PROFESSORES DE DOM ELISEU EM GREVE

Sindicato dos professores decreta estado de greve

Melhorar as condições de trabalho
e garantias de direitos trabalhistas
são itens constantes da
pauta de reivindicação

WALQUER CARNEIRO

A coordenação do Sintepp – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará /Dom Eliseu – lançou neste dia 1° de agosto um comunicado público  infirmando que os professores das escolas públicas municipais decidiram decretar estado de greve.

De acordo com a pauta de reivindicações os professores exigem melhorias salariais e ,melhorias nas condições e locais de trabalho. Ao todo são 13 pontos de exigências da pauta apresentada  e que foi discutida ontem mesmo por uma comissão do Sintepp junto com o secretário de Educação Roque Rodrigues Filho e o prefeito Joaquim Nogueira Neto.

A decisão para a greve foi tomada em uma assembléia dos professores realizada no dia 30 de julho, na  qual os professores, por unanimidade, decidiram pela paralisação enquanto não fossem  atendidas as reivindicações da categoria.

No dia 6 a coordenação do Sintepp realizará uma assembléia geral na câmara de vereadores para expor aos professores o resultado da negociação.

Na reunião do dia 1° não ficou definido o atendimento de nenhum item da pauta reivindicada pelo Sintepp, já que a pauta é muito extensa. E de acordo com informações da secretaria de educação a partir de agora uma equipe técnica irá estudar ponto a pomto da pauta e definir o que será possível atender. 

PREFEITO RADICALIZA

 Prefeito lituano passa com tanque em carro parado em local proibido

Para coibir parada
de veículos em áreas
proibidas o prefeito
tomou medidas radicais

FONTE: MUNDO VIRTUAL C/ FOLHA DE SÃO PAULO

O prefeito de Vilna, capital da Lituânia, decidiu levar ao extremo sua campanha contra os motoristas que estacionam ilegalmente na faixa dos ciclistas.

Arturas Zuokas entrou em um veículo militar blindado e passou sem piedade por cima de uma Mercedes-Benz S-Class --que ficou completamente esmagada.

De terno e camisa, um figurino um tanto estranho para um tanque, Zuokas sorri todo o tempo.

Ele chega a cumprimentar o dono do veículo com um aperto de mão e até ajuda a varrer os cacos de vidro da Mercedes que se espalharam pela via.

A "façanha" foi filmada e editada e o vídeo foi publicado na página da prefeitura de Vilna --um forte indício de que não passa de uma ação previamente combinada.

No vídeo, ele mostra ainda outras cenas de carros de luxo que desobedecem o sinal de proibido estacionar e encerra andando de bicicleta --sempre de terno.

"Eu cansei destes motoristas que estacionam seus carros de luxo em faixas de ciclistas e de pedestres. Este tanque é uma boa ferramenta para resolver o problema de estacionamento em local proibido", diz o prefeito.

LATÃO DE LIXO PERIGOSO

Latão de lixo põe em risco a saúde do trabalhador e do transeunte

Na esquina da Avenida Jk
com a Rua Brás de Aguiar
o latão está apoiado no meio fio

WALQUER CARNEIRO

A prefeitura municipal de Dom Eliseu tomou algumas atitudes importantes para  auxiliar na limpeza urbana, e uma delas foi colocar recipientes para que a população possa jogar o lixo dentro e não no meio da rua. Os recipientes têm a capacidade para duzentos litros, e podem conter até 80 quilos de lixo leve.


Muito boa a iniciativa, no entanto dois pontos têm que ser observados e levados em conta pelos coordenadores da limpeza urbana. O peso dos recipientes tem um peso que excede a capacidade dos servidores que trabalham na coleta para levantá-los, e outro problema é a fragilidade dos pés que sustentem o recipiente que não suporta o peso mesmo.

Na esquina da Avenida Jk com a Rua Brás de Aguiar há um desses recipientes com um dos pés quebrados, e que para mantê-lo em pé é necessário apoiá-lo no meio fio, o que faz com que uma parte do objeto fique tomando a rua pondo em risco as pessoas, veículos e ciclista que por ali trafegam.

Há a necessidade dos responsáveis tomarem urgentes providências para facilitar o trabalho dos coletores de lixo e cuidar para que o latão não fique na rua. 



A NORUEGA E DOM ELISEU

Ligações financeiras da Noruega com Dom Eliseu. Qual é o interesse ?

O país escandinavo
investe recursos para
Dom Eliseu sair do 
embargo ambiental

WALQUER CARNEIRO

O recente atentado ocorrido na Noruega causou abalo
emocional até mesmo para quem nunca tinha escutado falar deste país, que é uma das nações mais desenvolvidas do planeta, cujo povo, aparentemente, vive feliz, com uma sociedade aparentemente estável.
Muitas pessoas conhecem a Noruega apenas por ser exportador de bacalhau, e para as pessoas que conhecem história a Noruega é nação do povo viking, bravo e guerreiro.
Dom Eliseu, um dos municípios mais pobres do Brasil, localizado no interior da Amazônia, formado por uma diversidade de povos de todas as partes da nação e algumas famílias de outros países tem algo em comum com a Noruega. Quem lê estas linhas pode até ficar espantado, mas é verdade.

O interesse da Noruega por Dom Eliseu começa por causa de questões ambientais que levou o governo daquele país a por seu olhar neste canto esquecido do planeta, pois o território municipal está localizado em um espaço geográfico de interesse internacional, onde até bem pouco tempo existia uma exuberante floresta que em menos de 40 anos foi quase que totalmente dizimada.

Em 2008 o governo brasileiro, levado por pressões de organizações internacionais, proibiu a retirada de madeira nativa em toda região denominada de “Arco de Fogo” composta por 30 municípios, incluindo Dom Eliseu, que sofreram o embargo ambiental, cujo resultado foi a proibição de comercialização de qualquer artigo produzido em solo domeliseuense.

Com a decisão a economia local ficou profundamente abalada, ameaçando um caos social cuja única saída seria a reestruturação da economia através da reorganização ambiental para a produção sustentável, sendo necessário também a reorganização fundiária, porém antes seria imprescindível saber quais eram a situação ambiental de cada uma das 1.300 propriedades rurais do território municipal, e para isso teria que ser efetuado o cadastro ambiental rural, cujos custos de efetivação seria inviável para mais de 80% dos proprietários rurais, e é aí que entra a Noruega.

Diante desta situação, levando em conta a importância estratégica do território de Dom Eliseu para o estado do Pará, e para o Brasil o governo municipal, por intermédio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, conseguiu do governo federal no Ministério do Meio Ambiente angariar apoio para aportar recursos do PNUD – Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento - , recursos esses provenientes do governo da Noruega.

Apenas três municípios da Amazônia foram selecionados para receber recursos do PNUD com o propósito de regularização ambiental. Dom Eliseu está contando com R$-600 mil doados pelo governo da Noruega para bancar o projeto do Cadastramento Ambiental Rural ( CAR ) em 100% das propriedades do município.

O CAR consiste no levantamento físico, geográfico, hidrográfico e de floresta remanescente de cada propriedade com o objetivo de saber o quanto há de degradação e o que precisa ser feito para recuperar e decidir a quantidade de solo que será utilizada para a produção agropecuária, o que, em tese, irá garantir o ordenamento ambiental, e consequentemente, após todas as propriedades serem cadastradas o município saíra do embargo ambiental.

Eu sou daqueles que acreditam que não existe almoço grátis, e, portanto o dinheiro que a Noruega disponibilizou para Dom Eliseu foi com interesse em alguma coisa, tanto que quando foi anunciado em Dom Eliseu que o PNUD havia conseguido o recurso para o CAR uma empresa (Geosol) iniciou um trabalho de prospecção do solo do município cujo interesse ainda não ficou muito bem esclarecido, pois de início falou-se em pesquisar a qualidade da bauxita na região. A bauxita é matéria prima de onde se retira a alumina para fazer alumínio. E para quem não sabe a Noruega é um minúsculo país com escassos recursos naturais, e toda a região Amazônica é rica em recursos naturais, e que ainda está para ser explorada.

JOGADOS NA RUA

A mão que afaga é a mesma mão que joga pedras

No Brasil pessoas são
tratadas como coisas e quem 
deveria cuidar dos desamparados
jogam eles no olho da rua

WALQUER CARNEIRO

Num país onde as autoridades eleitas e governos formados por pessoas indicadas por essas mesmas autoridades  se envolvem em nebulosas maracutaias desviando dinheiro público em negociatas escabrosas entesourando riquezas que as traças irão comer,   não é de se admirar que 17 milhões de pessoas estejam vivendo em níveis sociais abaixo da linha da miséria,  e se vejam obrigadas a se submeterem à truculência de um sistema composto por autoridades que foram eleitas alardeando promessas , como se fosse verdade,  que quando elevadas ao poder resolveria os problemas da população.

Não é isso que vemos hoje nesse Brasil de céu cor de anil, pois em São Paulo grupos de famílias que ocuparam um imóvel foram postas no olho da rua, jogadas ao Deus dará,  sem o mínimo de compaixão dos homens engravatados que vêem essas pessoas apenas como números, e para esses hipócritas  o número que lhes agrada é os das notas de dinheiro transformadas em cifrões em suas contas bancárias.

Aonde as autoridades deveriam ver mães, pais, crianças, avôs, avós, famílias,  ironicamente eles enxergam apenas especulação imobiliária e interesses corporativos. Não há o menor resquício de compaixão por parte daqueles que deveriam cuidar do bem estar da população, mas ao contrário, o sistema procura jogá-los além da margem, bem no meio do precipício.

Nesta sexta-feira, em meio ao frio inverno do sudeste,  o governo,  que jurou cuidar dos desamparados,  mandou que a polícia fosse efetuar a desocupação do imóvel.


O fato foi registrado pelas lentes do fotógrafo Apu Gomes e relatado pela reportagem do Jornal Folha de São Paulo. Clique AQUI para saber mais.  

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DOM ELISEU EM FOCO

O Blog centra o foco nos acontecimentos regionais visando o município

Dom Eliseu para o mundo, esta
é a meta da Porta Pro Futuro
daqui pra frente inserindo o
município no espaço universal

WALQUER CARNEIRO

O Blog Porta Pro Futuro foi criado e registrado no mês de dezembro de 2010, e de lá para cá,  eu,  como Blogueiro mestre deste espaço, procurei postar informações de interesse global, porém a partir de agora começa uma nova fase, pois os seguidores e leitores deste Blog passarão a ver aqui notícias e informações com referências a fatos que acontecem em Dom Eliseu, cidade em que este Blogueiro que vos fala reside há 30 anos. 

Não vou deixar de postar informações e artigos com temas universais por que o objetivo deste blog, sem falsa modéstia, é atingir todos os tipos de públicos a partir desta cidade do interior da Amazônia, na beira da Belém-Brasília na confluência da Br -222, duas  modernas trilhas que dão acesso à vastidão do sertão amazônico.

  - PARA COMEÇAR -

Iluminação pública direito do cidadão, responsabilidade do poder público

Iluminação pública garante
segurança ao cidadão e
as lâmpadas têm que estar
acesas durante a noite

WALQUER CARNEIRO

A iluminação pública é um bem necessário e fundamental para a segurança do cidadão e por isso o poder público tem que agir com responsabilidade e olhar com carinho para essa questão.

A manutenção da iluminação pública em Dom Eliseu é de responsabilidade do poder público municipal, e para que haja sempre ruas bem iluminadas o cidadão paga por esse serviço,  a taxa de iluminação pública que é  cobrada na conta de energia elétrica de cada consumidor que para em média cerca de R$-5.00 para a manutenção da iluminação pública.

Mas em Dom Eliseu a reclamação de ruas escuras é uma constante e há uma falta crônica de lâmpadas e equipamentos para a reposição. Dom Eliseu é uma, cidade com 51 mil habitantes, sendo que na cidade existem cerca de 12 mil domicílios, e não dá para se dizer que é impossível manter o serviço a contento, já que o recurso é arrecadado.

Outra situação que causa preocupação é que enquanto por toda a cidade há lâmpadas queimadas, por outro lado se vê em diversos pontos lâmpadas nos postes acesas dia e noite, como a que se vê nas fotos. A lâmpada está localizada no poste da Rua Jequié em frente ao Detran, próximo à delegacia de policia civil de Dom Eliseu.   

VEJAM AS FOTOS 




 Esta cena foi registrada no dia 28 de julho de 2011, as 14:20 minutos.

O Blog está aberto para opiniões, é só acessar a caixa de comentários logo abaixo. 

A DITADURA DA MÍDIA

Governo agiliza lei da internet, mas trava a regulação da mídia

Os poderosos da mídia nacional
fazem pressão no governo para
que conteúdos de rádios
e TVs não sejam regulados

FONTE: PORTAL VERMELHO

A descoberta de que um jornal britânico do bilionário Rupert Murdoch grampeava pessoas de forma clandestina reacendeu a discussão sobre os limites éticos e legais dos meios de comunicação. No Brasil, este tipo de debate vai esquentar sob patrocínio do governo federal, que prepara um novo marco regulatório para emissoras de TV e rádio, orientadas até hoje por uma legislação dos anos 60, e uma lei para a internet.

POR ANDRÉ BARROCAL, NA CARTA MAIOR

As duas propostas, contudo, estão em estágios diferentes. Enquanto a primeira ainda não tem data para ficar pronta — e pode até ser submetida a uma consulta pública pelo ministério das Comunicações —, a segunda só depende de um aval da presidente Dilma Rousseff, para ser enviada ao Congresso na volta do recesso parlamentar, em agosto.

Preparado pelo ministério da Justiça, o chamado “marco civil da internet” vai garantir, segundo Carta Maior apurou, algo vital para quem gosta de usar a internet para fazer militância política ou contestar o noticiário de TVs e rádios: a neutralidade da rede. Será proibido que empresas provedoras de acesso à internet façam qualquer tipo de filtro do conteúdo dos usuários.

O texto começou a ser elaborado pelo governo em 2009, porque os parlamentares estavam prestes a aprovar uma lei — ainda hoje parada no Congresso — que classifica como crimes certas práticas de internautas. Batizado pelos inimigos de “AI-5 digital”, em referência ao ato institucional mais famoso e violento da ditadura militar, o projeto é criticado, entre outras razões, por tentar punir os usuários antes de direitos deles estarem bem definidos em lei.

O governo entrou na briga ao lado dos adversários do “AI-5 digital”, pedindo ao Congresso que não votasse a criminalização antes do “marco civil” chegar à Casa, o que ocorrerá em breve.

REGULAÇÃO DE TVS E RÁDIOS

No caso do marco regulatório da radiodifusão, não existe a mesma perspectiva. A decisão de propor ao Congresso uma nova legislação para TVs e rádios havia sido tomada pelo ex-presidente Lula. Mas, por falta de tempo, o projeto não foi concluído no mandato dele e ficou para a gestão sucessora, que o lista como prioridade na área de comunicações, mas ainda não tem prazo para enviá-lo aos parlamentares.

Encarregado de fechar um texto para apresentar à presidente, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, adotou uma postura cautelosa, por entender que a proposta, por si só, vai gerar muita polêmica no Congresso, dada a predisposição negativa das empresas de TV e rádio.

Ele recebeu no dia 8 de janeiro uma espécie de pré-projeto deixado pelo ministro da Comunicação Social de Lula, Franklin Martins, que comandara o debate em 2010. Desde então, a equipe de Bernardo submete a minuta ao que o ministro chama de “pente-fino”. E cogita colocá-la, ao menos em parte, em consulta pública. O objetivo, segundo ele, é evitar que o projeto tenha uma redação que dê aos inimigos da ideia argumentos para dizer que se trata, no fundo, de uma tentativa de amordaçar a mídia.

No 2º Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, realizado em Brasília em meados de junho, Bernardo foi explícito sobre sua preocupação. “O governo acha [o marco regulatório] extremamente importante. Mas temos sido zelosos porque [o projeto] está marcado como censura”, afirmara na ocasião. “Parte da mídia faz críticas ácidas e hostis. Não gosta nem de ouvir falar [em regulação]. Quando mandarmos ao Congresso, vai ser uma briga danada.”

Os defensores do marco regulatório temem que “o pente-fino” de Bernardo, no fim, descaracterize o espírito original da proposta: submeter emissoras de TV e rádio, que são concessões públicas, a regras de regulação como acontece em outras áreas em que também há concessões, como energia elétrica ou telefonia. O marco não tratará de jornais e revistas, que o governo considera que são empresas privadas como outras quaisquer.

Alma Comunicações