sábado, 5 de março de 2016

# UMA LUTA DE CLASSES EM ANDAMENTO #

A elite aristocrática raivosa tenta evitar as transformações sociais que inclua o povo

É uma luta que o povo
vem perdendo desde os tempos
da colonização com a elite
aristocrática vendendo o Brasil



WALQUER CARNEIRO 



Éramos pior há 40, 60 anos passados tudo era mais fechado, o povo era completamente ignorado como papel protagonista. Hoje, bem ou mal, o povo está buscando a conquista do seu protagonismo. Nesse 13 anos os trabalhadores puderam entender a sua  importância, e as classes aristocráticas percebem que os tempos estão mudando. 

Evidente que concordo que a situação social, politico e econômico tem que avançar nas transformações edificantes. Todavia as classes da elite aristocrática não estão disposto a ceder aos trabalhadores direito que essa aristocracia acredita ser direito exclusivo seu. Neste momento vivemos um momento de distensão nessa disputa pelo protagonismo social, e isso provoca um atrito que leva a elite aristocrática a utilizar a superestrutura,  que está sob o comando da elite, para desestabilizar o sistema em favor da aristocracia. 

Por exemplo, todo o judiciário está sob o controle da elite aristocrática, bem como todo o sistema de mídia, juntos atuando noite e dia para anular as ações das forças progressista e democrática e aniquilar partidos socialistas e suas lideranças. Essa elite aristocrática nunca prezou o Brasil, pois desde a colonização todos os governos aristocráticos composto por 1000 famílias vem vendendo o Brasil e roubando os trabalhadores sem dó e nem piedade. Em resumo; é a eterna luta das classes sociais, que agora num estado máximo de tenção está chegando a uma situação de rompimento. 

Nesse contexto todos temos que tomar partido de um lado ou de outro, é a correlação de forças. Nesse momento o embate está se dando na esfera do judiciário aonde os juiz recebem a influência e a pressão da mídia, mas as forças progressistas composto por movimentos sociais e sindicatos estão se preparando para mobilizações em todos os municípios do Brasil; e a luta continua. Isso não é um pesadelo, é a vida real.

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