sexta-feira, 26 de outubro de 2012

DILMA INDICARÁ NOVO MINISTRO DO STF

Futuro indicado assumirá relatoria do mensalão tucano 

O ministro Joaquim Barbosa, algoz do PT, 
não quer relatar o mensalão dos Tucanos, 
pois tal julgamento não interessa à Globo 
e nem à Veja, de quem ele cumpre ordens 

BLOG DA GERAL

O próximo indicado pela presidente Dilma Rousseff a ocupar a cadeira do ministro Carlos Ayres Britto no Supremo Tribunal Federal (STF) será o responsável pela relatoria do mensalão tucano em Minas Gerais, hoje nas mãos de Joaquim Barbosa, que o abandonará ao assumir a Presidência da Corte em 22 de novembro. A informação é da Agência de notícia Reuters 

Como Ayres Britto deixa a Corte em 18 de novembro, pois completa 70 anos e deve se aposentar, seu substituto irá para o gabinete de Barbosa, que já afirmou que não poderá tocar o processo do mensalão tucano junto com os encargos da Presidência. 

O mensalão tucano foi um esquema de desvio de recursos públicos e financiamento irregular da campanha eleitoral em 1998 do então governador de Minas, Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que tentava a reeleição e perdeu. Teriam sido desviados 3,5 milhões de reais, de acordo com a denúncia do Ministério Público Federal.O novo ministro ainda precisa ser indicado pela presidente Dilma Rousseff 

Ao contrário da ação penal em curso no STF o mensalão tucano foi desmembrada. Dois réus com foro privilegiado ficaram no STF, o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o senador Clésio Andrade (PMDB-MG). 

O esquema também foi chamado de valerioduto tucano porque o empresário Marcos Valério,operou o suposto esquema do PSDB 

O caso veio à tona em 2005, com as apurações do mensalão atualmente em julgamento no STF. Em novembro de 2007, a Procuradoria fez a denúncia ao STF e só depois o desmembramento para réus sem foro privilegiado foi aceito. 

O mensalão Tucano vai além de Minas Gerais, pois o esquema engendrado por Eduardo Azeredo serviu também para financiar a campanha para a reeleição de Fernando Henrique Cardoso e José Serra, e assim foi necessário dar um desfalque de 268 milhões de reais nos cofres da Furnas Centrais Elétricas de Minas Gerais. Além de que Eduardo Azeredo também está envolvido no “mensalão” do PT.

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