ROSILAINE E A MALETA VERMELHA

Uma maleta vermelha com substância ilegal foi o começo da triste história

Ao fazer uma viagem de
Goiânia para Belém
Rosilaine foi surpreendida
por uma fiscalização policial   

WALQUER CARNEIRO

A MALETA 
Rosilaine, 29 anos, jovem paraense  natural da região de Carajás, sul do Pará, uma pessoa imbuída com espírito de aventura que é característico do povo desta região. Rosilaine,  é autônoma e,  como atividade legal, atuava como vendedora, de acordo com seu próprio depoimento feito para a reportagem algumas horas depois de ser detida sob a suspeita de tráfico de drogas.

Rosilaine nasceu e cresceu na cidade de Jacundá. Uma infância normal, sua mãe,  funcionária pública,  servidora do fórum de justiça há trinta anos, criou-a com a atenção de uma mãe que se preocupa com o futuro da filha, tanto que Rosilaine chegou a cursar os primeiros anos de direito, como era o sonho de sua mãe, porém abandonou o curso por influência do primeiro amor com o qual viveu alguns anos.

Rosileine, depois de separação,  resolveu sair de Jacundá, morou uma temporada em Belém, capital do estado do Pará,  e depois passou a viver em Goiânia, estado de Goiás, onde, segundo  ela,  adquiria roupas e artigos femininos para suprir as necessidades de sua atividade de negociante.

Rosilaine, apesar de não mais estar residindo em Jacundá,  periodicamente retornava a terra natal onde tinha uma clientela fiel dos produtos que vendia, e para aproveitar a viajem ela vendia seus artigos aos conhecidos seus que moravam nas cidades que ficavam no caminho entre Goiânia, Jacundá e Belém, e esse fato facilitava também  para que  ela constantemente percorresse esse roteiro para cobrar as prestações das vendas feitas e efetuar novas vendas.

ROSILAINE
Foi numa dessas viagens que Rosilaine foi surpreendida por uma batida da Polícia Rodoviária Federal. Naquela semana ela saíra de Goiânia em um ônibus de excursão com destino a Belém, onde,  disse,  tinha dinheiro para receber. Desse modo ela chegou até a cidade de Imperatriz, onde fez uma baldeação e pegou um ônibus de linha regular que tinha como destino a cidade de  Marabá, e quando chegou em Dom Eliseu ela pegou um  ônibus de outra empresa com destino a Belém.

A polícia Rodoviária Federal está intensificando ações na Rodovia Belém-Brasília com o objetivo de combater o tráfico de drogas, e por isso no dia 17, por volta das 22:00 horas o ônibus do empresa Expresso Açailândia foi parado para uma inspeção de rotina, e foi neste momento que começou a desdita de Rosilaine.

Como é de costume nestas ocasiões os policiais pediram que todas as pessoas apresentassem documentos de identificação e fossem para fora do veículo levando suas bagagens que foram devidamente revistadas, inclusive  as duas bolsas que Rosilaine portava no momento.

Porém os policiais, ao fazerem a vistoria no interior do ônibus, encontraram uma pequena mala vermelha no porta bagagens que fica posicionado acima dos assentos dos passageiros. A maleta estava fechada e lacrada com um cadeado,  esse fato chamou a atenção dos policiais que perguntaram   a quem pertencia  a mala, e como  não obtiveram nenhuma  reposta afirmativa eles resolveram abrir a mala e no seu interior encontraram quatro pacotes com aparência suspeita,  quando verificaram com mais atenção descobriram ser pasta base de cocaína.

 A partir daí, então, iniciou-se um interrogatório para tentar saber a qual dos passageiros pertencia a  maleta com a droga, e, conforme relato de um dos policiais, uma passageira que seguia viagem no mesmo ônibus revelou que Rosilaine havia entrado com a maleta vermelha, o que foi confirmado também por um adolescente.

A DROGA DENTRO DA MALETA
Diante desta constatação os policiais tomaram a decisão de dar voz de prisão a Rosilaine sob a suspeita de estar servindo de mula para o tráfico de drogas. Para a reportagem Rosilene negou peremptoriamente que estivesse envolvida na questão, afirmando ser inocente no caso.

Todavia dois fatos reforçam as suspeitas dos polícias, pois no interior da maleta vermelha foi encontrado também algumas peças de roupas de mulher com tamanhos das vestimentas usadas por Rosilaine, além de que diante da gravidade da situação a jovem, curiosamente mantinha-se extremamente calma.

A ação que culminou com o achado da maleta vermelha com a droga foi realizada por policiais do Núcleo de Operações Especiais da PRF. A acusada, junto com a droga, foi encaminhada  para a delegacia de polícia civil de Dom Eliseu. O peso da droga foi conferido e verificou-se que havia uma quantidade de 4 quilos e 700 gramas divididas em quatro tabletes, que depois de comercializada poderiam render cerca de R$- 100 mil.

Rosilaine agora está na dependência de informações levantadas pelos policiais que ainda vão ouvir outras pessoas.  De acordo com informações já foi aberto um inquérito para apurar o fato,  e a  jovem suspeita  acionou  seu advogado para trabalhar a sua defesa e sua transferência para uma ala feminina do sistema carcerário oficial do estado. 

ESTUDANTES PROCESSAM EXPOADE

Entidade estudantil se diz desmoralizada e pede indenização de 10 milhões

Depois de brigar pela meia
entrada para os estudantes que
foram barrados na Expoade
 a Umesde exige indenização

WALQUER CARNEIRO

A UMESDE – União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Dom Eliseu – protocolou uma ação na justiça contra o Sindicato dos Produtores Rurais de Dom Eliseu e a Cia. Ítalo Todd, ambas responsáveis pela organização e realização da Exposição Agropecuária de Dom Eliseu (EXPOADE).

A ação foi apresentada no departamento de protocolo do Fórum de Justiça de Dom  Eliseu no dia 4 de novembro, e a apresentação da ação foi feita pelo vice-presidente da Umesde, Magno Oliveira, para quem a ação pede a justiça que arbitre sobre um pedido de indenização por danos morais.

De acordo com Magno tanto o sindicato quanto  a empresa Ítalo Todd têm que responder por uma  campanha difamatória desenvolvida contra a Umesde nos dias que antecederem a realização da Expoade, ocasião em que a entidade estudantil, legalmente constituída se mobilizou na organização dos estudantes do município para a confecção de carteiras de estudantes que garantiria a meia entrada para os alunos das escolas do município. “Muito antes da Umesde iniciar a campanha de confecção das carteirinhas os organizadores da Expoade já falavam que a carteira de estudante não seria aceita na exposição”, disse Magno justificando a atitude da Umesde em acionar judicialmente o sindicato e a Cia. Ítalo Todd.



Para comprovar a validade e a legitimidade do documento emitido pela Umesde a assessoria jurídica da instituição estudantil resolveu requerer da justiça um documento afirmando que a carteira de estudante da Umesde era legal,  e assim foi emitida uma decisão judicial em nome do vice-presidente Magno Oliveira afirmando que a carteira da entidade que ele representava era um documento legal, e esse documento foi apresentado aos organizadores da Expoade, e mesmo assim os estudantes foram barrados.  

Para o advogado Adriano Magalhães, da assessoria jurídica da Umesde, existem grandes chances de um resultado positivo em favor da Umesde  por haver evidências da prática de atos difamatórios contra a instituição e da   configuração do ilícito. “Tanto o sindicato quanto a Cia. Ítalo Todd cumpriram seus desígnios ilegais e barraram os estudantes que apresentaram a carteira da Umesde”, considerou Adriano afirmando que os organizadores da exposição foram contra uma decisão judicial reconhecendo a validade das carteiras de estudantes em todo o território nacional. “Como essas duas entidades desrespeitaram a  legislação elas cometeram um ilícito, e o código civil diz que aquele que pratica ação e omissão ilícita e causa danos a outros está obrigado a indenizá-lo, ainda que seja um dano exclusivamente moral”, explicou o advogado.

Diante de toda essa situação a Umesde avaliou que toda a campanha movida contra ela abalou profundamente a moral da instituição e dos estudantes que ficaram desmoralizados junto a comunidade domeliseuense, levando em conta que o  propósito da Umesde fora simplesmente garantir os direitos da classe estudantil  ter acesso aos shows musicais da Expoade pagando meia entrada, e assim a Umesde decidiu solicitar uma ação  indenizatória por danos morais no valor de R$ - 12 milhões, valor que a primeira vista pode parecer desproporcional levando em conta que a entidade gastou cerca de R$ - 8 mil para confeccionar 5 mil carteiras de estudantes, porém o advogado Adriano justifica dizendo que o valor foi calculado levando em conta o prejuízo sofrido por cada um dos estudantes frente aos valores arrecadados com os shows na exposição. “Nós chegamos ao valor de 12 milhões multiplicando o valor do prejuízo sofrido por cada estudantes considerando a quantidade de shows e o valor que os estudantes pagaram a mais, e aí nós chegamos neste patamar que estamos solicitando”, expôs o advogado.  

A Umesde agora fica a espera de uma atitude da justiça que deverá acionar os organizadores da Expoade para,  junto com a entidade estudantil,  realizar uma audiência para confrontar as partes a apurar os fatos alegados nos autos da ação de solicitação de indenização por danos morais.

De ambos os organizadores da Expoade citados na ação a reportagem conseguiu entrar em contato com a direção do Sindicato dos Produtores Rurais que comunicou dizendo que só vai se pronunciar sobre a ação judicial quando a justiça comunicar oficialmente o sindicato, o que até agora não foi feito. 

PETRÓLEO POLUI O MAR DO BRASIL


A Grande imprensa esconde tragédia ambiental

Vazamento de petróleo de
grandes proporções está sendo
tratado como se não
apresentasse nenhum perigo

WALQUER CARNEIRO

Um vazamento de petróleo em um poço da empresa privada Chevron está se espalhando velozmente pelo mar e o perigo de afetar o ecosistema marinho de boa parte do mar territorial brasileiro  é muito grande, e curiosamente os grandes meios de comunicação estão escondendo da população a real situação provocada pelo acidente, e há a desconfiança de que a mídia está recebendo dinheiro para esconder o fato, e a empresa dificulta informações para jornalistas que querem saber a verdade, e o governo federal não se mobiliza para que a empresa cumpra com suas obrigações de informar.

Agora resta perguntar: E se o vazamento fosse em uma das plataformas que capta petróleo para a Petrobras será que a mídia estaria escondendo o fato, ou já estaria em curso uma onda de matérias jornalística esculhambando o governo Dilma ?

As poucas informações disponíveis foram repassadas por uma ONG ambiental que sistematizou os dados captados por satélite e os repassou para a comunidade jornalística internacional como vocês podem ler a seguir.



Vazamento pode ser dez vezes pior do que o divulgado

Ong estima que volume total
 do vazamento é de cerca de
15 mil barris de petróleo;
Chevron fala entre 400 e 650 barris

FONTE - OPINIÃO E NOTICIA


A Ong SkyTruth, especializada em interpretação de fotos de satélites com fins ambientais, alertou nesta quarta-feira, 16, que o vazamento de petróleo na plataforma da Chevron na Bacia de Campos pode ser dez vezes pior do que o divulgado pela empresa norte-americana.

“Assumindo que o vazamento começou no dia 8 de novembro, nós estimamos que a taxa de vazamento seja de 3.738 barris por dia (594.294 litros). O que é dez vezes mais que o estimado pela Chevron (330 barris por dia, ou 52.465 litros)”, informou a Ong, que foi uma das primeiras a divulgar a dimensão do vazamento de petróleo na plataforma da BP no Golfo do México em 2010.

A mesma empresa responsável pela Deepwater Horizon

A Chevron diz que o volume total do vazamento é de 400 a 650 barris, enquanto a SkyTruth afirma que o poço no Campo Frade já derramou cerca de 15 mil barris de petróleo (2.384.809 litros) no mar.

O blog da SkyTruth informa ainda que a empresa que operava a plataforma da Chevron na Bacia de Campos é a mesma que operava a Deepwater Horizon para a BP quando aconteceu o megavazamento no Golfo do México no ano passado.

A MORTE POR JOÃO CABRAL

JOÃO CABRAL DE MELO NETO
Como a Morte Se Infiltra
Certo dia, não se levanta
porque quer demorar na cama.
No outro dia ele diz por que:
é porque lhe dói algum pé.
No outro dia o que dói é a perna,
E nem pode apoiar-se nela.
Dia a dia lhe cresce um não,
um enrodilhar-se de cão.
Dia a dia ele aprende o jeito
em que menos lhe pesa o leito.
Um dia faz fechar as janelas:
dói-lhe o dia lá fora delas.
Há um dia em que não se levanta:
deixa-o para a outra semana,
Outra semana sempre adiada,
que ele não vê por que apressá-la.
Um dia passou vinte e quatro horas
incurioso do que é de fora.
Outro dia já não distinguiu
noite e dia, tudo é vazio.
Um dia, pensou: respirar,
eis um esforço que se evitar.
Quem deixou-o, a respiração ?
Muda de cama. Eis seu caixão

HUMOR DE LEVE



A historinha em quadrinhos à cima é uma criação de Carlos Ruas que publica seus trabalhos no Blog Um Sábado Qualquer  clique no link para acessar.  

NEM DA ROCINHA, O CHEFÃO

Como vivia o chefão do tráfico da Rocinha ?

Pouco ou quase nada ficamos sabendo
da vida privada dos chefões do crime
carioca, porém uma repórter resolveu
levantar a vida do Nem da Rocinha

WALQUER CARNEIRO

Ruth de Aquino
A recente ocupação da Favela da Rocinha pôs em evidência uma personagem que apesar de viver no Rio de Janeiro já era um mito nacional, mesmo sem quase ninguém conhecê-lo. Está figura é Antônio Francisco Bonfim Lopes, mais conhecido como Nem, o chefão do crime organizado da Rocinha,  e,  que de acordo com os órgãos de informações  do Rio, agia como prefeito naquela comunidade.

Nem foi preso dois dias entes da Rocinha ser ocupada, e a partir de então começou a ser exibido como um  troféu nos jornais,  revistas e  redes de televisão.

Como repórter eu sei que não é muito comum a categoria se interessar em levantar detalhes da vida cotidiana e do pensamento de pessoas que atuam na vida do crime, mas em relação ao  Nem me nasceu uma curiosidade por ser ele a figura ícone e o marco de uma possível revolução social no Rio de Janeiro, já que a Rocinha é uma comunidade que fica no centro da região onde reside a elite carioca, e que parte  dessa própria elite sempre teimou por ignorar, e outra parte, como usuários,  sustentavam o tráfico.

Nem, o chefão do tráfico
E neste fim de semana, pesquisando na internet, eu me deparei com um link no Blog Perereca da Vizinha que levava para um artigo na Revista Época relatando o perfil do Nem a partir de um encontro que ele teve com uma repórter da revista.

Uma parte do perfil de Nem foi levantado pela jornalista Ruth Aquino, repórter, colunista e editora chefe da Revista Época, que corajosamente subiu o morro e esteve frente a frente com essa figura, que para o morro,  foi muito relevante, já que sua atuação de certa forma supria a ausência do poder público.

O encontro da repórter com o líder do tráfico na Rocinha aconteceu no dia 4 de novembro, quando o força de segurança já havia anunciado a ocupação e Nem já sabia da possibilidade de ser preso.

De acordo com a repórter ela se surpreendeu, pois ela esperava se encontrar com Nem numa sala fechada com seguranças armados, porém o encontro aconteceu do jeito que ela menos esperava.

Para saber mais acesse Meu encontro com Nem

EM DOM ELISEU VEREADORES VOTAM

Vitória dos comerciários tem que ser avalizada por assinatura do prefeito

Os vereadores, depois de um
impasse, votaram e aprovaram
projeto que garante mais liberdade
para os trabalhadores no comércio

WALQUER CARNEIRO

Os vereadores de Dom Eliseu discutiram e votaram e aprovaram   em duas sessões de reunião o Projeto de Lei 009/2011, da Câmara dos Vereadores de Dom Eliseu, elaborado pelo vereador Antonio Silva, que prevê a regulamentação da jornada de trabalho para os trabalhadores dos estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços no município  de Dom Eliseu.

A primeira sessão, ordinária, aconteceu na terça-feira (8) e a segunda sessão, extra ordinária,  ocorreu na quinta-feira (10). Em ambas, surpreendentemente, foi observada a presença de uma quantidade considerável (cerca de 100) de trabalhadores (comerciários) dos comércios de Dom Eliseu. 
Depois de tramitar por quase 30 dias na casa de leis o Projeto 009 foi posto em pauta no dia 8 para ser discutido e votado, pois essa era a expectativa da categoria que há muito tempo vê seus direitos serem negados, e por isso o sindicato dos trabalhadores no comércio resolveu solicitar a ajuda do vereador Antonio Silva. Essa atitude foi necessária porque os patrões não estavam respeitando a lei federal (CLT), e a regulamentação da lei teve o propósito de mobilizar a categoria e alertar os patrões.

Os trabalhadores foram à câmara no dia 8 certos de que a lei seria aprovada naquela ocasião, porém eles não esperavam  que o vereador Zé Pedro pudesse adiar aquele momento, pois no instante  em que o presidente da câmara, Jefferson Deprá, pôs o projeto em discussão Zé Pedro levantou-se e pediu vistas do projeto com a justificativa de incluir no mesmo as  categorias comerciais de posto de combustível e Chopim  Center, porém os trabalhadores não gostaram da iniciativa do vereador por entender que seria uma manobra para desmotivar a categoria numa tentativa de não aprovar o projeto.
Diante da solicitação de Zé Pedro o presidente da câmara decidiu retirar o projeto da pauta naquele dia e  propôs que fosse feita uma emenda para ser   adicionada ao projeto que seria votado na próxima sessão. Descontentes os  trabalhadores se retiraram do plenário da câmara e se reuniram em frente ao parlamento e começaram a protestar contra os vereadores, enquanto lá dentro o vereador Daniel Andrade discursava na tribuna falando que o projeto seria votado.  

Neste meio tempo os trabalhadores foram convencidos a retornarem ao plenário da câmara para acompanhar o restante da sessão, e lá dentro foram informados de que o pedido de vistas feito pelo vereador Zé Pedro tinha que ser respeitado, e que seria feita uma emenda e adicionada ao projeto que seria votado na próxima sessão de reunião no dia 15, e mais uma vez os trabalhadores não gostara da ideia, pois dia 15 seria o feriado de proclamação de república.

Diante desse novo impasse o presidente da câmara propôs então que o projeto fosse votado no dia 10 (quinta-feira) em uma sessão extraordinária, o que foi feito, e assim projeto foi votado e aprovado  juntamente com a emenda incluindo os postos  de combustíveis e chopim Center.

Agora o projeto será enviado ao gabinete do prefeito para protocolo e em seguida o prefeito solicitará que o departamento jurídico faça uma avaliação do texto com o objetivo de observar sua redação e constitucionalidade, e só depois do aval do jurídico é que o prefeito irá fazer a confirmação do projeto com a sua assinatura.

Alma Comunicações