SOCIEDADE E OS DIREITOS HUMANOS

O senso comum crê que direitos humanos protege bandido 

Parte da sociedade tem 
noção equivocada sobre 
direitos humanos, diz 
presidente da Fundação Criança 

AGÊNCIA BRASIL

São Bernardo do Campo (SP) – Ao participar do 17º encontro do Movimento Nacional de Direitos Humanos, o presidente da Fundação Criança de São Bernardo do Campo, Ariel de Castro Alves, ressaltou a importância da difusão desses valores. “Os direitos humanos precisam se popularizar. Aqui nós trataremos da educação em direitos humanos. Uma boa parcela da população tem uma compreensão completamente equivocada sobre direitos humanos”, destacou, em entrevista, o advogado, que também é vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 

Segundo Alves, a percepção errada sobre o tema existe devido a um estigma que foi construído principalmente durante a ditadura militar. “ Nós temos que mostrar à sociedade que, no passado, os direitos humanos foram estigmatizados exatamente porque as pessoas que lutavam por direitos humanos defendiam a democracia, eram tratadas como terroristas. E hoje, no período democrático, as pessoas que lutam por direitos humanos são, muitas vezes, tratadas como defensoras de bandidos”. 

Essa noção equivocada faz, de acordo com Alves, com que setores da sociedade defendam ideias nocivas. Uma pesquisa do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP), divulgada nesta semana, mostrou que quase metade dos brasileiros concorda com o uso de tortura para obtenção de provas nos tribunais. “Em um dia pode ser torturado o criminoso, no dia seguinte pode ser o suspeito e no dia seguinte qualquer um de nós está sujeito a ser torturado e colocado como criminoso. Temos que mostrar à sociedade que não é dessa forma, nós temos leis que precisam ser respeitadas” disse Alves sobre os resultados do estudo. 

Para o coordenador-geral do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Gilson Cardoso, a sociedade organizada tem papel fundamental para garantir o respeito aos direitos humanos no país. “Governos têm limites, mas a sociedade civil não, nós temos responsabilidades”, destacou Cardoso ao falar para as delegações de todas as regiões do Brasil. “A história desse país foi construída, por meio dos movimentos sociais, em vários momentos”, completou. 

Na cerimônia de abertura do encontro, que vai até domingo (10), foram premiadas pessoas, entidades e iniciativas que se destacaram na defesa dos diretos básicos do indivíduo. Entre elas, está a defensora pública Daniela Skromov de Albuquerque, pelo atendimento aos moradores de rua durante a operação policial para coibir o uso de crack no centro de São Paulo, além do Centro de Direitos Humanos de Sapopemba, zona leste paulistana. Também está entre os premiados o Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo (Condepe), pela atuação no caso da reintegração de posse do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP).

DA CRUELDADE FUGAZ DA VIDA

O ser que se acha perde o mais importante que é

Da vida que o eterno concede
não temos suficiente afeição
mas questionamos o
porque de sua brevidade

WALQUER CARNEIRO


DA CRUELDADE FUGAZ DA VIDA

Há tempos se tenta entender

A razão da existência do ser

Racional, dinâmico e rude

Fugaz  porque só quer ter.

Ser que no íntimo deseja

A eternidade vagar e  abundante

Cosumindo tudo aquilo que

Faz mais curta e breve existência

Que apesar de tudo é deslumbrante

Invadindo o núcleo da consciência

Levando a vontade e o desejo sem

Atentar para a fatal conclusão

Envolvendo o íntimo e o derredor

De vida e morte em convulsão.

Direito de vida em graça terna

Sem reconhecimento do ser finito

Que vaga, que gira e sempre vai

Na busca daquilo que lhe interessa

Em procura e agonia que lhe faz aflito

Sem perceber que por trás de tudo

Está a razão que a tudo permite,

Princípio perfeito onde tudo começa.

O ser rude no fim da existência tenta

Mudar o rumo da seta veloz que

Chega de forma cruel impreterível

Enquanto a vontade de viver aumenta

Diante dos olhos sem cessar lastima.

UMA BICICLETA, GAROTOS E MORTE

Os garotos e a bicicleta 

De um sonho realizado, um 
encontro com a  namorada e 
o ataque de três infratores 
um ligeiro conto da realidade 

WALQUER CARNEIRO 

Numa cidade do interior do Estado do Pará, às margens da Belém-Brasília, em uma rua poeirenta o movimento de motos, bicicletas, pessoas a pé, alguns automóveis, o sol inclemente no meio da tarde chega a dar agonia no individuo de sã consciência, no entanto para as crianças e os adolescentes que brincam por ali o sol e a poeira nada significavam.

O garoto estava feliz, dezoito anos recém completados, e a alegria passou a fazer parte de sua vida desde que comprara a bicicleta, a realização do seu sonho, primeiro sonho de um ser que apenas começava ver a realidade da vida.
Ele deu mais algumas pedaladas e freou bruscamente rente a pequena calçada em frente a uma casa de tijolos com a aparência de ser recém construída. O sol já pendia para o final da tarde. O garoto entrou em casa levando a bicicleta, indo direto para o quintal para junto da pia de lavar roupas e louças onde estava a mãe.

--- Menino você agora só vive para essa bicicleta, não pensa mais em nada !
--- Há mãe !... Mas a minha bike é lindona. Né não ?

O garoto pegou um balde com água, um pano e sabão e começou a lavar a conquista de um ano de trabalho. A bicicleta era um veículo imponente, quadro robusto de alumínio com liga de carbono, suspensão traseira e dianteira, freio a disco, oito marchas. Enquanto ele limpava a bike ia fazia planos de encontrar com a namorada naquela noite, a mãe olhava com orgulho o filho que com o próprio esforço conseguira comprar o fruto do seu desejo desde que ainda era criança.

--- Filho, lembra que você tem que ir para a escola !
--- Certo mãe...!

Na mesma cidade, boquinha da noite, um grupo de jovens e adolescentes reunidos em uma quadra de futebol. Dois grupos disputam uma partida, outros esperam a vez para bater uma bolinha. Um pouco mais retirado, em baixo de um pé de manga, três adolescentes com aspectos de assustados, porém sem motivo para tal. Um de camiseta regata dois números maior que o corpo, Outro com bermuda folgada, e o terceiro de sandálias havaianas. O sol sumia no horizonte e a bruma noturna caindo devagarinho.

--- Hê doido, tô afim de botá o bicho daqui a poquin --- , disse o da camiseta.
--- Hí mermão tu tá é vacilano. Tu nun tá lembrado di onti não ? --- falou o da sandália.
--- É mermo mané. Na parada di onti quase que tu dança --- confirmou o da bermuda.

O trio ficou em silêncio como que lembrando do acontecido na noite anterior, e o pensamento vagando sem nenhuma idéia muito clara. Os gritos dos jogadores de fim de tarde quebravam a monotonia do momento.

O da camiseta rompeu o silêncio.
--- Hê brodi, eu vô pra casa que a mãe tá me esperando. Eu tenho que ajudá ela numas coisas. ---, falou ele meio preocupadado.
--- Hum ! Tá cum medo da mainha hem ? --- zombou o da sandália.
--- Qui nada seu merda !! Eu respeito minha mãe ! --- retrucou o da camiseta zangado, e em seguida perguntou para o da bermuda:
--- Tu tá cum aquele ferro iscundido lá no fundo do teu quintal ?
--- Tá lá sim.
--- Passo lá pa pegá.
--- Tem que sê na hora que a mãe tivé assistindo novela, pra ela num percebê. Num têm?
--- A gente si incontra na pracinha da Rodô dispois das novi hora. Tá limpo ?--- Sugeriu o da sandália. Ao que os outros concordaram.

Noite alta, lua no céu sem nuvens, estrelas em pontinhos brilhantes, mas o garoto não vê nada disso. Na volta da escola empurrando a bike dos seus sonhos, de mãos dada com a namorada, andando pela Avenida, na pracinha central. Sua atenção vai da bicicleta para a namorada, e seu instinto acaba por preferir a namorada.

--- Hum ...! Vou dar um pega na minha gatinha --- pensa o garoto. E falando diz a ela:
--- Vamos sentar neste banco --- disse apontando um banco de concreto embaixo de uma arvore fora do foco da lâmpada.
--- Só um pouquinho. Já tá muito tarde. A mãe deve de tá preocupada.
O garoto encosta a bike e senta-se com a namorada iniciando a sessão de amassos e a bicicleta some de sua memória inundada de feromônio, enquanto sua língua se enrosca com a língua da namorada. Tudo some ao redor.

No mesmo local, um pouco mais adiante, no escuro, três vultos, como que se escondendo, observam o garoto e a namorada.

--- Rapá, Vê só aqueles dois. Tão si cumeno ali doido !
--- Óia o camelo do otário mano ! --- chama a atenção um deles.
--- É mermo ! O produto deve di dá pra comprá déis grama de nóia.
--- Intão vamu lá !!

Passos apressados, olhares para todos os lados, respiração ofegante, joelhos tremendo, mão suada segurando o cabo da faca no cós da bermuda. Em quanto os três avançam em direção do casal o pensamento é um só. A peteca de nóia que eles vão torrar mais tarde.

--- Aí muleque ! Tu vacilou seu bosta ! --- bradou um.
--- Esse camelo agora tá cum nois ! Dançô preiboi ! --- falou o outro.
--- Bora vazá maluco ! A parada tá ganha ! --- disse o terceiro montando na bicicleta, enquanto os outros dois saiam apressados atravessando a rua sumindo na direção de um posto de combustível próximo.
--- A gente se encontra lá no setô --- falou o que estava na bicicleta, saindo em disparada na direção da rodovia movimentada que corta a cidade. Atravessando a Br sentiu algo enorme e negro, quando olhou viu apenas a massa com dois olhos brilhantes rugindo.

O motorista do caminhão foi pego de surpresa. Quando freou corpo e bicicleta já estavam em baixo do veículo que ainda percorreu cerca de cinqüenta metros antes de parar totalmente. Os dois que correram ouviram o baque e a freada. Detiveram-se de repente e ficaram olhando de longe as pessoas que se aglomeravam, e sem precisar ver eles imaginavam o que havia acontecido. Uma viatura da polícia surge e eles então resolvem seguir andando, com frieza como se nada tivesse acontecido.

O garoto assombrado com o acontecido segurava a mão da namorada que nervosa e aos prantos chamava para ir embora, enquanto o garoto olhando para baixo do caminhão viu o corpo estraçalhado e a bicicleta toda retorcida por baixo da roda traseira do pesado veículo.

--- A minha bicicleta ficou toda acabada. Do jeito que está não tem mais conserto --- disse o garoto a meia voz como se falasse para si mesmo.
--- Vamos embora --- falou para a namorada. Eles saíram andando lentamente enquanto a viatura encostava procurando pelo motorista do caminhão.

FUMAÇA DE CARVÃO NO AR

Atitude permissiva consente a poluição por dióxido de carbono

O retorno das caieiras na
periferia da cidade começa
a incomodar a população sem
que as autoridades tomem providências

WALQUER CARNEIRO


Nos últimos 60 dias uma leve camada de fumaça quase imperceptível vem tomando conta do núcleo urbano de Dom Eliseu, fenômeno que há mais de cinco anos não era notado por essas bandas, e agora junto com a fumaça sentimos também o odor característico de madeira carbonizada e esse fenômeno não acontece de forma espontânea e sim por ação humana. 

O fenômeno é causado pelas caieiras, que são buracos cavados no chão onde se deposita madeiras que são carbonizadas e transformadas em carvão vegetal. A fabricação deste produto libera na atmosfera uma grande quantidade de dióxido de carbono que se espalha pelo meio ambiente sendo inalado por seres humanos, aos quais a fumaça causa diversos problemas, piorando se forem bebês ou pessoas idosas. 

No quilômetro um da Br-222, em uma estrada que começa em frente a Vila São Paulo, e cerca de 200 metros da margem da estrada existe uma destas caieiras que produz parte da fumaça percebida noturnamente, e pelo que se pode constatar é uma caieira clandestina, isso é, a pessoa que a fez não tem autorização das autoridades competentes para tal atividade, e isso causa certa preocupação quando vemos na semana do meio ambiente algumas manifestações voltadas à defesa ambiental, levando em conta também que a município assinou em 2009 um termo de ajustamento de conduta se comprometendo, entre outras coisas e controlar a queima de resíduos vegetais. 

Como em outras áreas do meio ambiente vemos que a secretaria que cuida do setor vêm fazendo nada de efetivo para ao menos evitar que os cidadãos sejam obrigados a inalar os resíduos da queima de madeira, ainda mais em no horário reservado ao repouso e ao descanso em que o ser humano deveria inalar um ar mais puro possível. 

Com a palavra o órgão ambiental municipal.



AGILIDADE NO TRATAMENTO DE CÂNCER

Câmara aprova prazo para início de tratamento de câncer pelo SUS

Texto também prevê prioridade
de acesso a analgésicos
para pacientes com dor
provocada pelo câncer

FONTE - AGÊNCIA CÂMARA


O Plenário aprovou nesta terça-feira (5) proposta que estabelece o prazo máximo de 60 dias, contados do diagnóstico médico, para o paciente começar a receber o tratamento contra câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto aprovado é o de uma emenda do relator pela Comissão de Seguridade Social e Família, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), ao Projeto de Lei 3887/97, do Senado. Devido a mudanças no projeto, a matéria retorna ao Senado.

O prazo para começo do tratamento poderá ser menor, conforme a necessidade terapêutica do caso. Esse prazo será considerado cumprido quando se iniciar efetivamente o primeiro tratamento (cirurgia, radioterapia ou quimioterapia).

O prazo para começo do tratamento poderá ser menor, conforme a necessidade terapêutica do caso. Esse prazo será considerado cumprido quando se iniciar efetivamente o primeiro tratamento (cirurgia, radioterapia ou quimioterapia).

Segundo Perondi, o objetivo da proposta é acelerar o início do tratamento. Ele ressaltou que, atualmente, uma paciente com câncer de mama pode levar até seis meses para começar a ser tratada. "Nesse período, o que era um nódulo já avançou para uma fase mais grave, e a chance de cura cai de 80% para 10%", disse.

Perondi afirmou, no entanto, que a aprovação do projeto não garante bom atendimento no SUS. “Temos de lutar para que essa lei não fique no papel. Do jeito que está o financiamento da saúde, perdemos para os países africanos”, disse.

A emenda de Perondi foi elaborada com base em outra emenda, de autoria das deputadas Carmen Zanotto (PPS-SC) e Flávia Morais (PDT-GO).

Carmen Zanotto lembrou que o prazo de 60 dias foi um acordo possível com o governo para começar o procedimento necessário, mas afirmou que a intervenção poderá ocorrer em tempo menor, de acordo com o diagnóstico médico.

Para Flávia Morais, conforme o tipo de tratamento, nem a metade dos que procuram o SUS conseguem realizá-lo. “Auditoria do Tribunal de Contas da União [TCU] revelou que a média de espera pela radioterapia é de três meses”, afirmou.

Segundo ela, os dados também revelaram que, dos que deveriam ter sido atendidos com cirurgia, apenas 46% conseguiram passar pelo procedimento.

Para saber mais clique AQUI.

VINGADORES EM BRASÍLIA

Na atual situação só resta chamar os super heróis

O congresso nacional torna reduto 
de malfeitores e vilões da pátria mãe e 
como a justiça nacional não dá conta
do recado apela-se para Os Vingadores

CHARGE DE MARIO P/ O BLOG

Com a mente repleta de fantasia bolar uma charge foi a única forma encontrada pelo cartunista Mário para dar um jeito na bagunça que se encontram a casa baixa e a casa alta núcleo central de onde emana o poder da nação brasileira.



LULA NO RATINHO DESAFIA TUCANOS

‘Não vou permitir que um tucano volte a ser presidente’

Lula foi ao Programa do Ratinho e 
afirmou que seu candidato a prefeito 
de São Paulo é Haddad e que não 
permitirá que tucano retorno ao poder

FONTE - CARTA CAPITA

Teve Corinthians, histórias sobre rabadas, troca de afagos, depoimento de Ronaldo Fenômeno, música de Geraldo Vandré e até brinde com cerveja oferecido por Zeca Pagodinho. Mas a entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Programa do Ratinho, do SBT, serviu basicamente para dois objetivos: tentar alavancar a candidatura de Fernando Haddad junto ao grande público e mandar recados (muitos) para a oposição.
O ex-presidente Lula durante entrevista ao Ratinho. Foto: Reprodução/SBT
Descontraído na maior parte do tempo, Lula subiu o tom, apesar da voz ainda debilitada, para dizer que não permitirá que “um tucano volte à Presidência do Brasil”. Disse que, para isso, aceitaria até voltar a ser candidato.

“Xi, o Serra então está ferrado”, brincou Carlos Massa, o Ratinho – que se apresentou como “grande amigo” do ex-presidente.

E foi no último minuto da entrevista que o apresentador e amigo perguntou ao ex-presidente sobre a polêmica envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, que acusa Lula de oferecer apoio à CPI do Cachoeira em troca do adiamento do julgamento do mensalão (Mendes é suspeito de ter viajado a Berlim com dinheiro pago pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira, o que ele nega).

“Vou perguntar apesar de saber que a população não está entendendo isso”, frisou Ratinho.

“Não tenho interesse em falar nesse assunto, porque já respondi em nota. Quem inventou que prove. Quem acreditou, que prove. O dado concreto é que o Brasil hoje é muito melhor, e vai melhorar ainda mais.” E completou: “Quero que o Brasil que teve ascensão nunca mais retroceda.”


Fernando Haddad, que estava na primeira fileira da plateia, foi apresentado ao público logo na primeira pergunta feita por Ratinho. Sobre o Corinthians. “Esse seu defeito de ser corintiano continua, né, presidente?”

Na resposta, Lula lembrou que no Brasil existem os corintianos e os anti-corintianos, mas disse lidar bem com torcedores de outros times, como o são-paulino Haddad.

Não demorou e o ex-ministro da Educação, chamado de “galã” pelo apresentador, já estava do lado do ex-presidente numa cadeira à parte do palco. “Por que ele foi escolhido?”, perguntou Ratinho.
Fernando Haddad, que fez "participação especial" na entrevista. Foto: Reprodução
“Achava que era o momento de a gente apresentar uma coisa nova”, explicou o ex-presidente antes de apresentar as credenciais do afilhado: São Paulo, nas palavras do petista, precisa de um prefeito como o ministro da Educação que criou o Prouni e colocou um milhão de jovem da periferia na universidade.

Lula afirmou que Haddad, que patina nas pesquisas de intenção de voto, foi o ministro que mais criou escolas técnicas (214) e mais construiu universidades federais (14).

No mesmo instante, o apresentador chamou um VT sobre o Prouni, no qual uma beneficiária do programa dizia que, antes, a universidade não era lugar para pobre.

De terno cinza e camisa branca, sem gravata, Haddad ouviu o ex-presidente dizer que as mudanças na educação provocaram “a maior revolução já foi feita no País”.

O entrevistado, então, passou a ser Haddad. “O que um prefeito de São Paulo pode fazer para melhorar?”, levantou o apresentador.

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