulavam nas sarjetas e no meio fio, e desde 2009 nunca mais foi feita a varrição e capina das ruas.

Confira as fotos que constatam a situação descrita e depois dê uma volta pelo centro da cidade, de preferência à  pé e pela manhã, por volta das 5:30, olhe atentamente e tire as suas conclusões.

Do alto e de longe parece uma linda cidade, porém quando nos aproximamos vemos que não é bem assim.



Numa cidade que conta com belos edifícios como esse não poderia permitir o lixo acumulado com lama no meio fio.




Rua Jarbas Passarinho esquina com a Rua Ceará, centro da cidade.





Outro ponto da Rua Ceará esquina com a Ribeiro Cunha.







Esquina da Rua Jarbas Passarinho com a Gonçalves Dias.




ANALFABETO POLÍTICO

O pior indivíduo é o analfabeto político. Mais atrapalha do que ajuda

Wesley Vieira é o primeiro
colaborador do blog e sua
primeira contribuição é lembrar
o poema de Bertolt Brecht

WESLEY VIEIRA*   
                            
Já dizia Bertold Brecht, em seu poema que criticou tão pesadamente aqueles que dizem ter orgulho de se alienar de conversas sobre política, que essa mesma gente é quem permite o mal social.

Notamos sua razão quando olhamos para dentro do Brasil, cujo povo, em sua maioria, tem horror a falar sobre o que acontece em Brasília, exceto falar o popular “dogma” de que “político é tudo ladrão¨.        

  


O ANALFABETO POLÍTICO
                                            POR:BERTOLT BRECHT

O pior analfabeto é
o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos
acontecimentos políticos.

Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe,
da farinha, do aluguel,
do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro
que se orgulha e estufa o peito
dizendo que odeia a política.

Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política,
nasce a prostituta,
o menor abandonado, e

o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista, pilantra,
corrupto e lacaio das empresas
nacionais e multinacionais.


*Wesley Vieira é pensador, ativista político, e organizador dos movimentos sociais em Dom Eliseu formado pelo comitê estadual do PCdoB.                                                        

sábado, 20 de agosto de 2011

JUÍZA ASSASSINADA

O assassinato da juíza carioca não comoveu o povo brasileiro

O cidadão ainda não percebeu que a
nação está refém dos brutos sem alma,
e enquanto isso todos nós nos emocionamos
com a morte da personagem da novela
WALQUER CARNEIRO


O assassinato da Juíza carioca Patrícia Acioli, de 47 anos, morta em Niterói no dia 11 ,
mostrou para o Brasil inteiro a verdadeira condição social em que se encontra esse país,  e o negror de corrupção que se espalha por todos os lados e cantos desta nação, levando em conta que o Rio de Janeiro é o reflexo do Brasil.

De acordo com as informações do Portal do Jornal O Globo,  as investigações para chegar até os assassinos da juíza estão focadas em três processos que s Dra. Patrícia havia julgado recentemente e que envolvia policiais militares e civis acusados de formação de milícia.

É aterrorizante a constatação que se faz quando observamos as verdadeiras razões que levaram à morte aquela magistrada no exercício de suas funções, e o que fica evidente é que, a partir do assassinato da juíza,  todos os poderes legalmente constituídos passam a ficar reféns do crime organizado, já que o poder público em todas as instâncias é incapaz de garantir segurança para um membro do judiciário que atuava de forma enérgica no combate aos desmandos da bandidagem no Rio de Janeiro.

Analisando mais  profundamente chega-se a conclusão de que não há saída, pois há muito tempo vemos a falta de vergonha e a desfaçatez em muitos  representantes dos poderes executivos, legislativo e judiciário. É tanta a falta de moral e ética que inibe poderosamente aquelas autoridades que querem atuar decentemente, pois diante de tanta bandalheira não encontram respaldo para tomar as justas decisões, e quando, de forma quixotesca,  tentam levar avante seu ideal acabam perecendo nas mãos de brutos sem sentimentos,  que por causa da certeza da impunidade não respeitam as convenções sociais.

A Juíza Patrícia não era apenas mais uma burocrata do poder judiciário, ela não se contentava em apenas ler os autos e ouvir as testemunhas, ela ia mais além, pois se envolvia profundamente nas investigações analisando as provas e participando das perícias dos casos que ela acompanhava, e isso fazia com que ela tivesse uma visão privilegiada dos tais casos, o que dificultava qualquer tentativa dela ser influenciada pela retórica dos advogados ou testemunhas.

A insensibilidade diante de tal tragédia que é a degradação moral do nosso país fica evidente no momento em que milhões de pessoas de todas as classes sociais, do operário ao mais graduado professor de filosofia,  ocupam o tempo em discutir a morte de uma personagem de novela, uma mera ficção que emociona e comove  toda uma nação como se fosse a mais concreta verdade, enquanto paralelamente o que deviria ser tratado com forte empenho e encarado como real concretude  é tida  como uma mera ficção. A morte da valente juíza é discutida apenas como um jogo de futebol que só espera a próxima partida para uma nova rodada de  debates, e no caso do assassinato da magistrada é só o tempo da mídia encontrar outra tragédia para que todos esqueçam que um dia existiu uma Juíza chamada Patrícia.

O portal do jornal o Globo produziu um matéria mostrando as razões que levaram ao assassinato da Juíza Patrícia Acioli. Cloque AQUI para saber tudo.  

terça-feira, 16 de agosto de 2011

DILMA MORALIZA


Senador Pedro Simon pede que parlamentares apoiem medidas moralizadoras

Muitos senadores e 

deputados querem 
prejudicar Dilma 
por demitir corruptos


FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Segundo o Senador Pedro Simon (PMDB-RS), os líderes não discutem se os projetos devem ou não devem ser aprovados, mas deixam entender que isso significa que algumas propostas podem ser aprovadas para prejudicar o governo. “Apelo ao meu partido, o PMDB, e depois aos outros partidos, que paremos para meditar [sobre esta situação].”

Para ele, as demissões feitas por Dilma são um exemplo que não foi dado por seus dois antecessores, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, que não demitiram ninguém. "Ela demitiu, no início do governo, a começar pelo homem da sua maior confiança, o seu primeiro nome, alguém que se sabe que ela escolheu, num ministério onde parece que a maioria, quase a imensidão, foi indicada por outras pessoas, a começar pelo Lula. O chefe da Casa Civil [Antonio Palocci] ela tinha escolhido. Ela demitiu”, disse Simon.

Logo após Simon, também falaram em apoio a Dilma os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF), Jorge Viana (PT-AC) e Ana Amélia (PP-RS). “Estamos aqui para manifestar ao Brasil inteiro que estamos ao lado da presidenta no momento em que ela demite pessoas que estão sob suspeição. Isso é um ato novo neste país, salvo algumas exceções no passado”, disse Cristovam. Ele aproveitou para pedir à presidenta que ouça mais os parlamentares e que construa uma base sem fisiologismos.

Ana Amélia, que tem votado de maneira independente e chegou a assinar requerimentos para a criação de comissões parlamentares de inquérito, criticou a maneira como o Poder  Executivo tem se relacionado com o Legislativo, mas apoiou as iniciativas de Dilma. A senadora manifestou disposição de participar da formação de uma frente parlamentar, embora ressaltando que não haverá alinhamento automático ao governo.

"É, pontualmente, um apoio político para que ela não fique refém de outras forças que não queiram o que estamos pretendendo aqui: moralidade, gestão, qualidade, profissionalização do serviço público. É apenas isso. Estamos aqui para dar-lhe o apoio necessário, do ponto de vista político, para que ela continue nessa ação.”.

Para Ana Amélia, a presidenta precisa ainda diminuir as contratações por indicação políticas nos ministérios, realizar mais concursos e dar promoções por mérito no serviço público.

Há mais 17 oradores inscritos para falar na sessão de hoje, a maior parte deles convocada por Pedro Simon para defender as ações de moralização no governo, num movimento que começou na última sexta-feira (12).

Alma Comunicações