# NOVO PROJETO DO GASTON #


Cultura de abóbora em grande quantidade 

Com o novo projeto Gaston pretende 
aproveitar um nicho do mercado 
pouco explorado pelos 
produtores rurais em Dom Eliseu 

DA REDAÇÃO DO BLOG 

Diversificar a produção agrícola é importante quando se quer ter competitividade e oportunidades para absorver capital contido na economia de mercado, pois é assim que funciona o sistema capitalista, mas plantar abóboras, talvez seja a última cultura que a maioria dos agricultores de Dom Eliseu se atreveriam a fazer, por crer ser essa uma cultura ordinária e sem muito glamour como plantar milho e soja, ou até mesmo a joia do momento, o eucalipto. Mas é justamente a abóbora que poderá vir a ser um dos próximos grandes carros chefes da produção agrícola municipal, pois já há um projeto de experiência em produção de abóboras na região desenvolvido pelo empresário, agrônomo  agricultor e líder político Gaston Siviero.

Gaston faz parte de uma família que se instalou em Dom Eliseu  a partir do ano de 1977, quando por aqui chegou o pai dele, Claudino Siviero junto com os filhos homens mais velhos, enquanto Gaston, o filho mais novo, estudava no estado do Paraná onde se formou em agronomia  pela UFPR – Universidade Federal do Pará -, com especialidade na área de defensivos agrícolas pela UFV - Universidade Federal de Viçosa-. 

Após a sua formatura Gaston trabalhou na Coamo Agroindustrial, a maior cooperativa de grãos do Brasil, quando no princípio de 1991 ele resolveu então se estabelecer definitivamente em Dom Eliseu, sendo o pioneiro na produção de grãos no estado do Pará, e por isso recebeu, em 2012, o Título de Cidadão do Pará concedido pela Assembleia Legislativa do Estado.


Gaston ajudou a criar, junto com seu irmão Marco Siviero, e outros empreendedores,  o CPP- Centro de Produção de Paricá que permitiu desenvolver pesquisas para a adaptação desta espécie de árvore na região, e a partir daí ele passaram a promover o cultivo de floresta comercial com paricá, além de diversificar a produção de grãos com soja, milho e arroz. 


OUSADIA É SEU COMBUSTÍVEL 

Em Dom Eliseu, hoje, o produtor rural também precisa levar em consideração as regras da legislação ambiental promovendo a preservação do meio ambiente, o que levou a muitos a partir para produção de floresta comercial, plantando árvores, a exemplo do paricá. 

Mas ousadia entre os produtores rurais é para poucos, e Gaston Siviero é um desses empresários rurais que tem como  atributo principal ser arrojado, indo além, onde poucos se atreveram a ir. 

O centro de pesquisa de Paricá foi uma visão futurista que permitiu a Gaston ser um dos primeiro em investir na plantação de floresta comercial, e agora, novamente, com o projeto de plantação extensiva de abóbora. Gaston inova , pois no projeto de abóbora ele está utilizando o método consorciado, abóbora em meio ao plantio de paricá, em uma área de 50 hectares onde está sendo cultivada abóbora da variedade jacarezinho. A abóbora pertence à  família das cucurbitáceas e essa plantação do projeto do Gaston começa a ser colhida a partir de maio com duração de dois meses, e uma característica peculiar, que outros legumes não têm, é que a abóbora pode ser estocado por até dois meses ou mais. 

“Esta é uma experiência, mas como há uma boa receptividade do mercado poderá haverá continuidade no projeto”, disse Gaston com um olhar de aprovação para os primeiros frutos de seu trabalho.

FILOSOFIA

A AFLIÇÃO FILOSÓFICA DE ROSA
O que entendo do Paradoxo Incognoscível

Todos os seres humanos,
em maior ou menor grau,
procuram desvendar aquilo que
se tem dificuldade para se conhecer

WALQUER CARNEIRO

O que vemos posto ao redor é sistematizado pela mente infinita, mas paradoxalmente nosso consciente superficial registra de forma finita, todavia no consciente profundo está, desde sempre, registrada as verdades fundamentais dos elementos mecânicos, físicos e químicos que rege tudo o que existe. Tudo é energia, essa energia é que contém todas as informações universais, e como humanos somos formados por essa energia que contém todas as informações. Clique aqui

DIREITOS HUMANOS

PUNIR CRIMINALMENTE AOS 16 ANOS
É certo diminuir a maioridade penal ?

Diante de uma situação difícil
procura-se a saída mais fácil,
mas que, talvez, não
seja a mais certa ou aprovável

WALQUER CARNEIRO

A disseminação da miséria pela sociedade capitalista é que faz com que seres humanos comecem a praticar crimes cada vez mais cedo na vida. A tecnologia e informação de forma desregrada entrando nos lares onde os pais não têm o devido preparo para orientar os filhos é que possibilita o que vemos hoje entre os adolescentes. Porque então, ao invés de pedir redução da maioridade penal nós...Clique aqui

# AUDIÊNCIA JUDICIAL DO 13 CONTRA O QUINZE #

Gaston pede a cassação de Joaquim 

Audiência judicial reuniu pessoas ligadas 
à administração municipal que teriam 
facilitados supostas irregularidades ao 
prefeito eleito durante a campanha eleitoral 

DA REDAÇÃO DO BLOG 

Dia 19 de março de 2013. Início às 14:30 término às 22:00 

O juiz da 84ª zona eleitoral de Dom Eliseu deu início ontem ao processo de audiências e verificação de denuncias contidas na AIME - Ação de Impugnação de Mandato Eletivo- onde estão enumeradas uma série de irregularidades e indícios de crimes eleitorais apresentadas pela coligação Tudo Novo com a Força do Povo, que teve como candidato a prefeito o empresário Gaston Seviero. As irregularidades foram detectadas durante a campanha eleitoral de 2012, que junto com três advogados fez a apresentação das denúncias diante do juiz.



Ontem aconteceu aquilo que no linguajar jurídico é conhecido como oitivas, onde o juiz ouve as testemunhas das partes envolvidas, que no caso em tela, cinco pessoas representando a coligação Unidos Por Dom Eliseu, que teve o prefeito Joaquim Nogueira Neto como candidato e Gersilon Silva como vice. Essas pessoas foram apresentadas pela acusação como diretamente envolvidas nos supostos crimes eleitorais. Entre as pessoas ouvidas do lado do Joaquim estavam o secretário de educação Roque, secretária de saúde Eliana e secretário de assistência social Eldo, além do vereador Paulo Cesar que na época da eleição estava licenciado do cargo de secretário de assistência social. Além destes foram ouvidos também servidores públicos e cidadãos comuns num total de oito pessoas. 

As acusações foram apresentadas, os envolvidos foram ouvidos e agora começo a parte das diligências onde o juiz vai avaliar as acusações apresentadas. As partes terão dois dias, a partir do dia 19, para efetivar a preparação de documentos que possam reforçar as acusações ou atenuá-las por parte da defesa. 

De acordo com informações o processo da AIME poderá durar cerca de 30 a 40 dias até que se chegue a uma conclusão e o juiz profira uma sentença final em primeira instância. 

São várias as acusações feitas na Ação de Impugnação de Mandato Eleitoral como o recebimento de recursos da mais de 1 milhão durante o período eleitoral, através da defesa civil, que em tese seriam utilizados para sanar problemas causado por catástrofe natural em Dom Eliseu, no caso enchente, vales transportes distribuídos aos milhares, distribuição de senhas para casa popular, isenção de impostos para empresa construtora e a exibição de uma entrevista na TV Atlântico onde o governador do estado junto com o vice prefeito Silon pedem votos para o Joaquim. Todas essas ações são vedadas de serem efetivadas pela legislação durante o período eleitoral.

CONSUMIR COM DIREITOS GARANTIDOS

Dilma faz ampliar direitos do consumidor

Plano garante status de política de Estado ao direito
do consumidor e prevê fortalecimento dos Procons
e das agências reguladoras, bem como maior
controle e transparência sobre pacotes e tarifas

FONTE – BRASIL ATUAL


Na esteira da expansão da renda do brasileiro, do aumento das vendas de produtos e serviços e do surgimento da chamada nova classe média, o governo federal anunciou nesta sexta-feira (15) um pacote de medidas para regular as relações de consumo do país – o Plano Nacional de Consumo e Cidadania (Plandec). 

"Um país que retirou milhões de pessoas da miséria, que chegou ao pleno emprego, e que ampliou o acesso de sua população ao consumo, tem a obrigação de garantir o respeito aos direitos dessas pessoas que passaram a adquirir mais produtos e serviços", disse a presidenta Dilma Rousseff durante o anúncio das medidas, que têm como um de seus pontos principais o fortalecimento das agências reguladoras. Ela disse que, com o plano, o Brasil passa a tratar o direito do consumidor como política de Estado. 

José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, destacou a necessidade de estabelecer um sistema que previna conflitos, que solucione os problemas rapidamente e com menos custos ao Estado e que também estabeleça sanções justas em caso de desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor. 

"Isso é bom para todos", frisou Cardozo. "Um sistema bem calibrado de defesa das relações de consumo não é só punitivo. É também necessário haver uma política que permita aos setores produtivos terem condições de melhorar seus serviços e produtos", concluiu. 

Para a presidenta, o lançamento do Plano Nacional de Defesa do Consumo e Cidadania marca o estabelecimento de uma nova forma de poder público e privado se relacionarem com os cidadãos e clientes. "De agora em diante, o país tem uma política de Estado para garantir que, à medida que conquistamos mais direito a consumir, que possamos consumir com direitos", definiu, citando o mote de lançamento do plano. 

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O COLAPSO DE SUA TEOLOGIA CATÓLICA

Razão maior da renúncia de Bento XVI? 

O fracasso e colapso do edifício teológico
de Bento XVI lhe pôs cativo de sua própria
teologia, não lhe restou outra alternativa
senão honestamente renunciar

POR LEONARDO BOFF


É sempre arriscado nomear um teólogo para a função de papa. Ele pode fazer de sua teologia particular a teologia universal da Igreja e impô-la a todo o mundo. Suspeito que esse foi o caso de Bento XVI, primeiramente enquanto cardeal, nomeado prefeito da “Congregação da Doutrina da Fé” (ex-Inquisição) e depois papa. Tal fato não goza de legitimidade e se transforma em fonte de condenações injustas. Efetivamente, condenou mais de cem teólogos e teólogas por não se enquadrarem em sua leitura teológica da Igreja e do mundo. 

Razões de saúde e o sentimento de impotência face à gravidade da crise na Igreja o levaram a renunciar. Mas não só. No texto de sua renúncia, dá conta da “diminuição de vigor do corpo e do espírito” e de “sua incapacidade” de enfrentar as questões que dificultavam o exercício de sua missão. Por detrás dessa formulação, estimo que se oculta a razão mais profunda de sua renúncia: a percepção do colapso de sua teologia e do fracasso do modelo de Igreja que quis implementar. Uma monarquia absolutista não é tão absoluta a ponto de dobrar a inércia de envelhecidas estruturas curiais. 

As teses centrais de sua teologia sempre foram problemáticas para a comunidade teológica. Três delas acabaram refutadas pelos fatos: 


--o conceito de Igreja como “pequeno mundo reconciliado”; 

--a “Cidade dos Homens” só ganha valor diante de Deus passando pela mediação da “Cidade de Deus”; 

--e o famoso “subsistit” que significa: só na Igreja Católica subsiste a verdadeira Igreja de Cristo; todas as demais Igrejas não podem ser designadas igrejas. 

Essa compreensão estreita de uma inteligência aguda, mas refém de si mesma, não tinha a força intrínseca suficiente e a adesão para ser implementada. Bento XVI teria reconhecido o colapso e, coerentemente, renunciado? Há razões para essa hipótese. 

O papa emérito teve em Santo Agostinho seu mestre e inspirador, objeto, aliás, de algumas conversas pessoais com ele. 

De Agostinho, assumiu a perspectiva de base, começando com sua exdrúxula teoria do pecado original (se transmite pelo ato sexual da geração). Isso faz com que toda a humanidade seja uma “massa condenada”. Mas dentro dela, Deus por Cristo, instaurou uma célula salvadora, representada pela Igreja. Ela é “um pequeno mundo reconciliado” que tem a representação (Vertretung) do resto da humanidade perdida. Não é necessário que tenha muitos membros. Bastam poucos, contanto que sejam puros e santos. Ratzinger incorporou essa visão. Completou-a com a seguinte reflexão: a Igreja é constituída por Cristo e os Doze Apóstolos. Por isso é apostólica. Ela é apenas esse pequeno grupo. Desconsidera os discípulos, as mulheres e as massas que seguiam Jesus. Para ele, não contam. São atingidas pela representação (Vertretung) que “o pequeno mundo reconciliado” assume. Esse modelo eclesiológico não dá conta do vasto mundo globalizado. Quis, então, fazer da Europa “o mundo reconciliado” para reconquistar a humanidade. Fracassou porque o projeto não foi assumido por ninguém e até posto a ridículo. 

A segunda tese tirada também de Santo Agostinho é sua leitura da história: o confronto entre a Cidade de Deus e a Cidade dos Homens. Na Cidade de Deus está a graça e a salvação: ela é o único pedágio que dá acesso à salvação. A Cidade dos Homens é construída pelo esforço humano. Mas como já é contaminado, todo o seu humanismo e demais valores não conseguem salvar porque não passaram pela mediação da Cidade de Deus (Igreja). Por isso que ela é eivada de relativismos. Consequentemente, o cardeal Ratzinger condena duramente a teologia da libertação, porque esta buscava a libertação pelos pobres mesmos, feitos sujeitos autônomos de sua história. Mas como não se articula com a Cidade de Deus e sua célula, a Igreja, é insuficiente e vã. 

A terceira é uma interpretação pessoal que dá do Concílio Vaticano II quando fala da Igreja de Cristo. A primeira elaboração conciliar dizia que a Igreja Católica é a Igreja de Cristo. As discussões, visando o ecumenismo, substituíram o “é” pelo subsiste para dar lugar a que outras Igrejas cristãs, a seu modo, realizassem também a Igreja de Cristo. Essa interpretação, sustentada na minha tese doutoral, mereceu explícita condenação do cardeal Ratzinger no seu famoso documento “Dominus Jesus” (2000). Afirma que “susbsiste” vem de "subsistência", que só pode ser uma e se dá na Igreja Católica. As demais Igrejas possuem “somente” elementos eclesiais. Esse “somente” é um acréscimo arbitrário que fez ao texto oficial do Concílio. Tanto eu quanto outros notáveis teólogos mostramos que esse sentido essencialista não existe no latim. O sentido é sempre concreto: “ganhar corpo”, “realizar-se objetivamente”. Esse era o “sensus Patrum” o sentido dos Padres conciliares. 

Essas três teses centrais foram refutadas pelos fatos: dentro do “pequeno mundo reconciliado” há demasiados pedófilos, até entre cardeais, e ladrões de dinheiros do Banco Vaticano. A segunda, de que a Cidade dos Homens não tem densidade salvadora diante de Deus, labora num equívoco ao restringir a ação da Cidade de Deus apenas ao campo da Igreja. Dentro da Cidade dos Homens, se encontra também a Cidade de Deus, não sob a forma de consciência religiosa, mas sob a forma de ética e de valores humanitários. O Concílio Vaticano II garantiu a autonomia das ‘realidades terrestres’ (outro nome para secularização), que tem valor independentemente da Igreja. Contam para Deus. A ‘Cidade de Deus’ (Igreja) se realiza pela fé explícita, pela celebração e pelos sacramentos. A ‘Cidade dos Homens’ pela ética e pela política. 

A terceira, de que somente a Igreja Católica é a única e exclusiva Igreja de Cristo e, ainda mais, que fora dela não há salvação, tese medieval ressuscitada pelo cardeal Ratzinger, foi simplesmente ignorada como ofensiva às demais Igrejas. Ao invés do “fora da Igreja não há salvação” se introduziu, no discurso dos papas e dos teólogos, “o universal oferecimento da salvação a todos os seres humanos e ao mundo”. 

Nutro séria suspeita de que tal fracasso e colapso de seu edifício teológico lhe tirou “o necessário vigor do corpo e do espírito” a ponto de, como confessa, “sentir incapacidade de exercer seu ministério”. Cativo de sua própria teologia, não lhe restou outra alternativa senão honestamente renunciar.” 

FONTE: escrito por Leonardo Boff, teólogo, filósofo e escritor. Publicado no site “Carta Maior”

# LOUCOS, ANIMAIS E ACIDENTES #

Todos os dias é registrado um acidente em Dom Eliseu

Veículos precários, condutores
sem prática, falta de fiscalização e
estruturação faz com que o
trânsito de Dom Eliseu seja caótico

WALQUER CARNEIRO

A cidade de Dom Eliseu não mais apensa um povoado a beira da estrada. Somos, hoje, uma população com 60 mil habitantes, deste total cerca de 12% possui um veículo automotivo, o que faz com que o tráfego nas ruas da cidade seja intenso e acidentes aconteçam todos os dias como o ocorrido nesta quarta-feira (6) à noite. 


O fato aconteceu na Rua Jarbas Passarinho, logo em frente ao Espetinho do Valmir, na Praça do Banco do Brasil, quando um jovem, conduzindo uma moto em alta velocidade perdeu o equilíbrio por causa de um cachorro que atravessou a rua. 

Com uma frota de veículos que beira os 7 mil veículos e nenhuma organização no trânsito a cidade está a mercê de um grande número de aleijados mentais que acreditam que sabem conduzir um veículo automotor. Além de que temos autoridades cegas e permissivas que facilitam ocorrência absurdas no trânsito local, como pessoas que apostam corridas e fazem acrobacias com motos pelas vias urbanas de Dom Eliseu.



Só de motocicletas circulam pelas ruas de Dom Eliseu, todos os dias, nada mais nada menos do que 3.211 unidades, mas nem tudo está perdido, pois na primeira reunião ordinária da câmara de vereadores (dia 27) dois temas de relevante importância foram colocados na tribuna pelos vereadores Pedro Mesquita, Ananias Martins e Maria José. A organização do trânsito e a retirada dos animais soltos das ruas de Dom Eliseu. Ambas as situações causadora de problemas para a sociedade domeliseuense. 

Ontem eu presenciei um acidente de trânsito que ilustra bem essa situação. 

O acidente se deu quando o jovem tentou se desviar do animal. Por causa da velocidade ele não conseguiu manter o controle do veículo e acabou por atingir o cão. 

Ao tentar evitar o animal, o jovem condutor da moto se desviou para o lado esquerdo indo colidir com um automóvel de cor preta. 

Na queda o jovem conseguiu rolar e saiu sem ferimentos, mas a moto foi bater de frente com o automóvel que teve parte da dianteira avariada. 

Uma pequena confusão começou porque o jovem condutor da moto mandou que alguém tirasse a moto dele do local, e isso deixou contrariado os ocupantes do automóvel. 

A polícia militar foi acionada e todos foram levados para a delegacia de polícia para resolver a pendenga. 

Esse é apenas um exemplo de situação que acontece todos os dias em Dom Eliseu, cuja maioria passa despercebido pelos meios de comunicação, e até mesmo das autoridades que deviam tomar providências para solucionar o problema.

SOLIDARIEDADE COM O CÃO




Outro fato que está incomodando boa parte dos condutores de veículos é a enorme população de animais vagando soltos pelas ruas da cidade. A quantidade é percebida com apenas uma olhada em qualquer rua onde se vê desde cães, gatos e animais equinos, e foi esse o fator preponderante a causa o acidente de quarta-feira à noite. 

A moto em disparada bateu no animal quando esse ia ao meio da rua. O pneu dianteiro passou por cima do quarto traseiro do cão, rompendo o osso um pouco acima do joelho. O animal, em dor, ainda conseguiu se arrastar até a calçada e lá ficou lambendo a ferida. 

Em meio à confusão provocada pela batida dos veículos um grupo de pessoas lembraram do cachorro que foi o pivô do acidente. O cão durante uns minutos ficou esquecido, com a perna traseira quebrada, segura apenas pelo couro que não havia se rompido. 

Em determinado momento o animal soltou um uivo de dor chamando a atenção de um grupo de jovens que resolveram então prestar primeiros socorros animal, na verdade uma cadela. 

Imediatamente conseguiram uma faixa, fizeram uma tala e imobilizaram a perna do animal e depois a colocaram sob a marquise do Banco do Brasil para que ficasse mais segura. 

Alma Comunicações